sexta-feira, 18 de março de 2011
Projeto de Câmara Imobiliária quer acabar com IPTU excessivo na Capital
Trata-se da criação da Câmara Setorial Imobiliária, de caráter consultivo, elaborado no curso das discussões que cercam a nova e combatida planilha de valores aplicados pela Prefeitura na cobrança de encargos como o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e o ISS (Imposto Sobre Serviços).
"O nosso objetivo é atender ao clamor de uma população que reivindica, com absoluta propriedade, a justiça fiscal e tributária. Estamos propondo a formação de um colegiado representativo da sociedade, com caráter consultivo, para auxiliar a Prefeitura na formulação de projetos que assegurem o desenvolvimento econômico e social da cidade, focalizando as necessidades dos segmentos da construção civil e imobiliário, mas também preservando o instituto da capacidade econômica do contribuinte, que é definida e consolidada na Constituição", assegurou o vereador Alex (PT).
Ao salientar que a sociedade não pode ser onerada pelo arbítrio de valores excessivos impostos pela política tributária em vigor, Alex explica que o projeto está direcionado especificamente às cobranças do IPTU e ISS, ambos relacionados ao impacto provocado pelo crescimento e a expansão urbana da cidade.
"Nós não somos contra a valorização dos imóveis. Ao contrário, nossa intenção é garantir esse processo, num contexto racional e, principalmente, democrático, com a participação da sociedade na definição das políticas tributárias", argumentou. O texto apresentado pelo vereador grava a preocupação de formular diretrizes para que o executivo institua incentivos fiscais e tributários visando à atração de novos investimentos e o fortalecimento dos já existentes.
Colegiado
Alex sugere no projeto que o colegiado seja formado por representantes de cada uma das seguintes instituições e entidades: Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea-MS), Prefeitura, Conselho Regional dos Corretores (Creci), Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), Clube de Dirigentes Lojistas (CDL), Câmara de Valores, Federação da Indústria (Fiems), União Municipal das Associações de Moradores (Umam), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (Sintracon) e Centro de Defesa dos Direitos Humanos (CDDH). A função na Câmara Técnica não terá qualquer tipo de remuneração pelos cofres públicos.
Segundo Alex, a proposta assegura a Campo Grande um mecanismo eficiente para democratizar e dar total transparência ao sistema de tributação.
"No final do ano passado, a população se levantou, indignada, contestando os absurdos inclusos nos carnês do IPTU. Houve reajustes superiores a 200%, 300%. Tem gente sentindo-se obrigada a mudar para bairros distantes e ficar longe de equipamentos sociais básicos porque não vai conseguir pagar o imposto. E tudo isso acontece porque falta democracia na gestão, falta critério que garanta a justiça fiscal e tributária. O povo não se recusa a pagar imposto, só não quer sujeitar-se a cobranças abusivas", afirma o vereador.
Social e econômico
Alex defende também o giro social e econômico assegurado no contexto do crescimento urbano. "O mercado imobiliário, ao qual está acoplada a construção civil, é um dos elos da cadeia econômica que mais crescem em Campo Grande. Gera milhares de empregos diretos e indiretos com a expansão urbana, multiplica equipamentos sociais e serviços básicos e alimenta substancialmente as receitas públicas", enfatiza.
"Com a movimentação constantes de vendas, aquisições, incorporações e construções, ou na locação de imóveis, este elo merece receber do poder público um tratamento à altura, no nível do que já recebem outros setores. Precisa ter presença efetiva no cenário das decisões que influem no dia-a-dia do Município", acrescentou.
"Só percebemos que há avanços concretos do processo democrático, econômico e social quando a gestão pública é compartilhada com a sociedade. A Câmara Imobiliária é imprescindível para uma cidade com o perfil de Campo Grande, que está perto de chegar ao seu primeiro milhão de moradores", reforça Alex.
"Assim, a expedição de habite-se e de alvarás, as atualizações do zoneamento urbano, as alterações na lei do uso do solo, as desafetações, o imposto progressivo, a alíquota do IPTU e do ISS, tudo isso faz parte de uma coleção temática que terá sua adequada abordagem na Câmara Setorial Imobiliária, a qual certamente imprimirá uma nova e adequada dinâmica política e institucional para essas questões", conclui.
