O anúncio de que o Rio de Janeiro seria a primeira cidade da América do Sul a receber as Olimpíadas, em 2016, ajudou a impulsionar ainda mais o já expressivo crescimento econômico da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio Janeiro. Segundo dados da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), foram comercializados 5.053 imóveis na região, contra 3.540 em 2009, quando o Comitê Olímpico Internacional sacramentou a cidade como a sede dos Jogos.
Acompanhando a tendência de valorização, a região atraiu o interesse de diversas empresas, do ramo petrolífero, siderúrgico e de saúde, fazendo com que o preço médio do metro quadrado para imóveis comerciais em alguns pontos da Avenida Abelardo Bueno saltasse de pouco mais de R$ 8,5 mil para R$ 10 mil. No caso de imóveis residenciais a alta é ainda mais acentuada: de cerca de R$ 5 mil para R$ 7 mil.
Vale destacar ainda que a população da Barra, segundo dados do IBGE, cresceu de 174.353 em 2000, para 300.823 em 2010. Ainda assim, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) local supera o da Noruega, líder do ranking mundial. Segundo o presidente da Associação Comercial e Industrial da Barra da Tijuca (Acibarra) , o ex-senador Ney Suassuna, o bom momento vivido pela região deve-se, em muito, aos investimentos feitos pela construtora Carvalho Hosken. Na década de 1970, quando a área ainda era pouco explorada, o empresário Carlos Carvalho começou a comprar os 10 milhões de metros quadrados de terreno que hoje possui. Pagou pouco mais de 10 dólares pelo metro quadrado.
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sexta-feira, 2 de março de 2012
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Bolha imobiliária: o Brasil está livre dela?
O mercado imobiliário parece estar em alerta. Embora não haja garantias de que uma bolha imobiliária possa estourar em breve, há quem já esteja preparado.
De uma maneira muito simplificada, bolha imobiliária se dá quando a oferta de imóveis é maior do que a demanda de compradores. O que culmina na desvalorização das construções. Foi o que aconteceu durante a crise econômica iniciada nos Estados Unidos, em 2007.
Há quatro anos na América havia uma grande quantidade de liquidez (dinheiro disponível para empréstimo), inclusive para empréstimos "subprime", chamado de segunda linha. O subprime é considerado de risco maior, já que é oferecido para pessoas com histórico de inadimplência. Como o perigo é maior, a taxa de juros acompanha esse risco. Esse tipo de empréstimo é bem quisto por gestores, devido à grande lucratividade.
A gota d’água da tensão mundial foi quando o banco francês BNP Paribas anunciou que estava congelando os saques de três de seus fundos de investimentos, esses recursos estavam aplicados nas operações hipotecárias nos EUA. Eis que a partir desse momento as taxas de inadimplência superaram as expectativas. Quem tinha reservas de dinheiro passou a não querer emprestar e quem precisava não sabia onde conseguir. Com a intenção de incentivar o consumo, os bancos centrais do mundo passaram a emprestar dinheiro para os bancos.
O que é comum nesses casos é que investidores passem a colocar seus papéis à venda. E aumentando a oferta com baixa demanda, a tendência é a desvalorização. Foi exatamente isso que aconteceu com o setor imobiliário. Havia muitos imóveis à venda e poucas pessoas com recursos para comprar.
Nos últimos anos a economia nacional cresceu bastante. A classe média já é maioria no Brasil. Com mais recursos é comum que todos partam em busca do sonho da casa própria. O que vem chamando atenção de especialistas é o preço exagerado do m2. Segundo uma pesquisa do EXAME/Ibope, os preços dos imóveis subiram uma média de 24,7% no último ano em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. O Dr. João da Rocha Lima Jr., Professor Titular de Real Estate, afirma que o aumento de preços não é o suficiente para caracterizar a bolha imobiliária.
Fonte: http://vilamulher.terra.com.br
De uma maneira muito simplificada, bolha imobiliária se dá quando a oferta de imóveis é maior do que a demanda de compradores. O que culmina na desvalorização das construções. Foi o que aconteceu durante a crise econômica iniciada nos Estados Unidos, em 2007.
Há quatro anos na América havia uma grande quantidade de liquidez (dinheiro disponível para empréstimo), inclusive para empréstimos "subprime", chamado de segunda linha. O subprime é considerado de risco maior, já que é oferecido para pessoas com histórico de inadimplência. Como o perigo é maior, a taxa de juros acompanha esse risco. Esse tipo de empréstimo é bem quisto por gestores, devido à grande lucratividade.
A gota d’água da tensão mundial foi quando o banco francês BNP Paribas anunciou que estava congelando os saques de três de seus fundos de investimentos, esses recursos estavam aplicados nas operações hipotecárias nos EUA. Eis que a partir desse momento as taxas de inadimplência superaram as expectativas. Quem tinha reservas de dinheiro passou a não querer emprestar e quem precisava não sabia onde conseguir. Com a intenção de incentivar o consumo, os bancos centrais do mundo passaram a emprestar dinheiro para os bancos.
O que é comum nesses casos é que investidores passem a colocar seus papéis à venda. E aumentando a oferta com baixa demanda, a tendência é a desvalorização. Foi exatamente isso que aconteceu com o setor imobiliário. Havia muitos imóveis à venda e poucas pessoas com recursos para comprar.
Nos últimos anos a economia nacional cresceu bastante. A classe média já é maioria no Brasil. Com mais recursos é comum que todos partam em busca do sonho da casa própria. O que vem chamando atenção de especialistas é o preço exagerado do m2. Segundo uma pesquisa do EXAME/Ibope, os preços dos imóveis subiram uma média de 24,7% no último ano em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. O Dr. João da Rocha Lima Jr., Professor Titular de Real Estate, afirma que o aumento de preços não é o suficiente para caracterizar a bolha imobiliária.
Fonte: http://vilamulher.terra.com.br
quinta-feira, 10 de março de 2011
Caixa implanta modelo automatizado de aprovação de crédito em imobiliárias parceiras
RIO - A ideia é que funcione bem parecido com uma concessionária de automóvel: o cliente resolve quase tudo na loja. Seguindo a estratégia de expansão do projeto de correspondentes negociais, que já conta com 296 parceiros na cidade do Rio, a Caixa Econômica está implantando o chamado "modelo automatizado de crédito imobiliário". A ideia é dar mais agilidade à avaliação de risco de crédito e à consequente aprovação, ou não, dos financiamentos habitacionais. Todas as informações do candidato a mutuário são transmitidas pela corretora para o banco via web, tornando o processo mais rápido.
O comprador só tem de ir a uma agência da Caixa num último momento do processo, para que o gerente do banco assine o contrato. Por enquanto, no Rio, 12 imobiliárias estão começando a operar como piloto desse novo formato de correspondente. No Brasil, já são 585 atuando no modelo automatizado. De acordo com a superintendente regional da Caixa no Rio, Nelma Tavares, o projeto deverá ser expandido para todas as parceiras.
— A ideia é que funcione como o crédito para a compra de automóveis, em que o cliente resolve tudo na loja. A expectativa é atingir um número maior de pessoas, dobrando o volume de financiamentos por correspondente.
O novo modelo, segundo a Caixa, contribui para a redução de custos e agilização do processo, uma vez que toda a parte operacional é repassada ao correspondente e não induz a retrabalhos nas agências da instituição. Se toda a documentação estiver correta, a aprovação do financiamento poderá ser feita em 48 horas. Mas nenhum dos critérios do banco será flexibilizado no processo: toda avaliação de risco, da capacidade de pagamento e do imóvel continuam a cargo da Caixa, o que é considerado essencial para garantir a baixa inadimplência na habitação.
http://extra.globo.com/
O comprador só tem de ir a uma agência da Caixa num último momento do processo, para que o gerente do banco assine o contrato. Por enquanto, no Rio, 12 imobiliárias estão começando a operar como piloto desse novo formato de correspondente. No Brasil, já são 585 atuando no modelo automatizado. De acordo com a superintendente regional da Caixa no Rio, Nelma Tavares, o projeto deverá ser expandido para todas as parceiras.
— A ideia é que funcione como o crédito para a compra de automóveis, em que o cliente resolve tudo na loja. A expectativa é atingir um número maior de pessoas, dobrando o volume de financiamentos por correspondente.
O novo modelo, segundo a Caixa, contribui para a redução de custos e agilização do processo, uma vez que toda a parte operacional é repassada ao correspondente e não induz a retrabalhos nas agências da instituição. Se toda a documentação estiver correta, a aprovação do financiamento poderá ser feita em 48 horas. Mas nenhum dos critérios do banco será flexibilizado no processo: toda avaliação de risco, da capacidade de pagamento e do imóvel continuam a cargo da Caixa, o que é considerado essencial para garantir a baixa inadimplência na habitação.
http://extra.globo.com/
Rossi e Olho no Click entregam apartamento no Rio de Janeiro
Primeiro imóvel leiloado pela internet foi arrematado por valor inferior a R$ 1000,00
A Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do País, em parceria com o portal Olho no Click, entrega apartamento ofertado no primeiro leilão online de imóvel no Brasil. O imóvel foi arrematado por R$ 931,61, pela carioca Laise Taranto.
