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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Cia Lançamentos Imobiliários vira franquia RE/MAX

A Cia Lançamentos Imobiliários, com 13 anos de atuação no mercado nacional e que está entre as cinco maiores empresas do segmento, virou franquia imobiliária RE/MAX, a maior rede de franquias imobiliárias do mundo em transações comerciais. O sócio-proprietário, Renato Teixeira, e também presidente da master franquia RE/MAX Brasil, declara que o potencial do trabalho em rede e a perspectiva de expandir para o mercado internacional motivaram a conversão da imobiliária em franquia.

A RE/MAX está em 83 países e conta com um batalhão de 100 mil corretores em todo o mundo. “A Cia não pôde competir com a RE/MAX Brasil, então, nos rendemos a ela”, explicou Teixeira. A Cia, como é mais conhecida, está presente em 23 estados brasileiros, com oito escritórios regionais, 11 escritórios de vendas e 4 empresas regionais credenciadas. “A conversão vai permitir a expansão dos negócios para o mercado exterior”, afirmou Teixeira.

Teixeira comentou que o sistema de franquias imobiliárias é uma tendência, exemplificando que 80% das empresas mundiais do mercado imobiliário trabalham em rede. No Brasil, em apenas um ano de atuação da RE/MAX, desde outubro de 2009, já existem 128 franquias. A regional Bahia e Sergipe conta com mais de vinte franqueados.

A principal vantagem de ser uma franquia RE/MAX, disse Teixeira, é o dinamismo na comercialização dos imóveis. E com a conversão da Cia em franquia, ele estima um aumento de 60% no seu faturamento. “Por fazermos parte de uma rede internacional, dispomos de um número maior de imóveis – mais de 7 mil unidades - e de corretores em todo o mundo para atender aos desejos dos clientes em qualquer país, estado ou cidade”, explicou.

O master franqueador RE/MAX Brasil e novo franqueado ressalta que as franquias, além de contar com um know-how de mais de 35 anos de mercado e um sistema tecnológico de abrangência mundial, têm uma forte estratégia de marketing. Teixeira ressaltou que o trabalho em rede aumenta o poder de negociação e suaviza os custos com mídia, que são divididos entre os franqueados da rede, permitindo maior visibilidade para todos.

A RE/MAX nasceu nos Estados Unidos em 1973, criada por Dave Liniger, e significa Real Estate Maximus, “ou seja, máximo resultado, comissão, cooperação, formação, serviço ao cliente e rentabilidade”, complementou Teixeira. A rede atua com foco na padronização da marca, treinamento, qualidade de atendimento e gestão. A RE/MAX é conhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar nos Estados Unidos e uma das mais agressivas em vendas. De acordo com o ranking de 2009 da Revista Entrepreneur, a empresa está entre as Top 10 franquias de baixo custo.

http://www.tribunadabahia.com.br

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Mercados de ações fecharam em alta nesta quarta-feira

Após a ascensão de Wall Street. Na Austrália teve a primeira alta depois de sucessivas baixas, apesar dos ganhos ainda serem limitado pelas preocupações com o impacto das grandes enchentes no estado de Queensland e cautela antes do leilão de títulos português. Todos ainda aguardam para ver o montante dos danos, porém ainda é muito cedo para fazer qualquer estimativa de como o governo irá atuar. Mineradoras subiram, ajudadas principalmente pela forte alta nos preços do cobre, enquanto bancos e transportadoras ainda apresentam quedas. Em Seul, empresas de tecnologia subiram alimentadas pelas expectativas que os preços de chips de memória DRAM cairá em breve. Construtoras tanbém subiram na expectativa de recuperação do mercado imobiliário neste ano. No resto da região, as ações da Malásia, o Straits Times, de Singapura, NZX-50 da Nova Zelândia, mercado de ações da Indonésia, as ações da Tailândia e Sensex da Índia subiram. Nos mercados cambiais, o euro apresentava pouco volume de negociação, com os investidores aguardando os leilões da dívida da zona do euro esta semana. Portugal tem leilão agendado para hoje, a Espanha estará leiloando 2.016 títulos na quinta-feira e Itália leiloará 2026 títulos do governo no mesmo dia. Europa abriu em alta.