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Pequenos construtores protestam em Campo Grande contra o corte no crédito imobiliário
Cerca de 100 pessoas, entre empreiteiros e mutuários, estenderam faixas e cartazes reclamando do prejuízo que pode ser causado pela normatização do banco estatal. O construtor e corretor Adão Mendonça (49), questiona sobre quem irá arcar com os prejuízos de quem terá as obras paralisadas por causa da nova situação.
Segundo a nota oficial da Caixa, a nova regra consiste basicamente em exigir que o local para o financiamento no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida, de aquisição de imóveis prontos, cuja produção não foi financiada pela Caixa, tenha pavimentação.
Betinho Escalante
A nota ainda explica que o objetivo da alteração, além de dar tratamento igualitário a todas unidades financiadas no âmbito do PMCMV , tem também a função de preservar a qualidade e as condições de habitabilidade dos imóveis, resguardando os interesses das famílias que adquirem essas moradias.
A manifestação teve início na Praça do Rádio e se estendeu até a agência da Caixa na rua 13 de Maio.
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
CRECI/MS mobiliza corretores de imóveis para o maior evento do setor imobiliário, em Brasília
A coordenadora do evento em MS, a Conselheira do CRECI/MS, Lara Saboungi Sleiman, lembra que é oportunidade de se atualizar sobre os últimos acontecimentos do mercado em âmbito nacional e internacional. Dentre os assuntos em pauta estão o uso de ferramentas como redes sociais, mercado internacional e tributação.
“É importante estar a par de todos esses assuntos. O Brasil entrou em um processo de crescimento sustentado e o mercado tende a crescer ainda mais. Os corretores de imóveis precisam estar preparados para atender seus clientes de forma cada vez mais personalizada, afinal a relação que temos com nosso cliente é de confiança, nós trabalhamos com o sonho das pessoas”, diz.
A proposta central do III ENBRACI é de promover o debate a respeito do mercado imobiliário nacional no cenário global. É oportunidade de falar diretamente com quem é formador de opinião, induz investimentos e principalmente reverbera as tendências de mercado e de consumo. Segundo a organização, estão programadas palestras e painéis de debate, multidisciplinar e multiplicador de informações, rodada de negócios e salão de exposições.
Nesta terceira edição, o ENBRACI traz uma inovação: a Rodada de Negócios especialmente programada para unir interessados em negócios imobiliários.
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sábado, 12 de fevereiro de 2011
Financiamento da casa própria ultrapassou R$ 1 bi em 2010 em Mato Grosso do Sul, diz Caixa
No total, a Caixa investiu R$ 1,004 bilhão em habitação no ano de 2010. As linhas de crédito com recursos do FGTS alcançaram mais de R$ 643,2 milhões, com 10.377 contratações em 2010. Para as operações do SBPE (recursos da poupança), o volume foi de R$ 361,5 milhões, beneficiando 4.162 famílias.
Atualmente, a Caixa analisa projetos de construção de mais 13.494 unidades habitacionais no Estado, das quais 2.100 são voltadas à famílias que recebem até três salários mínimos, 11.274 unidades para famílias com renda de 3 a 10 salários mínimos e 120 para famílias com renda superior a 10 salários mínimos, ultrapassando R$ 1,05 bilhão.
No Brasil, a Caixa alcançou o maior investimento habitacional da história, com R$ 77,8 bilhões, que serão aplicados em 1.231.250 financiamentos. O banco detém 70% do crédito imobiliário do mercado.
Das unidades financiadas em 2010, desconsiderados os consórcios, repasses e o programa Pró-Moradia, 59% foram destinadas a pessoas na faixa de renda de até seis salários mínimos, onde se encontra o maior déficit habitacional.
Para atender os seus 52,8 milhões de clientes, bem como os cidadãos em geral, nos pagamentos de benefícios, a Caixa disponibiliza 40 mil pontos de atendimento. São 6,9 mil unidades próprias, entre agências, postos e salas de autoatendimento e 33 mil correspondentes, sendo 10,7 mil lotéricos.