“Fiquei sabendo do leilão online por intermédio de uma matéria publicada no jornal. Após ter conhecimento, me cadastrei no site www.meuapecom1centavo.com.br e comecei a oferecer os lances. Fiquei muito feliz ao saber que fui a ganhadora!”, comenta Laise. Ela complementa, ainda, que já se programa para mudar para o apartamento da Rossi, com a sua filha e o seu genro.
O primeiro leilão online do mercado imobiliário usou o sistema “penny auction”, com lances de R$ 0,01. O apartamento, avaliado em R$ 250 mil, foi o produto mais caro já ofertado em sites brasileiros. Mais de 400 mil interessados se cadastraram e participaram do leilão online, somando 93.161 lances, sendo que mais de dois mil lances foram feitos pela vencedora.
“A Rossi foi pioneira no leilão de imóveis pela internet. Com a entrega do apartamento, estamos finalizando com grande sucesso uma das maiores inovações do mercado imobiliário”, comemora o diretor de marketing da Rossi, Marcelo Dadian.
A ação teve início com um cronômetro em contagem regressiva de 15 segundos. Os participantes puderam oferecer diversos lances. A cada oferta, o valor do imóvel aumentava R$ 0,01 e o marcador era reiniciado.
De acordo com Guilherme Pizzini, diretor comercial do Olho no Click, a ação foi um marco na história do site. “Tivemos uma média de 400 mil acessos diários durante o leilão, com picos de 600 mil em alguns momentos. Recebemos quatro mil novos cadastros por dia e esperamos que outros bons frutos venham por meio da ação. Contar com o respaldo de uma empresa como a Rossi também foi muito importante para o sucesso”, afirma.
O trâmite legal da venda do apartamento está sendo articulado por um corretor da Rossi Vendas, braço imobiliário da Rossi, em cumprimento à Lei Federal 6.530/1978.
Sobre o apartamento leiloado
O imóvel leiloado está localizado no condomínio Liberty Garden, na Barra da Tijuca, um dos bairros mais valorizados do Rio de Janeiro e ao lado das futuras instalações das Olimpíadas de 2016.
O projeto oferece requintes e sofisticação, que são o sonho de qualquer um: piscinas, espaço gourmet, Pub, SPA, sala de cinema, edícula com sauna a vapor, sala de repouso, ofurô, lanchonete, quadra de areia e serviços de pay-per-use (faxineira e arrumadeira nos apartamentos, posto de lavanderia e central de reparos).
Sobre a Rossi
Completando 30 anos em 2010, com presença em mais de 80 cidades do País, mais de 200 empreendimentos em construção e mais de 36 mil unidades entregues, a Rossi é uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil. A empresa atua em diversos segmentos do mercado imobiliário e tem no seu portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda.
Com base em valores como inovação, valorização das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e acionistas. A Rossi entende que sua missão vai além da construção de residências e locais de trabalho. Seu compromisso é com projetos de vida. Visite: www.rossiresidencial.com.br ou acesse pelo celular o portal mobile da Rossi: www.rossiresidencial.com.br/mobile.
Sobre o Olho no Click
Presente no mercado desde 2008, o portal de leilões virtuais – www.olhonoclick.com.br -, é responsável pela difusão do conceito de leilão online no Brasil. Com mais de 600 mil usuários cadastrados, a empresa já entregou mais de quatro mil produtos leiloados, em todo Brasil. Os itens comercializados pelo Olho no Click vão de eletroeletrônicos a utilidades domésticas, todos novos e com garantia de entrega. Os lances variam entre R$ 0,80 e R$ 1 e os internautas ainda podem encontrar produtos com lances de R$ 0,50 a partir das ações promocionais do portal.
A Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do País, em parceria com o portal Olho no Click, entrega apartamento ofertado no primeiro leilão online de imóvel no Brasil. O imóvel foi arrematado por R$ 931,61, pela carioca Laise Taranto.
“Fiquei sabendo do leilão online por intermédio de uma matéria publicada no jornal. Após ter conhecimento, me cadastrei no site www.meuapecom1centavo.com.br e comecei a oferecer os lances. Fiquei muito feliz ao saber que fui a ganhadora!”, comenta Laise. Ela complementa, ainda, que já se programa para mudar para o apartamento da Rossi, com a sua filha e o seu genro.
O primeiro leilão online do mercado imobiliário usou o sistema “penny auction”, com lances de R$ 0,01. O apartamento, avaliado em R$ 250 mil, foi o produto mais caro já ofertado em sites brasileiros. Mais de 400 mil interessados se cadastraram e participaram do leilão online, somando 93.161 lances, sendo que mais de dois mil lances foram feitos pela vencedora.
“A Rossi foi pioneira no leilão de imóveis pela internet. Com a entrega do apartamento, estamos finalizando com grande sucesso uma das maiores inovações do mercado imobiliário”, comemora o diretor de marketing da Rossi, Marcelo Dadian.
A ação teve início com um cronômetro em contagem regressiva de 15 segundos. Os participantes puderam oferecer diversos lances. A cada oferta, o valor do imóvel aumentava R$ 0,01 e o marcador era reiniciado.
De acordo com Guilherme Pizzini, diretor comercial do Olho no Click, a ação foi um marco na história do site. “Tivemos uma média de 400 mil acessos diários durante o leilão, com picos de 600 mil em alguns momentos. Recebemos quatro mil novos cadastros por dia e esperamos que outros bons frutos venham por meio da ação. Contar com o respaldo de uma empresa como a Rossi também foi muito importante para o sucesso”, afirma.
O trâmite legal da venda do apartamento está sendo articulado por um corretor da Rossi Vendas, braço imobiliário da Rossi, em cumprimento à Lei Federal 6.530/1978.
Sobre o apartamento leiloado
O imóvel leiloado está localizado no condomínio Liberty Garden, na Barra da Tijuca, um dos bairros mais valorizados do Rio de Janeiro e ao lado das futuras instalações das Olimpíadas de 2016.
O projeto oferece requintes e sofisticação, que são o sonho de qualquer um: piscinas, espaço gourmet, Pub, SPA, sala de cinema, edícula com sauna a vapor, sala de repouso, ofurô, lanchonete, quadra de areia e serviços de pay-per-use (faxineira e arrumadeira nos apartamentos, posto de lavanderia e central de reparos).
Sobre a Rossi
Completando 30 anos em 2010, com presença em mais de 80 cidades do País, mais de 200 empreendimentos em construção e mais de 36 mil unidades entregues, a Rossi é uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil. A empresa atua em diversos segmentos do mercado imobiliário e tem no seu portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda.
Com base em valores como inovação, valorização das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e acionistas. A Rossi entende que sua missão vai além da construção de residências e locais de trabalho. Seu compromisso é com projetos de vida. Visite: www.rossiresidencial.com.br ou acesse pelo celular o portal mobile da Rossi: www.rossiresidencial.com.br/mobile.
Sobre o Olho no Click
Presente no mercado desde 2008, o portal de leilões virtuais – www.olhonoclick.com.br -, é responsável pela difusão do conceito de leilão online no Brasil. Com mais de 600 mil usuários cadastrados, a empresa já entregou mais de quatro mil produtos leiloados, em todo Brasil. Os itens comercializados pelo Olho no Click vão de eletroeletrônicos a utilidades domésticas, todos novos e com garantia de entrega. Os lances variam entre R$ 0,80 e R$ 1 e os internautas ainda podem encontrar produtos com lances de R$ 0,50 a partir das ações promocionais do portal.
sábado, 5 de março de 2011
Secovi lança estudo sobre o mercado imobiliário do Rio
Panorama revela que mais da metade dos condomínios da cidade se encontram na Zona Norte
Rio - O Secovi Rio vai lançar este mês uma publicação que traz o retrato do mercado imobiliário fluminense. O Panorama do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro 2010 contará com 116 páginas e apresenta informações e dados estatísticos sobre compra, venda, locação e administração de imóveis, bem como tendências de condomínios e população.
Com o Panorama, será possível enxergar a dimensão do segmento, entendendo como e para onde ele deverá se expandir. Entre os dados revelados está que mais da metade dos condomínios do Rio se encontram na Zona Norte (53%), região que registra valorização expressiva em virtude da ocupação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) em comunidades dominadas pelo tráfico. A Zona Sul tem a fatia de 29%, seguida da Zona Oeste, com 14%, e do Centro, com 4%.
Segundo o Secovi Rio, o estudo traz outros dados relevantes no quesito preço. Ao longo de 2010, por exemplo, o valor do metro quadrado dos imóveis ofertados para locação teve expressiva valorização em alguns bairros.
Destaque para Botafogo, que apresentou a maior variação para os imóveis de 1 e 2 quartos: esse tipo de unidade valorizou 112,5% e 60,2%, respectivamente. Levando-se em consideração a variação do metro quadrado dos imóveis comerciais ofertados para locação, verifica-se que Copacabana foi o bairro onde se registrou a maior valorização: 52,9%.
