segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ana Lima e seu ex-marido Gabriel, o Pensador são vítimas de golpe de falsa corretora e levam prejuízo de R$ 40 mil

Gabriel, o Pensador, e a ex-mulher Ana Lima registraram queixa na DP contra a falsa corretora
Falsária que deu golpe de R$ 40 mil em Gabriel, o Pensador e Ana Lima entra na Justiça contra eles
‘É preciso denunciar para que esses golpes não se repitam’, diz Ana Lima após prejuízo com falsa corretora
Saiba como se proteger durante uma negociação de venda ou locação de imóvel
Andréa Machado e Thamyres Dias
Um ano e quatro meses após se separarem, o cantor Gabriel, o Pensador e a atriz Ana Lima resolveram alugar o apartamento onde moravam com os dois filhos pequenos na praia de São Conrado. Em agosto do ano passado, por indicação de um amigo, negociaram com Tânia Soares dos Santos Dillon — que se apresentou como corretora — o aluguel do imóvel para um suposto empresário identificado como Francisco.
Segundo Ana, nesse momento começou um período de sofrimento. Três meses após o contrato ter sido assinado, a atriz desconfiou de que alguma coisa estava errada e, como não conseguia falar com a corretora, resolveu ir ao condomínio para tentar contato com Francisco. Mas teve uma surpresa: era a própria Tânia quem estava morando ali com a família.
— Como eu caí nessa? O que passou na minha cabeça? Eu agi de boa-fé. Que tamanha maldade é essa dessas pessoas? — questiona a atriz.
Tânia e seu marido, conhecido apenas como Olavo, são acusados de causar prejuízo superior a R$ 40 mil a Gabriel e Ana. Segundo a Polícia Civil, o casal pode ter praticado uma série de outros golpes a donos de apartamentos na Zona Sul do Rio de Janeiro. Eles são suspeitos de alugar imóveis na região em nome de clientes fantasmas. Os dois se apresentariam como corretores imobiliários.
Outros contratos
Gabriel e Ana registraram queixa na 15ª DP (Gávea), onde descobriram que o casal era acusado de ter praticado outros golpes. Em uma busca no imóvel, policiais encontraram diversos contratos de locação, que também podem ter origem ilícita.
— Apreendemos documentos e verificamos que havia contratos em nomes de outras pessoas. Entramos em contato e algumas disseram que haviam sido lesadas. Antes mesmo de cumprirmos busca e apreensão no apartamento, nós já havíamos identificado outros inquéritos sob o mesmo modo de agir na 15ª e na 14ª DPs. Já há uma indicação de que ela repete essas condutas — explicou a delegada Bárbara Lomba.
http://extra.globo.com

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