Em todos os canais de atendimento, inclusive o internet banking, foram realizadas mais de 4 bilhões de transações bancárias no ano, com crescimento de 9% em relação a 2009.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Creci-MS quer R$ 1,3 bi em imóveis financiados em 2011
O Creci-MS (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Mato Grosso do Sul) e a Caixa Econômica Federal estabeleceram meta de R$ 1,3 bilhões em financiamento de imóveis no Mato Grosso do Sul. O valor é 30% maior do que a quantia financiada no ano passado, de R$ 1,3 bilhão.
Neste ano, o Governo Federal decidiu ampliar o teto de financiamento para os imóveis destinados à baixa renda. Nos municípios com mais de 250 mil habitantes ou inseridos em regiões metropolitanas, o novo teto é de R$ 130 mil para renda familiar de até R$ 3,9 mil.
Em MS, apenas no mês de janeiro as construtoras já entregaram à Caixa projetos de 14 mil imóveis que somam R$ 1 bilhão e estão sob análise, mas nem todos se referem a empreendimentos que serão concluídos em 2011.
Em 2010 foram financiados no Estado 12 mil imóveis, cuja construção gerou 60 mil empregos diretos e indiretos.
O superintendente estadual da Caixa, Paulo Antunes de Siqueira, lembrou durante o evento realizado na noite de ontem, onde foi definida a meta de R$ 1,3 bilhão em financiamentos, que o cenário econômico nacional favorece o alcance dessa quantia.
Ele ressaltou na ocasião que a previsão é de que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresça 7,5%, percentual que representa o melhor desempenho dos últimos 25 anos. Além disso, o aumento no nível de emprego e renda da população tendem a manter o mercado imobiliário aquecido.
Paulo Antunes destaca ainda os investimentos do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) e Programa Minha Casa Minha Vida II. De R$ 1 bilhão financiado ano passado, R$ 738,5 milhões foram em unidades do Minha Casa Minha Vida.
Alerta - Apesar dos números expressivos de financiamento, o superintendente da Caixa alertou os construtores de que 90% das famílias que compõem o quadro de déficit habitacional em MS têm renda de até 3 salários mínimos. Contudo, a maior parte dos empreendimentos tem sido voltada para público com renda superior.
Aluguel - O Cartão-Aluguel da Caixa também foi discutido no evento do Creci. Conforme o presidente da entidade, Eduardo Francisco Castro, os negócios feitos por intermédio desse cartão deverão representar 50% do total.
Com o novo recurso, os inquilinos não precisam mais de fiador para locar imóveis e pagam R$ 96,00 para usar o cartão, que assegura à imobiliária o pagamento de doze aluguéis. (Com informações da assessoria)
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Mato Grosso do Sul - Evento do CRECI/MS traz desafio da Caixa Econômica para 2011: financiar R$ 1,3 bilhão
No ano passado a meta lançada durante o Ciclo de Palestras do CRECI/MS, de atingir R$ 1 bilhão em financiamentos, foi atingida. Doze mil imóveis foram financiados, empreendimentos que geram apenas na construção 60 mil empregos diretos e indiretos. Neste ano de 2011, somente ao longo do mês de janeiro,a Caixa já recebeu das construtoras projetos de 14 mil imóveis que somam R$ 1 bilhão e estão sob análise. Estes projetos são encaminhados para a instituição, para que, depois de prontas, as unidades possam ser financiadas aos compradores.
Paulo Antunes apresentou o cenário econômico do País que favorece atingir números tão expressivos. Em 2011 a previsão é que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresça 7,5%, o melhor desempenho dos últimos 25 anos. A estabilidade econômica e política fazem do País vedete no mercado internacional e o aumento do nível de emprego e renda da população tende a manter aquecidos os negócios no setor imobiliário. A isso se somam os investimentos do Plano de Aceleração do Crescimento e Programa Minha Casa Minha Vida II, com previsão de mais dois milhões de novas unidades habitacionais.