Estilo de vida
O modo de viver dos cariocas também está registrado na pesquisa. Ela aponta que um edifício residencial na cidade tem, em média, 25 unidades. Além disso, o número médio de funcionários nos condomínios destinados à moradia é de 3,1.
A quantidade média de moradores por apartamento é de 3 pessoas. Não ficaram de fora temas como a inadimplência condominial, rentabilidade de imóveis, valores de cotas de condomínio, modalidades de garantia locatícia e índices de oferta e procura, entre outros.
Para o presidente do Secovi Rio, Pedro Wähmann, o Panorama não pretende ser apenas um levantamento estatístico. "A intenção é servir como ferramenta para que administradores possam incrementar seus negócios, consumidores possam planejar seus investimentos e a mídia tenha ferramentas confiáveis para elaborar análises de mercado. Com um segmento em constante transformação, o trabalho de pesquisa não pode parar", assegura.
O Panorama foi elaborado pelo Centro de Pesquisa e Análise da Informação do Sindicato da Habitação, com colaboração da Prefeitura do Rio, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Federação do Comércio do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi) e Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
http://odia.terra.com.br
Rio - O Secovi Rio vai lançar este mês uma publicação que traz o retrato do mercado imobiliário fluminense. O Panorama do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro 2010 contará com 116 páginas e apresenta informações e dados estatísticos sobre compra, venda, locação e administração de imóveis, bem como tendências de condomínios e população.
Com o Panorama, será possível enxergar a dimensão do segmento, entendendo como e para onde ele deverá se expandir. Entre os dados revelados está que mais da metade dos condomínios do Rio se encontram na Zona Norte (53%), região que registra valorização expressiva em virtude da ocupação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) em comunidades dominadas pelo tráfico. A Zona Sul tem a fatia de 29%, seguida da Zona Oeste, com 14%, e do Centro, com 4%.
Segundo o Secovi Rio, o estudo traz outros dados relevantes no quesito preço. Ao longo de 2010, por exemplo, o valor do metro quadrado dos imóveis ofertados para locação teve expressiva valorização em alguns bairros.
Destaque para Botafogo, que apresentou a maior variação para os imóveis de 1 e 2 quartos: esse tipo de unidade valorizou 112,5% e 60,2%, respectivamente. Levando-se em consideração a variação do metro quadrado dos imóveis comerciais ofertados para locação, verifica-se que Copacabana foi o bairro onde se registrou a maior valorização: 52,9%.
Estilo de vida
O modo de viver dos cariocas também está registrado na pesquisa. Ela aponta que um edifício residencial na cidade tem, em média, 25 unidades. Além disso, o número médio de funcionários nos condomínios destinados à moradia é de 3,1.
A quantidade média de moradores por apartamento é de 3 pessoas. Não ficaram de fora temas como a inadimplência condominial, rentabilidade de imóveis, valores de cotas de condomínio, modalidades de garantia locatícia e índices de oferta e procura, entre outros.
Para o presidente do Secovi Rio, Pedro Wähmann, o Panorama não pretende ser apenas um levantamento estatístico. "A intenção é servir como ferramenta para que administradores possam incrementar seus negócios, consumidores possam planejar seus investimentos e a mídia tenha ferramentas confiáveis para elaborar análises de mercado. Com um segmento em constante transformação, o trabalho de pesquisa não pode parar", assegura.
O Panorama foi elaborado pelo Centro de Pesquisa e Análise da Informação do Sindicato da Habitação, com colaboração da Prefeitura do Rio, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Federação do Comércio do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi) e Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
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Creci-RJ promove eventos de aperfeiçoamento profissional para corretores
Palestras realizadas ao longo de março têm inscrições gratuitas
Rio - O Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ) promove em março quatro eventos de aperfeiçoamento para os profissionais da intermediação imobiliária, como parte do projeto Creci Cultural.
A primeira palestra, sobre corretagem preventiva, será realizada na sede do Conselho - que fica na Avenida Presidente Vargas 417, 19º andar, Centro - no próximo dia 15, e será ministrada pelo corretor e advogado Paulo Xavier. No dia 22, a diretora cultural do Creci-RJ e perita judicial Telma Sueli faz seminário sobre avaliação de imóveis no hotel Hotel Mercure, em Macaé. No dia 30, ela trata do mesmo tema em nova palestra na sede.
Já no dia 31, o Creci-RJ realiza a última palestra do mês no Sport Club Mackenzie, na Rua Dias da Cruz 561, Méier. No evento, o bacharel em direito e publicidade Alexandre Campos trata de marketing pessoal. As inscrições para os eventos são gratuitas e podem ser feitas no portal do Conselho (www.creci-rj.gov.br).
http://odia.terra.com.br
Rio - O Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ) promove em março quatro eventos de aperfeiçoamento para os profissionais da intermediação imobiliária, como parte do projeto Creci Cultural.
A primeira palestra, sobre corretagem preventiva, será realizada na sede do Conselho - que fica na Avenida Presidente Vargas 417, 19º andar, Centro - no próximo dia 15, e será ministrada pelo corretor e advogado Paulo Xavier. No dia 22, a diretora cultural do Creci-RJ e perita judicial Telma Sueli faz seminário sobre avaliação de imóveis no hotel Hotel Mercure, em Macaé. No dia 30, ela trata do mesmo tema em nova palestra na sede.
Já no dia 31, o Creci-RJ realiza a última palestra do mês no Sport Club Mackenzie, na Rua Dias da Cruz 561, Méier. No evento, o bacharel em direito e publicidade Alexandre Campos trata de marketing pessoal. As inscrições para os eventos são gratuitas e podem ser feitas no portal do Conselho (www.creci-rj.gov.br).
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domingo, 27 de fevereiro de 2011
Reajuste de valores de aluguel de imóveis no Rio descola do IGP-M, aponta FipeZap
RIO – Sim, o IGP-M é o índice que reajusta a maior parte dos contratos de aluguel. Mas, de acordo com pesquisa do FipeZap — novo índice que mede a inflação dos preços de venda e aluguel de imóveis em seis capitais, inclusive o Rio — nos últimos três anos, os reajustes dos valores da locação na cidade descolaram do indicador medido pela FGV. Entre janeiro de 2008 e janeiro de 2011, os valores subiram 63,1%, enquanto o índice que inflaciona o aluguel teve alta de 19,8%. Em janeiro último, a alta do aluguel chegou a 2,6%, contra 0,8% do IGP-M. Este aumento, de acordo com o economista Luiz Carlos Ewald, se deve ao boom imobiliário e o consequente reajuste dos novos contratos de aluguel.
— O ano de 2009 já mostrava aquecimento do mercado de locações. A partir de então, os donos dos imóveis, ao fim do contrato, passaram a reajustar os valores dos aluguéis a partir das altas observadas no mercado. Muitos proprietários chegaram a pedir a devolução de suas propriedades para poder alugar para outro com valor bem mais alto. O resultado desse movimento começou a ser sentido com maior impacto em 2010 — explica.
A diferença entre o indicador e o reajuste do valor dos aluguéis começou a se acentuar em outubro de 2009: naquele mês, o IGP-m não variou, enquanto a alta dos preços foi de 3,5%. De lá para cá, a maior variação do IGP-M foi em novembro de 2010, de 1,4%. No mesmo mês, os aluguéis subiram 3,6%, também a maior variação no período. Mas, para alívio dos inquilinos, Ewald adianta que o mercado imobiliário deve se estabilizar. Tanto o de locações como o de vendas.
— Antes da crise de 2008, quando os preços dos imóveis despencaram, muitos especialistas já alertavam para um colapso no mercado imobiliário. Do jeito que as coisas andam, o país acabará entrando numa bolha — diz o economista.
No mercado de venda de imóveis, o FipeZap aponta para uma variação dos preços de 2,8% em janeiro, enquanto o IGP-M alcançou os 0,8%. Entre os motivos para esta disparidade, afirma Ewald, está a queda dos juros do crédito imobiliário, que permitiu aos bancos financiar a casa própria com maior facilidade.
— Inclusive a famílias que não possuem renda suficiente. Com o aumento desenfreado dos preços, muitos estão optando pela compra de imóveis como investimento. No entanto, parte desses proprietários não possui condições de arcar com o financiamento da unidade. Com isso, procuram vender o bem e quando não conseguem pelo imóvel um preço superior ao da compra, acabam acumulando uma dívida. E contribuindo para a inchaço da bolha.
Variação por tipologia
A pesquisa do FipeZap aponta que no Rio, em três anos, os imóveis para locação de um quarto foram os que tiveram a maior variação (76%), seguidos pelos de três (60,4%), dois (58,5%) e quatro (43,5%). Em 12 meses, as moradias de três dormitórios registraram a maior alta (43,7%), seguidos pelos de um quarto (43,5%), dois (37,8%) e quatro (32,7%).