CHINA: Mineradoras de carvão e produtores de petróleo sustentaram os ganhos na China devido à alta nos preços do petróleo no exterior, com queda da oferta e um dólar dos EUA enfraquecido. Em Hong Kong a alta foi sustentada por ganhos em ações de telecomunicações e de propriedade devido ao boom de consumo local. Ações de companhias aéreas chinesas também apresentaram ganhos sólidos após emitirem uma forte previsão de lucro para 2010. O índice Hang Seng e o Hang Seng China Enterprises subiram. No continente o Xangai China Composite também subiu. Em taiwan, a alta foi sustentada pelos ganhos no setor do turismo, financeiro e empresas de construção civil.

JAPÃO: Embora o aumento em Wall Street estivesse ajudando as ações em Tóquio, os ganhos foram limitados pela cautela antes do leilão de títulos de Portugal agendadas para hoje. As tensões relativas às condições Europeia continuará ao longo da semana. Bancos, seguradoras, montadoras foram destaques positivos. As ações de exportadoras japonesas de tecnologia foram beneficiados pelo ienes um pouco mais fraco. Montadoras também fecharam em alta. Nikkei e Topix tiveram alta ignorando os dados da conta corrente do Japão, com a queda do superávit mais do que o esperado em novembro, de ¥ 1.436.000.000.000 em outubro para ¥ 926.200.000.000 ($ 11,1 bilhões), uma queda de 15,7% em relação a novembro de 2009, devido principalmente à elevação dos preços das commodities. Economistas esperavam que o superávit em ¥ 977.700.000.000, de acordo com uma pesquisa realizada pela Dow Jones Newswires. As exportações de novembro subiram 9,3% face ao mesmo período homólogo do ano anterior e as importações tiveram aumento de 15,7%.

EUROPA: Mercados na Europa operam em alta. O Stoxx Europe 600 sobe 0,8% para 284,27 seguindo ganhos dos mercados asiáticos. Os ganhos vem dos investidores que aguardam os resultados da venda de títulos de Portugal. A agência planeja vender entre 750 milhões de euros (970 milhões dólares) e € 1,25 bilhões de títulos com vencimento em outubro de 2014 e junho 2020. Segundo analistas, o leilão de hoje está tão bem sinalizado, que seria uma grande surpresa se não for devorado com facilidade. O leilão de espanhol de amanhã mantém a mesma expectativa de que seja facilmente financiado. O euro sobe frente ao dólar antes dos resultados do leilão. PSI 20 de Portugal e o IBEX espanhol sobem forte. O CAC 40 francês sobe alavancado pelo grupo aeroespacial EADS, após a Airbus anunciar pedido recorde de 180 aeronaves da transportadora indiana Indigo. Entre os outros principais mercados europeus, o índice FTSE 100 e o alemão DAX 30 também sobem, alimentadas pelas financeiras, depois que analistas do JP Morgan disseram que preferem bancos de investimentos europeus do que seus rivais dos EUA, devido uma aplicação mais rígida do que o esperado da Regra Volcker sobre a restrição de negociação especulativa. A economia da Alemanha cresceu 3,6% em 2010 (maior aumento desde a reunificação do país). A recuperação veio depois que a Alemanha foi atingido em 2009 pela pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial, com queda de 4,7% do PIB.

http://haramoto.blogspot.com

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Financiamento é a opção para adquirir imóvel mais barato

Quanto menor o valor da casa ou apartamento a ser comprado, a prestação do financiamento e do aluguel se equivalem. Acima de R$ 200 mil, a diferença acaba crescendo

Um cenário promissor está formado em 2011 para quem quer realizar o sonho da casa própria. O crédito imobiliário para este ano será o maior da história, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança. A previsão é que os bancos vão ofertar R$ 105,5 bilhões, o suficiente para a compra de 1,2 milhão de imóveis.