De pouco mais de R$ 1 bilhão financiados em 2010, R$ 738,5 milhões foram em unidades do Minha Casa Minha Vida. Porém, Paulo Antunes lembrou os construtores que é preciso fazer uma reflexão para não perder o foco. Hoje o déficit habitacional em Mato Grosso do Sul é estimado em 45 mil unidades, das quais quase 90% entre famílias com renda de até 3 salários mínimos. Porém, a maior parte dos empreendimentos lançados é para o público com renda superior. No ano passado, 76,9% das contratações eram para pessoas com renda superior a 3 salários mínimos e neste ano, 85,53% dos projetos em andamento são para este público. O superintendente adiantou que o governo deve aumentar o limite de valor do imóvel para famílias com renda de até três salários mínimos, mas o setor produtivo precisa repensar o público-alvo.
Outro assunto bastante discutido foi o Cartão Aluguel, que efetivamente deve começar a ser utilizado em meados de março. Sem a necessidade de fiador, fator limitador para a maioria dos pretensos locatários, a expectativa é que o mercado se aqueça, segundo o presidente do CRECI/MS, Eduardo Francisco Castro: “Os negócios com o Cartão Aluguel deverão representar 50% do total”, acredita. O contratante do cartão pagará anuidade de R$ 96,00, taxa de 6,67% pelo financiamento do aluguel e as imobiliárias, que precisam ser correspondentes da Caixa, terão de recolher taxa de 1,5% sobre o valor da transação.
O cartão assegura o pagamento de 12 alugueis mas, se houver atraso do pagamento da fatura, no segundo mês de inadimplência a Caixa suspende o pagamento à imobiliária que terá que dar entrada na ação de despejo. Se decorrido o processo, o inquilino não acertar os valores, o cartão garante o pagamento até o término dos 12 meses. Outro produto que passará a ser trabalhado pela Caixa é a linha hipotecária, uma forma da pessoa que tem mais de um imóvel residencial ou um imóvel comercial levantar capital de giro de forma rápida e com taxa de 18% ao ano mais TR.
Ao fim da palestra, os presentes puderam sanar dúvidas com o superintendente. Eduardo Castro destacou a importância das entidades se reunirem para promover o evento. “É isso que faz o nosso setor ser forte e crescer”, resumiu.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Setor imobiliário é tema de evento hoje em Campo Grande
“O mercado reagiu muito bem à ascensão econômica das classes C e D, que refletiu no aumento de empreendimentos voltados a estas famílias. A expectativa é que os negócios continuem aquecidos, especialmente com o avanço das obras de mobilidade urbana na Capital e o aquecimento econômico nas cidades do interior”, observa o presidente do CRECI/MS, Eduardo Francisco Castro.
No ano passado o segmento admitiu 19.142 trabalhadores e demitiu 15.305, o que significa geração de 3.837 novos empregos com carteira assinada, o segundo maior saldo dentre todos os subsetores econômicos do Estado.
Outro dado que reforça o bom desempenho do setor imobiliário é que a arrecadação do ITBI (Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis) em Campo Grande aumentou 33,9% comparado a 2009, segundo dados da Prefeitura. Em 2010 foram recolhidos R$ 26.480.431,75 contra R$ 19.851.021,79 no ano anterior.
Diante do “boom” do setor imobiliário o Conselho programou para hoje, evento em parceria com a Caixa Econômica Federal, Sinduscon, CREA, Secovi e Sindimóveis/MS para discutir os números alcançados no setor imobiliário em 2010 e os desafios para este ano. A palestra “Mercado Imobiliário de Mato Grosso do Sul” ocorre no auditório principal do CREA, localizado na rua Sebastião Taveira, 272, no bairro Monte Castelo. A entrada é 1 kg de alimento não-perecível.
É oportunidade do superintendente estadual da Caixa Econômica Federal, Paulo Antunes de Siqueira, apresentar o balanço dos financiamentos de imóveis ao longo do ano passado e também falar sobre novos produtos que começam a ser disponibilizados pela instituição, como o cartão aluguel, que vai garantir o pagamento de aluguel dispensando fiador ou garantia adicional.