Em relação às vendas, os imóveis de um quarto também foram os que tiveram a maior variação (104,6%), seguidos pelos de dois (93,9%), três (90,8%) e quatro (74,8%). Em 12 meses, os domicílios de três dormitórios registraram a maior alta (43,7%), seguidos pelos de um quarto (43,5%), dois (37,8%) e quatro (32,7%)
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— O ano de 2009 já mostrava aquecimento do mercado de locações. A partir de então, os donos dos imóveis, ao fim do contrato, passaram a reajustar os valores dos aluguéis a partir das altas observadas no mercado. Muitos proprietários chegaram a pedir a devolução de suas propriedades para poder alugar para outro com valor bem mais alto. O resultado desse movimento começou a ser sentido com maior impacto em 2010 — explica.
A diferença entre o indicador e o reajuste do valor dos aluguéis começou a se acentuar em outubro de 2009: naquele mês, o IGP-m não variou, enquanto a alta dos preços foi de 3,5%. De lá para cá, a maior variação do IGP-M foi em novembro de 2010, de 1,4%. No mesmo mês, os aluguéis subiram 3,6%, também a maior variação no período. Mas, para alívio dos inquilinos, Ewald adianta que o mercado imobiliário deve se estabilizar. Tanto o de locações como o de vendas.
— Antes da crise de 2008, quando os preços dos imóveis despencaram, muitos especialistas já alertavam para um colapso no mercado imobiliário. Do jeito que as coisas andam, o país acabará entrando numa bolha — diz o economista.
No mercado de venda de imóveis, o FipeZap aponta para uma variação dos preços de 2,8% em janeiro, enquanto o IGP-M alcançou os 0,8%. Entre os motivos para esta disparidade, afirma Ewald, está a queda dos juros do crédito imobiliário, que permitiu aos bancos financiar a casa própria com maior facilidade.
— Inclusive a famílias que não possuem renda suficiente. Com o aumento desenfreado dos preços, muitos estão optando pela compra de imóveis como investimento. No entanto, parte desses proprietários não possui condições de arcar com o financiamento da unidade. Com isso, procuram vender o bem e quando não conseguem pelo imóvel um preço superior ao da compra, acabam acumulando uma dívida. E contribuindo para a inchaço da bolha.
Variação por tipologia
A pesquisa do FipeZap aponta que no Rio, em três anos, os imóveis para locação de um quarto foram os que tiveram a maior variação (76%), seguidos pelos de três (60,4%), dois (58,5%) e quatro (43,5%). Em 12 meses, as moradias de três dormitórios registraram a maior alta (43,7%), seguidos pelos de um quarto (43,5%), dois (37,8%) e quatro (32,7%).
Em relação às vendas, os imóveis de um quarto também foram os que tiveram a maior variação (104,6%), seguidos pelos de dois (93,9%), três (90,8%) e quatro (74,8%). Em 12 meses, os domicílios de três dormitórios registraram a maior alta (43,7%), seguidos pelos de um quarto (43,5%), dois (37,8%) e quatro (32,7%)
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
UPPs levam à valorização imobiliária de até 125% no Rio
Rio - O setor de imóveis foi um dos maiores beneficiados com a instalação de 13 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em toda a cidade do Rio. Em alguns bairros com comunidades pacificadas, a valorização imobiliária chega a 125%. Não à toa, o Rio é o município com mercado de imóveis mais aquecido do Brasil.
De acordo com dados do Secovi Rio, órgão responsável pelo setor de habitação, o bairro de Copacabana, com três UPPs implantadas em seis comunidades, teve uma valorização imobiliária próxima de 100% entre julho de 2009 e fevereiro deste ano. Os imóveis com apenas um quarto tiveram variação positiva de 125,3% em seus valores, enquanto os de dois e três quartos, cresceram, 93,3 e 94% respectivamente no mesmo período.
Na Tijuca, beneficiada com quatro UPPs, a valorização foi de 110,5% para imóveis de dois quartos e de 109,1% para os de três, no mesmo período de tempo. Outros bairros onde ocorreu a implantação destas unidades, como Botafogo e Vila Isabel, também tiveram valorização próxima dos 90%. No subúrbio, a Penha, próxima ao Complexo do Alemão, chegou a registrar valorização de 50% após a ocupação da comunidade.
Segundo Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio, a implantação de UPPs foi o principal responsável pela valorização de imóveis no Rio no último ano.
"Hoje, as UPPs são as principais aliadas do mercado imobiliário no Rio. Mesmo em locais onde elas ainda não foram implantadas, mas em que há previsão, o mercado fica aquecido", afirmou Leonardo.
No entanto, a valorização não foi restrita aos bairros beneficiados com a pacificação. Para Leonardo, outros pontos da cidade também ganharam no que diz respeito ao valor dos imóveis.
"É claro que as regiões mais próximas foram as mais beneficiadas. Mas, como uma região da cidade dá acesso a outra, o Grande Rio como um todo ficou muito valorizado no mercado imobiliário", finalizou o especialista.
http://odia.terra.com.br
De acordo com dados do Secovi Rio, órgão responsável pelo setor de habitação, o bairro de Copacabana, com três UPPs implantadas em seis comunidades, teve uma valorização imobiliária próxima de 100% entre julho de 2009 e fevereiro deste ano. Os imóveis com apenas um quarto tiveram variação positiva de 125,3% em seus valores, enquanto os de dois e três quartos, cresceram, 93,3 e 94% respectivamente no mesmo período.
Na Tijuca, beneficiada com quatro UPPs, a valorização foi de 110,5% para imóveis de dois quartos e de 109,1% para os de três, no mesmo período de tempo. Outros bairros onde ocorreu a implantação destas unidades, como Botafogo e Vila Isabel, também tiveram valorização próxima dos 90%. No subúrbio, a Penha, próxima ao Complexo do Alemão, chegou a registrar valorização de 50% após a ocupação da comunidade.
Segundo Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio, a implantação de UPPs foi o principal responsável pela valorização de imóveis no Rio no último ano.
"Hoje, as UPPs são as principais aliadas do mercado imobiliário no Rio. Mesmo em locais onde elas ainda não foram implantadas, mas em que há previsão, o mercado fica aquecido", afirmou Leonardo.
No entanto, a valorização não foi restrita aos bairros beneficiados com a pacificação. Para Leonardo, outros pontos da cidade também ganharam no que diz respeito ao valor dos imóveis.
"É claro que as regiões mais próximas foram as mais beneficiadas. Mas, como uma região da cidade dá acesso a outra, o Grande Rio como um todo ficou muito valorizado no mercado imobiliário", finalizou o especialista.
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Ana Lima e seu ex-marido Gabriel, o Pensador são vítimas de golpe de falsa corretora e levam prejuízo de R$ 40 mil
Gabriel, o Pensador, e a ex-mulher Ana Lima registraram queixa na DP contra a falsa corretora
Falsária que deu golpe de R$ 40 mil em Gabriel, o Pensador e Ana Lima entra na Justiça contra eles
‘É preciso denunciar para que esses golpes não se repitam’, diz Ana Lima após prejuízo com falsa corretora
Saiba como se proteger durante uma negociação de venda ou locação de imóvel
Andréa Machado e Thamyres Dias
Um ano e quatro meses após se separarem, o cantor Gabriel, o Pensador e a atriz Ana Lima resolveram alugar o apartamento onde moravam com os dois filhos pequenos na praia de São Conrado. Em agosto do ano passado, por indicação de um amigo, negociaram com Tânia Soares dos Santos Dillon — que se apresentou como corretora — o aluguel do imóvel para um suposto empresário identificado como Francisco.
Segundo Ana, nesse momento começou um período de sofrimento. Três meses após o contrato ter sido assinado, a atriz desconfiou de que alguma coisa estava errada e, como não conseguia falar com a corretora, resolveu ir ao condomínio para tentar contato com Francisco. Mas teve uma surpresa: era a própria Tânia quem estava morando ali com a família.
— Como eu caí nessa? O que passou na minha cabeça? Eu agi de boa-fé. Que tamanha maldade é essa dessas pessoas? — questiona a atriz.
Tânia e seu marido, conhecido apenas como Olavo, são acusados de causar prejuízo superior a R$ 40 mil a Gabriel e Ana. Segundo a Polícia Civil, o casal pode ter praticado uma série de outros golpes a donos de apartamentos na Zona Sul do Rio de Janeiro. Eles são suspeitos de alugar imóveis na região em nome de clientes fantasmas. Os dois se apresentariam como corretores imobiliários.
Outros contratos
Gabriel e Ana registraram queixa na 15ª DP (Gávea), onde descobriram que o casal era acusado de ter praticado outros golpes. Em uma busca no imóvel, policiais encontraram diversos contratos de locação, que também podem ter origem ilícita.
— Apreendemos documentos e verificamos que havia contratos em nomes de outras pessoas. Entramos em contato e algumas disseram que haviam sido lesadas. Antes mesmo de cumprirmos busca e apreensão no apartamento, nós já havíamos identificado outros inquéritos sob o mesmo modo de agir na 15ª e na 14ª DPs. Já há uma indicação de que ela repete essas condutas — explicou a delegada Bárbara Lomba.
http://extra.globo.com
Falsária que deu golpe de R$ 40 mil em Gabriel, o Pensador e Ana Lima entra na Justiça contra eles
‘É preciso denunciar para que esses golpes não se repitam’, diz Ana Lima após prejuízo com falsa corretora
Saiba como se proteger durante uma negociação de venda ou locação de imóvel
Andréa Machado e Thamyres Dias
Um ano e quatro meses após se separarem, o cantor Gabriel, o Pensador e a atriz Ana Lima resolveram alugar o apartamento onde moravam com os dois filhos pequenos na praia de São Conrado. Em agosto do ano passado, por indicação de um amigo, negociaram com Tânia Soares dos Santos Dillon — que se apresentou como corretora — o aluguel do imóvel para um suposto empresário identificado como Francisco.