O caminho mais fácil e rápido é o financiamento imobiliário, sendo a solução encontrada pela maioria das famílias. Para isso, é importante ter, pelo menos, 10% da entrada do imóvel.

Mas, até que ponto vale a pena trocar o aluguel pelas prestações? Cada caso é um caso, é verdade, mas quanto menor o preço do imóvel, mais vantajoso é o financiamento, de acordo com especialistas.

Financiar valores altos deixa o valor da prestação muito pesado. Neste caso, é melhor continuar pagando aluguel e economizar uma quantia mensal até conseguir uma entrada razoável para fazer um financiamento com prazo menor.

É preciso lembrar que o financiamento envolve um risco: em um determinado momento ao longo dos anos, por exemplo, o comprador pode não conseguir pagar as parcelas e, então, a dívida começa a crescer. O pior cenário é a retomada do imóvel pelo banco.

Podem ser classificados como “mais baratos” os imóveis de até R$ 150 mil. Os mais caros são aqueles a partir de R$ 200 mil. “Para os mais econômicos, o aluguel e o financiamento custam entre 0,6% e 0,8% do valor do imóvel, considerando uma entrada de 10%. Se o custo mensal é igual, vale a pena investir na compra de um imóvel próprio”, avalia Flávio Prando, vice-presidente de Habitação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo).

Considerando os imóveis mais caros, o financiamento fica entre 1,1% e 1,2% do valor do imóvel, enquanto o custo do aluguel se mantém entre 0,6% e 0,8%. Como exemplo, para um imóvel de R$ 200 mil, a parcela do financiamento sai entre R$ 2,2 mil e R$ 2,4 mil. O aluguel, por sua vez, fica entre R$ 1,2 mil e R$ 1,6 mil.

http://www.redebomdia.com.br

sábado, 8 de janeiro de 2011

Em 2013, Brasil já será a 7ª economia do mundo.

O Brasil vai superar europeus e será a sétima economia do mundo em 2013. Isto é o que anunciou hoje a consultoria PricewaterhouseCoopers (PWC), que afirma ainda que a própria crise acelerou o ritmo de crescimento dos emergentes perante os países emergidos.

De acordo com o critério de Paridade de Poder de Compra (PPC) entre países, o Brasil se tornará a 7ª maior economia mundial em 2013. Atualmente, o País ocupa a 9ª posição. O salto deve ocorrer neste ano quando o País deixará para trás a França, uma das economias mais ricas do mundo. A Inglaterra perderá posição em 2013. O Brasil ficará em pé de igualdade com a Rússia em busca da 5ª colocação, que deve chegar em 2025.
Por outro lado, a China assume a liderança global em 2018 e a Índia deve ultrapassar o Japão já em 2011, e pode alcançar os Estados Unidos por volta de 2050. “O centro de gravidade da economia mundial está mudando. Com populações muito maiores, Índia e China alcançaram a liderança mundial, em um retorno ao padrão história anterior à Revolução Industrial, quando o poder econômico global saiu da Ásia para a Europa Ocidental e os Estados Unidos”, diz o economista John Hawksworth, chefe da PricewaterhouseCoopers (PWC).

http://jornaloexpresso.wordpress.com

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Aumento do preço do aluguel força classe C a correr atrás do sonho da casa própria

O aumento nos preços dos aluguéis e a expansão do crédito imobiliário ajudaram o brasileiro em 2010 a concretizar o sonho da casa própria. Os financiamentos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e a poupança pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) bateram recordes sucessivos, com mais de 1,4 milhão de unidades financiadas, sendo 950 mil pelo programa Minha Casa, Minha Vida e 450 mil pela poupança, segundo João Crestana, presidente do Secovi-SP (sindicato da habitação de São Paulo).