Paulo Antunes é otimista para este ano de 2011: “Podemos esperar a continuidade dos níveis de investimentos nesse mercado, pois já temos assegurado o Programa Minha Casa Minha Vida II, bem como o Plano de Aceleração do Crescimento II, que trazem recursos suficientes para essa continuidade. Acrescente-se a isso o fato do alto grau de profissionalismo desse segmento em nosso estado, que proporciona ótimas perspectivas”.
http://www.correiodoestado.com.br
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Segundo maior gerador de empregos no MS, setor imobiliário é tema de evento realizado pelo CRECI
“O mercado reagiu muito bem à ascensão econômica das classes C e D, que refletiu no aumento de empreendimentos voltados a estas famílias. A expectativa é que os negócios continuem aquecidos, especialmente com o avanço das obras de mobilidade urbana na Capital e o aquecimento econômico nas cidades do interior”, observa o presidente do CRECI/MS, Eduardo Francisco Castro.
No ano passado o segmento admitiu 19.142 trabalhadores e demitiu 15.305, o que significa geração de 3.837 novos empregos com carteira assinada, o segundo maior saldo dentre todos os subsetores econômicos do Estado.
Outro dado que reforça o bom desempenho do setor imobiliário é que a arrecadação do ITBI (Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis) em Campo Grande aumentou 33,9% comparado a 2009, segundo dados da Prefeitura. Em 2010 foram recolhidos R$ 26.480.431,75 contra R$ 19.851.021,79 no ano anterior.
Diante do “boom” do setor imobiliário o Conselho programou para o dia 8 de fevereiro, terça-feira, um grande evento em parceria com a Caixa Econômica Federal, Sinduscon, CREA, Secovi e Sindimóveis/MS para discutir os números alcançados no setor imobiliário em 2010 e os desafios para este ano. A palestra “Mercado Imobiliário de MS” ocorre no auditório principal do CREA, localizado na rua Sebastião Taveira, 272, Monte Castelo.
É oportunidade do superintendente estadual da Caixa Econômica Federal, Paulo Antunes de Siqueira, apresentar o balanço dos financiamentos de imóveis ao longo do ano passado e também falar sobre novos produtos que começam a ser disponibilizados pela instituição, como o cartão aluguel, que vai garantir o pagamento de aluguel dispensando fiador ou garantia adicional.
Paulo Antunes é otimista para este ano de 2011: “Podemos esperar a continuidade dos níveis de investimentos nesse mercado, pois já temos assegurado o Programa Minha Casa Minha Vida II, bem como o Plano de Aceleração do Crescimento II, que trazem recursos suficientes para essa continuidade. ”.
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
Setor imobiliário é tema de evento realizado pelo CRECI/MS
No ano passado o segmento admitiu 19.142 trabalhadores e demitiu 15.305, o que significa geração de 3.837 novos empregos com carteira assinada, o segundo maior saldo dentre todos os subsetores econômicos do Estado.
Outro dado que reforça o bom desempenho do setor imobiliário é que a arrecadação do ITBI (Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis) em Campo Grande aumentou 33,9% comparado a 2009, segundo dados da Prefeitura. Em 2010 foram recolhidos R$ 26.480.431,75 contra R$ 19.851.021,79 no ano anterior.
Diante do “boom” do setor imobiliário o Conselho programou para o dia 8 de fevereiro, terça-feira, um grande evento em parceria com a Caixa Econômica Federal, Sinduscon, CREA, Secovi e Sindimóveis/MS para discutir os números alcançados no setor imobiliário em 2010 e os desafios para este ano. A palestra “Mercado Imobiliário de Mato Grosso do Sul” ocorre no auditório principal do CREA, localizado na rua Sebastião Taveira, 272, no bairro Monte Castelo.
É oportunidade do superintendente estadual da Caixa Econômica Federal, Paulo Antunes de Siqueira, apresentar o balanço dos financiamentos de imóveis ao longo do ano passado e também falar sobre novos produtos que começam a ser disponibilizados pela instituição, como o cartão aluguel, que vai garantir o pagamento de aluguel dispensando fiador ou garantia adicional.
Paulo Antunes é otimista para este ano de 2011: “Podemos esperar a continuidade dos níveis de investimentos nesse mercado, pois já temos assegurado o Programa Minha Casa Minha Vida II, bem como o Plano de Aceleração do Crescimento II, que trazem recursos suficientes para essa continuidade. Acrescente-se a isso o fato do alto grau de profissionalismo desse segmento em nosso estado, que proporciona ótimas perspectivas”.