Segundo Ana, nesse momento começou um período de sofrimento. Três meses após o contrato ter sido assinado, a atriz desconfiou de que alguma coisa estava errada e, como não conseguia falar com a corretora, resolveu ir ao condomínio para tentar contato com Francisco. Mas teve uma surpresa: era a própria Tânia quem estava morando ali com a família.
— Como eu caí nessa? O que passou na minha cabeça? Eu agi de boa-fé. Que tamanha maldade é essa dessas pessoas? — questiona a atriz.
Tânia e seu marido, conhecido apenas como Olavo, são acusados de causar prejuízo superior a R$ 40 mil a Gabriel e Ana. Segundo a Polícia Civil, o casal pode ter praticado uma série de outros golpes a donos de apartamentos na Zona Sul do Rio de Janeiro. Eles são suspeitos de alugar imóveis na região em nome de clientes fantasmas. Os dois se apresentariam como corretores imobiliários.
Outros contratos
Gabriel e Ana registraram queixa na 15ª DP (Gávea), onde descobriram que o casal era acusado de ter praticado outros golpes. Em uma busca no imóvel, policiais encontraram diversos contratos de locação, que também podem ter origem ilícita.
— Apreendemos documentos e verificamos que havia contratos em nomes de outras pessoas. Entramos em contato e algumas disseram que haviam sido lesadas. Antes mesmo de cumprirmos busca e apreensão no apartamento, nós já havíamos identificado outros inquéritos sob o mesmo modo de agir na 15ª e na 14ª DPs. Já há uma indicação de que ela repete essas condutas — explicou a delegada Bárbara Lomba.
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
Locação em alta forma parceria na área imobiliária
Ética e Renascença firmam acordo para ampliar serviços a clientes
Rio - A Ética Imobiliária, voltada para a venda de unidades usadas, fechou parceria com a Renascença Administradora de Imóveis para dar mais fôlego ao mercado de locação no Estado do Rio. A união vai permitir que o cliente à procurar de imóvel na imobiliária para comprar e que, em seguida, decidir alugar para garantir renda extra mensal, poderá contar com a equipe da administradora.
Segundo o diretor comercial da Renascença, Edison Parente Neto, a parceria oferece mais agilidade e segurança. “O mercado imobiliário está aquecido. Desde 2008, por conta da crise financeira mundial, um número expressivo de pessoas voltou a investir em imóveis. Há também outras que, com a melhora da renda, estão alugando casa. Por isso, a parceria é muito importante. A Ética tem 27 lojas e a Renascença, nove, o que facilita e muito a vida de quem procura uma unidade para comprar ou alugar”, explica Edison Parente Neto.
Para o diretor-presidente da Ética, Mareli Feliciano, a parceria é de sucesso. “Isso, porque o banco de dados da imobiliária tem mais 18 mil imóveis à venda. Os nossos clientes também vão contar com o apoio na locação, além de quem for na administradora à procura de um imóvel para comprar e vice-versa”, diz.
http://odia.terra.com.br
Rio - A Ética Imobiliária, voltada para a venda de unidades usadas, fechou parceria com a Renascença Administradora de Imóveis para dar mais fôlego ao mercado de locação no Estado do Rio. A união vai permitir que o cliente à procurar de imóvel na imobiliária para comprar e que, em seguida, decidir alugar para garantir renda extra mensal, poderá contar com a equipe da administradora.
Segundo o diretor comercial da Renascença, Edison Parente Neto, a parceria oferece mais agilidade e segurança. “O mercado imobiliário está aquecido. Desde 2008, por conta da crise financeira mundial, um número expressivo de pessoas voltou a investir em imóveis. Há também outras que, com a melhora da renda, estão alugando casa. Por isso, a parceria é muito importante. A Ética tem 27 lojas e a Renascença, nove, o que facilita e muito a vida de quem procura uma unidade para comprar ou alugar”, explica Edison Parente Neto.
Para o diretor-presidente da Ética, Mareli Feliciano, a parceria é de sucesso. “Isso, porque o banco de dados da imobiliária tem mais 18 mil imóveis à venda. Os nossos clientes também vão contar com o apoio na locação, além de quem for na administradora à procura de um imóvel para comprar e vice-versa”, diz.
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sábado, 19 de fevereiro de 2011
FipeZap: imóvel do Rio pode ter nova alta com UPP
SÃO PAULO — Assim como o anúncio das Olimpíadas aqueceu o mercado imobiliário no Rio, o processo de pacificação com UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) em determinadas regiões da cidade deve se refletir no preço dos imóveis residenciais, mas de forma mais lenta. Essa é a opinião do economista Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice FipeZap, um novo indicador de preços do mercado, desenvolvido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo portal ZAP. Segundo o FipeZap, nos últimos 12 meses os preços de imóveis do Rio foram os que mais subiram no país, com uma alta de 40%. Analisando os valores desde 2008, o setor teve valorização de 95%, contra 79% em São Paulo.
— A pacificação já está refletindo no preço dos imóveis em algumas regiões, e certamente o mercado vai ser influenciado por ela. Mas é um processo mais demorado que o impacto do anúncio das Olimpíadas — disse Zylberstajn durante o lançamento do FipeZap, ontem à noite, em São Paulo.
Segundo o economista, apesar do mercado aquecido, “a especulação imobiliária é uma atividade de alto risco”.
— Há os que defendem que vivemos uma bolha imobiliária e os que afirmam que ela não existe. De qualquer modo, estamos mais protegidos de uma bolha do que os Estados Unidos durante a crise econômica — afirmou o economista, lembrando que o país tem uma legislação que impede a sobreposição de hipotecas e que o Banco Central exerce maior controle sobre o setor.
Meta é cobrir todasas capitais do país
Para Zylberstajn, três fatores propiciaram esse aquecimento do mercado: a estabilidade macroeconômica, a ampliação do crédito e o aumento da renda dos brasileiros.
Segundo André Molinari, diretor-geral do ZAP, uma empresa da Infoglobo (que publica O GLOBO, o “Extra” e o “Expresso”) e do jornal “O Estado de S.Paulo”, o mercado deve continuar aquecido, mas em ritmo menor que nos últimos três anos. Em janeiro, os preços dos imóveis residenciais subiram 2,8% no Rio e 1,7%, em São Paulo.
O diretor-geral do ZAP anunciou que, além de cobrir Rio, São Paulo, Salvador, Recife, Fortaleza e Belo Horizonte, o FipeZap deverá incluir três outras capitais na base de análise a cada ano, até atingir todo o país. O índice trabalha com a base de anúncios do ZAP, o maior portal imobiliário do Brasil, com uma média de 200 mil imóveis. No Rio e em São Paulo, além de oferecer o índice de variação de preços dos imóveis residenciais por número de dormitórios, o FipeZap mostra alterações do valor dos aluguéis.
— A qualidade dos dados é muito boa. Nossos anunciantes atualizam os preços diariamente, e auditamos os dados de maneira automática — afirmou Molinari.
Índice pode ser consultado por meio de site
O FipeZap pode ser consultado livremente pela internet, pelo ZAP (www.zapimoveis.com.br/fipe-zap). O ZAP e a Fipe estudam ampliar o serviço para os imóveis comerciais e também novos empreendimentos.
— Esse é um indicador que deverá ser fundamental para as pessoas que estão procurando novos imóveis — afirmou o presidente da Fipe, Carlos Luque, durante a apresentação do novo índice.
http://extra.globo.com
— A pacificação já está refletindo no preço dos imóveis em algumas regiões, e certamente o mercado vai ser influenciado por ela. Mas é um processo mais demorado que o impacto do anúncio das Olimpíadas — disse Zylberstajn durante o lançamento do FipeZap, ontem à noite, em São Paulo.
Segundo o economista, apesar do mercado aquecido, “a especulação imobiliária é uma atividade de alto risco”.
— Há os que defendem que vivemos uma bolha imobiliária e os que afirmam que ela não existe. De qualquer modo, estamos mais protegidos de uma bolha do que os Estados Unidos durante a crise econômica — afirmou o economista, lembrando que o país tem uma legislação que impede a sobreposição de hipotecas e que o Banco Central exerce maior controle sobre o setor.
Meta é cobrir todasas capitais do país
Para Zylberstajn, três fatores propiciaram esse aquecimento do mercado: a estabilidade macroeconômica, a ampliação do crédito e o aumento da renda dos brasileiros.
Segundo André Molinari, diretor-geral do ZAP, uma empresa da Infoglobo (que publica O GLOBO, o “Extra” e o “Expresso”) e do jornal “O Estado de S.Paulo”, o mercado deve continuar aquecido, mas em ritmo menor que nos últimos três anos. Em janeiro, os preços dos imóveis residenciais subiram 2,8% no Rio e 1,7%, em São Paulo.