- Isso é um aumento recorde, tendo em vista que nos anos 80 o financiamento atingia 650 mil unidades e nos anos 90 caiu para pouco mais de 20 mil, com o fim do BNH [Banco Nacional de Habitação]. Estamos agora próximos aos padrões internacionais, mas ainda longe dos países mais ricos, como os Estados Unidos.

O fim do BNH, que funcionava como um banco de fomento à habitação, em 1986, trouxe um atraso ao setor, que contribuiu para o déficit (saldo negativo de casas) de 7 milhões no país. Esse número, que representa o volume de pessoas que não possuem casa própria, passou a diminuir com a criação de programas assistencialistas, como o Minha Casa, Minha Vida e também a Lei do Inquilinato – que trouxe mais segurança ao proprietário do imóvel.

Com isso, em vez de pagar R$ 800 de aluguel para morar no centro de São Paulo, segundo levantamento do Creci-Sp (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da capital), a população da baixa renda começou a migrar para os financiamentos imobiliários ou trocar o aluguel dos imóveis nas regiões centrais das capitais para a periferia, como explica José Augusto Viana Neto, presidente da instituição.

Inflação

- A influência do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado, usado no reajuste dos contratos de imóveis) é pequena, apesar dele ter aumentado muito. O grande problema é quando vence os 30 meses [prazo para locação do imóvel]. Esses imóveis estavam alugados por 0,5% do valor e agora o proprietário pede 1% do imóvel. Está muito caro morar de aluguel e a classe C prefere se endividar na compra da casa ou ir morar na periferia onde ela paga metade do preço.

Viana afirma ainda que os aluguéis devem continuar a subir não só em 2011, mas também nos próximos dez anos. O motivo? O resultado da Lei do Inquilinato, criada em janeiro de 2010, irá trazer aos poucos mais confiança no mercado de investidores para voltarem a comprar imóveis e, com isso, expandir o setor de locação.

Enquanto isso, a população da baixa renda tem preferido contratar um financiamento a perder de vista do que ficar refém dos aluguéis que só neste ano aumentaram mais que 10%, o dobro da inflação medida no ano, de 5,6%.

http://www.expressomt.com.br

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Inflação medida pelo IPC-S fecha o ano em 6,24%

São Paulo (Agência Brasil) - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 0,72% no encerramento de dezembro, o que mostra um pequeno decréscimo de 0,15 ponto percentual sobre a variação anterior. Com esse resultado, no entanto, a taxa fecha o ano em 6,24%, bem acima do IPC-S registrado em 2009 (3,95%).
A redução no ritmo de alta, no final do ano, reflete uma acomodação de preços nos itens alimentícios. O grupo alimentação havia iniciado dezembro em alta de 2,72%, passou para 2,45%, depois para 1,82% e encerrou o mês em 1,43%. Ao longo do ano, no entanto, a taxa alcançou 9,85%, superando o IPC-S médio.
Entre a terceira prévia e o fechamento de dezembro, os principais produtos que ajudaram a conter a inflação foram: carnes bovinas (de 5,41% para 2,71%), arroz e feijão (de -3,42% para -4,77%), frutas (de 3,28% para 2,32%) e adoçantes (de 8,73% para 6,41%).
Além do grupo alimentação, a perda na velocidade da inflação foi reflexo do comportamento dos preços nos seguintes grupos: habitação (de 0,38% para 0,29%), influenciado pelo condomínio residencial (de 0,67% para 0,24%); educação, leitura e recreação (de 0,46% para 0,37%), com destaque para a passagem aérea (de 15,26% para 9,99%); vestuário (de 0,82% para 0,80%) e transportes (de 0,60% para 0,59%). Neste último caso, o resultado foi influenciado pela tarifa de ônibus urbano (de 0,22% para 0,11%).
Em sentido oposto, ocorreram avanços nos grupos saúde e cuidados pessoais (de 0,47% para 0,53%), puxado pelos artigos de higiene pessoal (de 0,52% para 0,71%), e despesas diversas (de 0,46% para 0,51%), com destaque para a mensalidade para TV por assinatura (de 0,46% para 0,61%).
Fonte:
Oreporter