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Imóveis têm valorização média de 250% nos últimos 3 anos em Campo Grande
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Procura por locação de imóveis cresce 30% em Campo Grande
A procura por imóveis para locação cresceu 30% no mês de dezembro, considerado safra no mercado imobiliário de Campo Grande. São estudantes em busca de apartamentos próximos às universidades, famílias que vêm do interior para trazer os filhos para estudar e ainda diretores de grandes indústrias e empresas que estão se instalando na Capital.
De acordo com o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi), Marcos Augusto Netto a “safra” no mercado imobiliário vai de dezembro até fevereiro. “Neste período existe muita gente fazendo mudança. São estudantes que passaram no vestibular, famílias ou mesmo empresários que vêm de grandes centros para trabalhar na Capital”, enfatiza.
Ele destaca que a expansão na venda de imóveis na Capital, com a ampliação na oferta de casas e apartamentos por parte das construtoras, não afetou o mercado de locação. “O perfil do inquilino é diferente do comprador”, esclarece o presidente do Secovi.
Uma peculiaridade deste mercado está justamente no perfil dos inquilinos. Após anos de observação, foi constatado por exemplo, que os fazendeiros estão entre os que mais alugam imóveis na Capital. “Normalmente eles investem nas casas, vendem para fazer capital de giro e transformar em gado e muitos optam por morar de aluguel”, destaca Netto.
ALTO PADRÃO
Segundo ele, a maior demanda dos inquilinos é por imóveis com valor de aluguel que varia de R$ 450 a R$ 600. No entanto ele diz que no último ano o mercado está verificando acréscimo expressivo na busca por imóveis de alto padrão. “Muitos diretores de empresas e indústrias estão vindo para a Capital, com isso houve aumento na locação de imóveis com aluguéis que variam de R$ 2 a R$ 3 mil”, explica.
Os inquilinos de alto padrão buscam apartamentos e residências localizados principalmente nos bairros Cachoeira, Autonomista, Carandá Bosque, Bela Vista, considerados mais nobres na cidade. “Estes inquilinos quando começam a vir trabalhar na Capital ficam em hotéis e logo alugam imóveis mais amplos e situados em áreas de padrão superior”, frisa.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Corretores de imóveis Mato Grosso do Sul têm até dia 17 para pagar anuidade com desconto
Corretores de imóveis inscritos em Mato Grosso do Sul têm até o dia 17 de janeiro, segunda-feira, para quitar anuidade no CRECI/MS (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Mato Grosso do Sul) aproveitando o desconto de 10%.
Quem quitar até 15 de fevereiro terá desconto de 6% e até 15 de março 4%. Também há possibilidade de parcelamento em até cinco meses, inclusive pelo cartão de crédito do Sistema Cofeci/CRECI, do banco Fibra, que não tem taxa de anuidade.
O presidente do Conselho, Eduardo Francisco Castro, lembra que neste ano a anuidade é de R$ 410,00, sofreu reajuste de apenas 5%, o que corresponde à metade do valor da inflação conforme o IGPM (índice que corrige o valor do aluguel).
“Já com o reajuste estamos atrás de outros 13 CRECIS, que cobram valor superior. Nossa anuidade está abaixo da média nacional”, ressalta Eduardo. Para as imobiliárias, o valor vai de duas anuidades a quatro, conforme o faturamento.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Profissionais do mercado imobiliário se reúnem dia 25
O CRECI/MS, em parceria com a Caixa Econômica Federal, prepara para o dia 25 de janeiro um evento que vai reunir entidades ligadas aos setores da construção civil e imobiliário para discutir os rumos do setor em Mato Grosso do Sul no ano de 2011.
“Queremos que o corretor de imóveis esteja a par dos novos produtos e condições com os quais poderá trabalhar no próximo ano. Em 2010 tivemos resultados muito positivos, a geração de empregos e aumento da renda dos trabalhadores foram essenciais para o aumento do volume de negócios”, avalia o presidente do CRECI/MS, Eduardo Francisco Castro.
Na ocasião serão apresentados os resultados alcançados em 2010 e perspectivas para 2011, com divulgação de novidades para o setor, relacionadas a novos produtos e serviços oferecidos pela Caixa Econômica Federal.
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