O diretor-geral do ZAP anunciou que, além de cobrir Rio, São Paulo, Salvador, Recife, Fortaleza e Belo Horizonte, o FipeZap deverá incluir três outras capitais na base de análise a cada ano, até atingir todo o país. O índice trabalha com a base de anúncios do ZAP, o maior portal imobiliário do Brasil, com uma média de 200 mil imóveis. No Rio e em São Paulo, além de oferecer o índice de variação de preços dos imóveis residenciais por número de dormitórios, o FipeZap mostra alterações do valor dos aluguéis.
— A qualidade dos dados é muito boa. Nossos anunciantes atualizam os preços diariamente, e auditamos os dados de maneira automática — afirmou Molinari.
Índice pode ser consultado por meio de site
O FipeZap pode ser consultado livremente pela internet, pelo ZAP (www.zapimoveis.com.br/fipe-zap). O ZAP e a Fipe estudam ampliar o serviço para os imóveis comerciais e também novos empreendimentos.
— Esse é um indicador que deverá ser fundamental para as pessoas que estão procurando novos imóveis — afirmou o presidente da Fipe, Carlos Luque, durante a apresentação do novo índice.
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
O Rei já tem seu palácio
Ronaldinho comprou mansão milionária de 4 mil m²
O irmão de Ronaldinho ficou responsável de achar uma mansão espaçosa na Barra da Tijuca
Depois de uma semana perambulando pelos condomínios de luxo no Rio de Janeiro, Ronaldinho Gaúcho, recém-contratado pelo Flamengo, encontrou o seu cantinho. Seu futuro lar fica num luxuoso condomínio na Barra da Tijuca, e teria custado R$ 8 milhões. A negociação, segundo fontes do mercado imobiliário, não foi fácil. A casa, afinal, nem estava à venda.
Só depois de muita insistência o proprietário topou se desfazer de tudo o que tinha. A venda foi, como o mercado imobiliário diz, de “porteira fechada”: Ronaldinho adquiriu a residência com os móveis e objetos de decoração.
“Esse foi o maior valor de negociação de um imóvel na Barra da Tijuca”, afirma Leonardo Schneider, vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro. A casa ocupa cinco lotes do condomínio e possui quase 4 mil m². Duas quadras de tênis, piscina, campo de futebol, academia subterrânea, bar e salão de festas fazem
parte da mansão.
“Tinha mais de dez corretores na cola dele”, disse a corretora Célia Lima. Os terrenos padrão do condomínio têm 800 m² e as casas valem entre até R$ 3 milhões. A mansão de Ronaldinho, que terá como vizinhos empresários e executivos de multinacionais, ocupa terreno cinco vezes maior. (das agências)
http://www.opovo.com.br
O irmão de Ronaldinho ficou responsável de achar uma mansão espaçosa na Barra da Tijuca
Depois de uma semana perambulando pelos condomínios de luxo no Rio de Janeiro, Ronaldinho Gaúcho, recém-contratado pelo Flamengo, encontrou o seu cantinho. Seu futuro lar fica num luxuoso condomínio na Barra da Tijuca, e teria custado R$ 8 milhões. A negociação, segundo fontes do mercado imobiliário, não foi fácil. A casa, afinal, nem estava à venda.
Só depois de muita insistência o proprietário topou se desfazer de tudo o que tinha. A venda foi, como o mercado imobiliário diz, de “porteira fechada”: Ronaldinho adquiriu a residência com os móveis e objetos de decoração.
“Esse foi o maior valor de negociação de um imóvel na Barra da Tijuca”, afirma Leonardo Schneider, vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro. A casa ocupa cinco lotes do condomínio e possui quase 4 mil m². Duas quadras de tênis, piscina, campo de futebol, academia subterrânea, bar e salão de festas fazem
parte da mansão.
“Tinha mais de dez corretores na cola dele”, disse a corretora Célia Lima. Os terrenos padrão do condomínio têm 800 m² e as casas valem entre até R$ 3 milhões. A mansão de Ronaldinho, que terá como vizinhos empresários e executivos de multinacionais, ocupa terreno cinco vezes maior. (das agências)
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sábado, 12 de fevereiro de 2011
Imóvel comercial no Rio tem ganho de 700% em 10 anos
SÃO PAULO — A valorização dos imóveis comerciais no Rio de Janeiro superou 700% entre 2000 e 2010, superando os 500% de São Paulo, segundo o novo índice calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta sexta-feira. O Índice Geral do Mercado Imobiliário — Comercial (IGMI-C), patrocinado pela BM&FBovespa e outras 25 entidades, quer ser uma referência de rentabilidade e dar mais transparência à formação de preços de compra, venda e locação de imóveis comerciais.
Por enquanto, Rio, São Paulo, Brasília e Minas Gerais concentram as informações dos 190 imóveis catalogados, em uma base de dados iniciada em 2000. A rentabilidade dos imóveis comerciais chegou a 637% nos últimos 11 anos, uma média anual de 22%. No ano passado, atingiu 33,5%, valorização considerada excessiva por especialistas e indício de uma bolha imobiliária.
O economista Paulo Picchetti, coordenador do índice, afirmou que ele não foi criado para indexar contratos — apesar de reconhecer que há esse risco —, mas para comparar rentabilidades com outros produtos do mercado financeiro. Em 11 anos, por exemplo, a renda com imóveis comerciais variou de 21% a 39% ao ano, e a do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), de 19% a 11%.
O IGMI-C será divulgado a cada três meses. O do primeiro trimestre sai em abril. A FGV está desenvolvendo um índice semelhante para o mercado residencial, ainda sem data prevista.
http://extra.globo.com
Por enquanto, Rio, São Paulo, Brasília e Minas Gerais concentram as informações dos 190 imóveis catalogados, em uma base de dados iniciada em 2000. A rentabilidade dos imóveis comerciais chegou a 637% nos últimos 11 anos, uma média anual de 22%. No ano passado, atingiu 33,5%, valorização considerada excessiva por especialistas e indício de uma bolha imobiliária.
O economista Paulo Picchetti, coordenador do índice, afirmou que ele não foi criado para indexar contratos — apesar de reconhecer que há esse risco —, mas para comparar rentabilidades com outros produtos do mercado financeiro. Em 11 anos, por exemplo, a renda com imóveis comerciais variou de 21% a 39% ao ano, e a do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), de 19% a 11%.
O IGMI-C será divulgado a cada três meses. O do primeiro trimestre sai em abril. A FGV está desenvolvendo um índice semelhante para o mercado residencial, ainda sem data prevista.
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Ronaldinho busca casa e é marcado de perto por corretores
Em busca de uma casa para morar no Rio de Janeiro, Ronaldinho vem provocando um corre-corre no mercado imobiliário da Barra da Tijuca, zona oeste da cidade.
De olho na comissão que podem receber pela negociação --entre 5% e 10% da venda--, corretores estão em polvorosa com a perspectiva de o jogador do Flamengo fechar a compra milionária de uma residência no bairro.
Atualmente, Ronaldinho ocupa uma das suítes do hotel Windsor Barra, onde o clube se concentra para os jogos em que atua na cidade.
A busca vem sendo feita pelo irmão e procurador do jogador, Roberto de Assis. Em visita a uma corretora, ele disse que o novo camisa 10 da Gávea quer um imóvel bastante amplo, com campo de futebol, e bastante privacidade, apurou a Folha.
"Tem mais de dez corretores na cola dele. Será um dos maiores negócios feitos nessa área", disse Célia Lima, da corretora Sentineli & Sobral.
Ontem, o mercado imobiliário da Barra dava como certa a compra de uma mansão de propriedade de um ex-diretor da Vale e da Ambev.
O negócio teria sido fechado por cerca de R$ 20 milhões. A comissão do corretor chegaria a R$ 2 milhões.
A compra teria sido feita de porteiras fechadas --jargão do mercado que significa que o valor inclui tudo o que está na casa: mobiliário, eletrodomésticos e utensílios.
Os terrenos padrão do condomínio têm 800 metros quadrados, e as casas valem entre R$ 2,5 milhões a R$ 3 milhões. A mansão que despertou o interesse de Ronaldinho ocupa terreno equivalente ao de cinco casas: 4.000 metros quadrados.
O imóvel tem duas piscinas, duas quadras de tênis, um campo de futebol e uma academia subterrânea com vista para uma das piscinas.
Nos finais de semana, o antigo proprietário costumava organizar campeonatos de futebol com os amigos.
No condomínio de casas, Ronaldinho terá como vizinhos, em sua maioria, empresários e executivos de grandes empresas. Ao lado, fica o Santa Mônica Condomínio Clube, um conjunto de prédios onde moram o lutador Vitor Belfort e o ex-zagueiro Fábio Luciano.
Segundo um funcionário do condomínio, o local não está acostumado a celebridades. Ele disse ainda que os moradores não estão dispostos a abrir mão da privacidade que possuem e se preocupam com a segurança.
http://www.primeiraedicao.com.br
De olho na comissão que podem receber pela negociação --entre 5% e 10% da venda--, corretores estão em polvorosa com a perspectiva de o jogador do Flamengo fechar a compra milionária de uma residência no bairro.
Atualmente, Ronaldinho ocupa uma das suítes do hotel Windsor Barra, onde o clube se concentra para os jogos em que atua na cidade.
A busca vem sendo feita pelo irmão e procurador do jogador, Roberto de Assis. Em visita a uma corretora, ele disse que o novo camisa 10 da Gávea quer um imóvel bastante amplo, com campo de futebol, e bastante privacidade, apurou a Folha.
"Tem mais de dez corretores na cola dele. Será um dos maiores negócios feitos nessa área", disse Célia Lima, da corretora Sentineli & Sobral.
Ontem, o mercado imobiliário da Barra dava como certa a compra de uma mansão de propriedade de um ex-diretor da Vale e da Ambev.
O negócio teria sido fechado por cerca de R$ 20 milhões. A comissão do corretor chegaria a R$ 2 milhões.
A compra teria sido feita de porteiras fechadas --jargão do mercado que significa que o valor inclui tudo o que está na casa: mobiliário, eletrodomésticos e utensílios.
Os terrenos padrão do condomínio têm 800 metros quadrados, e as casas valem entre R$ 2,5 milhões a R$ 3 milhões. A mansão que despertou o interesse de Ronaldinho ocupa terreno equivalente ao de cinco casas: 4.000 metros quadrados.
O imóvel tem duas piscinas, duas quadras de tênis, um campo de futebol e uma academia subterrânea com vista para uma das piscinas.
Nos finais de semana, o antigo proprietário costumava organizar campeonatos de futebol com os amigos.
No condomínio de casas, Ronaldinho terá como vizinhos, em sua maioria, empresários e executivos de grandes empresas. Ao lado, fica o Santa Mônica Condomínio Clube, um conjunto de prédios onde moram o lutador Vitor Belfort e o ex-zagueiro Fábio Luciano.
Segundo um funcionário do condomínio, o local não está acostumado a celebridades. Ele disse ainda que os moradores não estão dispostos a abrir mão da privacidade que possuem e se preocupam com a segurança.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Mansão de Ronaldinho Gaúcho pode inflacionar mercado imobiliário na Barra
Nova casa do craque tem 4.000 m2 e custou R$ 20 milhões
O craque Ronaldinho Gaúcho comprou uma mansão na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, avaliada em R$ 20 milhões. Segundo o vice-presidente do Sindicato de Habitação do Rio (Secovi Rio), Leonardo Schneider, a nova residência do camisa dez do Flamengo promete movimentar ainda mais o mercado imobiliário do bairro.
- Uma transação como essa gera uma volatilidade dentro do mercado que resulta em uma tendência de alta de preço dos imóveis da região.
A casa tem quase 4.000 m2, o que equivale a cinco lotes de condomínios de alto padrão. O espaço tem duas quadras de tênis e um campo de futebol. A academia de ginástica é subterrânea e tem vista para piscina com raias olímpicas.
http://noticias.r7.com
O craque Ronaldinho Gaúcho comprou uma mansão na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, avaliada em R$ 20 milhões. Segundo o vice-presidente do Sindicato de Habitação do Rio (Secovi Rio), Leonardo Schneider, a nova residência do camisa dez do Flamengo promete movimentar ainda mais o mercado imobiliário do bairro.
- Uma transação como essa gera uma volatilidade dentro do mercado que resulta em uma tendência de alta de preço dos imóveis da região.
A casa tem quase 4.000 m2, o que equivale a cinco lotes de condomínios de alto padrão. O espaço tem duas quadras de tênis e um campo de futebol. A academia de ginástica é subterrânea e tem vista para piscina com raias olímpicas.
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Ronaldinho Gaúcho vai morar em uma verdadeira ilha da fantasia
Ronaldinho Gaúcho é o centro das atenções por onde passa desde que chegou ao Flamengo. E, na hora de comprar sua casa, o craque não poderia passar desapercebido. A futura residência do jogador no condomínio Santa Mônica Jardins, na Barra da Tijuca, como noticiou a Veja Rio, foi comprada por R$ 20 milhões. Mas a história não para por ai. O negócio já é um dos maiores da história da Zona Oeste. Entre jogos, dribles, treinos e gols, o camisa 10 da Gávea se refugiará em uma verdadeira ilha da fantasia.
Quem trabalha no mercado imobiliário do Rio de Janeiro já sabe da transação. E dá o acordo como fechado, faltando apenas questões burocráticas. A nova casa de Ronaldinho ocupa cinco lotes e meio do condomínio. Cada um tem cerca de 850 metros quadrados. Lazer não vai faltar: são duas quadras de tênis, campo de futebol, bar, salão de festas e uma academia subterrânea, com vista para a piscina. Promessa de festa e pagode nas horas vagas.
— É uma ilha da fantasia. Quase um clube. Na academia, você malha vendo as pessoas nadarem na piscina. Tudo do bom e do melhor mesmo — explicou Armando César, gerente de imóveis prontos da Patrimóvel.
Só a casa vale aproximadamente R$ 15 milhões. O restante pago representa o fato de que a propriedade não estava a venda — Ronaldinho foi visitar outro imóvel, se encantou e fez a proposta — e de que o negócio foi feito no sistema de porteira fechada. Resumindo: inclui móveis, utensílios domésticos e objetos de decoração. É entrar e morar.
O montante total de R$ 20 milhões já é um dos maiores negócios da Zona Oeste da Cidade Maravilhosa.
— Nessa região com certeza. Só na Zona Sul que temos valores superiores — disse Leonardo Schneider, um dos vices-presidentes da Secovi Rio, o sindicato de habitação da cidade.
Negócio inflacionará mercado
A maior transação imobiliária de casas residenciais no Rio em 2011 aconteceu no meio de janeiro. Uma casa no Jardim Pernambuco, condomínio de luxo no Leblon, Zona Sul da cidade, foi vendida por R$ 26 milhões. O negócio envolvendo Ronaldinho aparece em segundo nessa lista. E, segundo os especialistas, vai inflacionar o mercado da região.
— A casa no Leblon era menor, com cerca de 1.500 metros quadrados. Mas a localização pesa, o que não acontece no caso da Zona Oeste. Essa transação vai inflacionar o mercado da Barra. Lá, uma casa de luxo vale uns R$ 3,5 milhões. Mas também não há quase nada com esse tamanho de quase seis lotes — garantiu Armando Cesar, da Patrimóvel.
— O condomínio nem é o mais famoso. Mas agora as casas lá passam a valer mais — contou Leonardo Schneider, da Secovi Rio.
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
Como achar as joias raras do mercado imobiliário
Os preços não param de subir e os achados imperdíveis — aqueles imóveis que se encaixam perfeitamente nos sonhos e no bolso — estão cada vez mais difíceis de se encontrar. De acordo o vice-presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ), Edécio Cordeiro, eles representam apenas 1% do mercado. Ser o feliz proprietário de uma dessas joias depende, então, de competência na busca e muita sorte.
Para começar, é preciso aumentar o leque de possibilidades, se aliando à corretores e imobiliárias, e ir à luta.
— A maioria dos imóveis imperdíveis são antigos. Por isso, é preciso procurar também as pequenas imobiliárias de bairro. Elas conhecem a região e os moradores como ninguém — diz Bruno Theodoro, da Estrutura Consultoria.
Estar sempre atento e manter um bom relacionamento com o corretor pode fazer a diferença. Afinal, existem muitos candidatos no mercado, e você só será lembrado caso se faça presente.
— Outra coisa importante é estar disponível, pois a oportunidade surge uma vez só. Ter o dinheiro ou o financiamento aprovado também é fundamental para agilizar o processo — diz Bruno.
Para não meter os pés pelas mãos, no entanto, é importante segurar um pouco a empolgação, e não se esqueça de checar direitinho a documentação do bem.
Aumente as suas chances em sete passos:
1- Procure imobiliárias e profissionais habilitados pelo Creci-RJ e preencha corretamente as ficas de cadastro, deixando claros valores e perfil do imóvel desejado.
2- Defina as regiões de preferência e procure também pelas imobiliárias pequenas, que possuem clientes fiéis e onde o boca a boca funciona mais rapidamente.
3- Ligue diariamente para os corretores e estabeleça uma relação mais próxima com eles, para que seu nome seja o primeiro a ser lembrado quando uma joia rara pipocar no mercado.
4- Esteja sempre disponível. Não esqueça que o corretor tem mais de um cliente fiel na manga. Se você não estiver disponível, outro estará.
5- Tenha os documentos para fechar o negócio em mãos. São eles: carteira de identidade, CPF e certidão de casamento, se for o caso.
6- Antecipe o pedido de financiamento. O dono do imóvel tem pressa e prefere dinheiro na mão. Portanto, crédito aprovado é um ótimo argumento de negociação.
7- Não deixe a empolgação falar mais alto e sempre verfique a documentação do imóvel e do vendedor (veja dicas para uma compra segura na página 4)
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Para começar, é preciso aumentar o leque de possibilidades, se aliando à corretores e imobiliárias, e ir à luta.
— A maioria dos imóveis imperdíveis são antigos. Por isso, é preciso procurar também as pequenas imobiliárias de bairro. Elas conhecem a região e os moradores como ninguém — diz Bruno Theodoro, da Estrutura Consultoria.
Estar sempre atento e manter um bom relacionamento com o corretor pode fazer a diferença. Afinal, existem muitos candidatos no mercado, e você só será lembrado caso se faça presente.
— Outra coisa importante é estar disponível, pois a oportunidade surge uma vez só. Ter o dinheiro ou o financiamento aprovado também é fundamental para agilizar o processo — diz Bruno.
Para não meter os pés pelas mãos, no entanto, é importante segurar um pouco a empolgação, e não se esqueça de checar direitinho a documentação do bem.
Aumente as suas chances em sete passos:
1- Procure imobiliárias e profissionais habilitados pelo Creci-RJ e preencha corretamente as ficas de cadastro, deixando claros valores e perfil do imóvel desejado.
2- Defina as regiões de preferência e procure também pelas imobiliárias pequenas, que possuem clientes fiéis e onde o boca a boca funciona mais rapidamente.
3- Ligue diariamente para os corretores e estabeleça uma relação mais próxima com eles, para que seu nome seja o primeiro a ser lembrado quando uma joia rara pipocar no mercado.
4- Esteja sempre disponível. Não esqueça que o corretor tem mais de um cliente fiel na manga. Se você não estiver disponível, outro estará.
5- Tenha os documentos para fechar o negócio em mãos. São eles: carteira de identidade, CPF e certidão de casamento, se for o caso.
6- Antecipe o pedido de financiamento. O dono do imóvel tem pressa e prefere dinheiro na mão. Portanto, crédito aprovado é um ótimo argumento de negociação.
7- Não deixe a empolgação falar mais alto e sempre verfique a documentação do imóvel e do vendedor (veja dicas para uma compra segura na página 4)
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domingo, 30 de janeiro de 2011
Rio de Janeiro deve receber o dobro de lançamentos de 2010. Imóvel popular continua sendo o foco
Desde 2007, o mercado carioca só tem motivos para comemorar. De acordo com dados da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), nos últimos quatro anos, a média anual de lançamentos na cidade foi de aproximadamente 13.779 unidades. Se a situação já era boa, segundo Mário Amorim, diretor da imobiliária Basimóvel, a perspectiva para 2011 é ainda melhor: dobrar o número de lançamentos de 2010, que chegaram a 13.732 unidades.
Pode até parecer demais, mas o mercado mostra que não. Nesse início de ano, já são 8.716 lançamentos previstos pelas construtoras Rossi, João Fortes, Calçada, AG Prima, Grupo Avanço e Aliados, Arte a Metro, Efer, Fernandes Araujo, Calper, Even, Enes, Leduca, Comasa e Rubi.
Ainda de acordo com Mário Amorim, da Basimóvel, o foco este ano continuará sendo o segmento econômico, que deverá representar de 50% a 60% dos lançamentos.
A Even é uma das construtoras a apostar nos imóveis populares, com lançamentos dentro do programa “Minha casa, minha vida”. O primeiro do ano será a segunda fase do Caminhos da Barra, em Jacarepaguá.
— As incorporadoras estão apostando nesse segmento, que ainda tem muito espaço para crescer. As zonas Norte e Oeste e a Baixada Fluminense vão ganhar muitos lançamentos — aponta Amorim.
A Zona Oeste deve continuar puxando os lançamentos na cidade. O Grupo Avanço e Aliados, por exemplo, pretende construir 300 unidades entre Freguesia e Jacarepaguá, e a AG Prima fará mil casas espalhadas por Recreio, Santa Cruz e Campo Grande. A Calper, a Fernandes Araujo e a Calçada também têm lançamentos previstos para a região.
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Pode até parecer demais, mas o mercado mostra que não. Nesse início de ano, já são 8.716 lançamentos previstos pelas construtoras Rossi, João Fortes, Calçada, AG Prima, Grupo Avanço e Aliados, Arte a Metro, Efer, Fernandes Araujo, Calper, Even, Enes, Leduca, Comasa e Rubi.
Ainda de acordo com Mário Amorim, da Basimóvel, o foco este ano continuará sendo o segmento econômico, que deverá representar de 50% a 60% dos lançamentos.
A Even é uma das construtoras a apostar nos imóveis populares, com lançamentos dentro do programa “Minha casa, minha vida”. O primeiro do ano será a segunda fase do Caminhos da Barra, em Jacarepaguá.
— As incorporadoras estão apostando nesse segmento, que ainda tem muito espaço para crescer. As zonas Norte e Oeste e a Baixada Fluminense vão ganhar muitos lançamentos — aponta Amorim.
A Zona Oeste deve continuar puxando os lançamentos na cidade. O Grupo Avanço e Aliados, por exemplo, pretende construir 300 unidades entre Freguesia e Jacarepaguá, e a AG Prima fará mil casas espalhadas por Recreio, Santa Cruz e Campo Grande. A Calper, a Fernandes Araujo e a Calçada também têm lançamentos previstos para a região.
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Adeus, fiador: apenas o início da mudança
Adeus, fiador: cartão-aluguel, que será lançado em fevereiro, sinaliza aquecimento do mercado
As mudanças na Lei do Inquilinato, ocorridas há um ano, podem não ter surtido o efeito esperado pelo mercado — que previa mais agilidade nas ações de despejo e aumento da oferta de imóveis —, mas, na visão do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), por exemplo, são inegáveis as melhorias trazidas por ela.
Segundo Antônio Paulo Monnerat, vice-presidente de Locações da entidade, antes da modificação nas regras de locação, o inquilino, mesmo devendo seis meses de aluguel, podia entrar com uma ação de "intenção de pagar" na Justiça, o que paralisava o processo de despejo. Hoje, isso não é mais possível. Ou as mensalidades pendentes são pagas ou o juiz concede uma liminar com prazo de 15 dias para o despejo.
— Apesar de o Judiciário não estar tão ágil quanto a gente imaginava, hoje é possível reaver o imóvel num tempo menor. Antes da lei, a o despejo demorava cerca de um ano e meio. A tendência é que esse prazo caia para quatro ou cinco meses — afirma Monnerat.
Mais oferta
Com mais agilidade nas ações de despejo, esperava-se que proprietários que antes preferiam deixar o imóvel parado para não correr o risco de ver o bem preso ao contrato de locação perdessem o medo. Com isso, a oferta subiria.
O número de imóveis cresceu, mas, de acordo com o gerente geral da corretora Apsa, Márcio Murad, vários fatores, como o boom do mercado imobiliário e o aumento de inquilinos em potencial — com a população saindo mais cedo da casa dos pais — também influenciaram no crescimento.
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As mudanças na Lei do Inquilinato, ocorridas há um ano, podem não ter surtido o efeito esperado pelo mercado — que previa mais agilidade nas ações de despejo e aumento da oferta de imóveis —, mas, na visão do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), por exemplo, são inegáveis as melhorias trazidas por ela.
Segundo Antônio Paulo Monnerat, vice-presidente de Locações da entidade, antes da modificação nas regras de locação, o inquilino, mesmo devendo seis meses de aluguel, podia entrar com uma ação de "intenção de pagar" na Justiça, o que paralisava o processo de despejo. Hoje, isso não é mais possível. Ou as mensalidades pendentes são pagas ou o juiz concede uma liminar com prazo de 15 dias para o despejo.
— Apesar de o Judiciário não estar tão ágil quanto a gente imaginava, hoje é possível reaver o imóvel num tempo menor. Antes da lei, a o despejo demorava cerca de um ano e meio. A tendência é que esse prazo caia para quatro ou cinco meses — afirma Monnerat.
Mais oferta
Com mais agilidade nas ações de despejo, esperava-se que proprietários que antes preferiam deixar o imóvel parado para não correr o risco de ver o bem preso ao contrato de locação perdessem o medo. Com isso, a oferta subiria.
O número de imóveis cresceu, mas, de acordo com o gerente geral da corretora Apsa, Márcio Murad, vários fatores, como o boom do mercado imobiliário e o aumento de inquilinos em potencial — com a população saindo mais cedo da casa dos pais — também influenciaram no crescimento.
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
BB abre agência no Complexo do Alemão

A primeira agência do Banco do Brasil no complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, foi inagurada nesta terça-feira (25). De acordo com o banco, a instalação destas agências faz parte do objetivo de aliar atuação negocial à promoção do desenvolvimento sustentável. Segundo o site do BB, "a ação proporcionará a bancarização e a democratização do crédito, além de materializar a intenção estratégica do BB de ser o principal banco dos brasileiros". Na ocasião, o presidente da instituição, Aldemir Bendine, afirmou que o BB planeja aumentar sua presença no mercado de financiamentos imobiliários neste ano. Estiveram presentes na solenidade também o governador do RJ, Sérgio Cabral, e o Ministro da Defesa, Nelson Jobim.
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