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domingo, 6 de março de 2011

Que tal uma casa no campo? A hora é agora!


Áreas de 30 mil m2 são as mais procuradas para lazer.
Perto de Maringá e sem benfeitorias, essas chácaras variam de R$ 80 e 100 mil
Um pequeno ‘paraíso’ para fugir da correria urbana, colher frutas no pé, criar pequenos animais, cultivar legumes e verduras ou apenas para se curvar à preguiça e limitar-se a sentir o vento, o cheiro do mato e observar a paisagem.
Esse cenário tem inspirado e motivado cada vez mais pessoas a investir na compra de pequenas áreas rurais na região metropolitana de Maringá.
Segundo o corretor de imóveis Lupércio Ramos de Andrade, da LDS Imóveis, o mercado está propício para quem se identificou com essa ideia. "O momento é muito bom porque há mais ofertas do que procura. Quem tem dinheiro para comprar deve aproveitar", incentiva.
A imobiliária é referência em imóveis rurais. Área de 30 mil metros quadrados é o padrão de módulo fiscal permitido e o perfil mais procurado para fins de lazer, segundo o corretor. Na região, esse tipo de imóvel está avaliado em valores que podem variar de R$ 80 a R$ 100 mil, sem benfeitorias.
Para quem pode investir mais, R$ 450 mil, há também chácaras de alto padrão, com excelente infraestrutura, que inclui área para prática esportiva e moradia para o caseiro. A primeira opção pode ser encontrada em Santa Fé e a segunda, em Mandaguaçu.
A compra de pequenas áreas para plantio é outra tendência
O corretor citou esses exemplos para ilustrar opções disponíveis e à venda na área rural. Segundo Lupércio, uma tendência forte desse mercado tem sido a compra de pequenas áreas para produção de fruta, hortaliças e outras atividades da agricultura familiar.
Ligado ao meio rural, experiência adquirida no setor, enquanto bancário, o corretor lembra que esse tipo de investimento pode ser muito rentável se o dono tiver vocação para o negócio e investir em produtividade. "Mesmo uma chácara de pequeno porte pode dar lucro", insiste ao citar um amigo, que se deu bem ao se dedicar à criação de carneiros. "Ele diz que aquele é o paraíso dele", completa.
Mas, se o dono já está com a vida financeira estabilizada e muito mais para a aposentadoria do que para a labuta, é também um bom negócio, em sua avaliação. "Numa chácara de lazer você pode plantar coco, frutas, verduras e jogar bola. Enfim, é um ótimo negócio para quem quer esfriar a cabeça", comenta.
O corretor diz que trabalhar com a venda de imóveis rurais tem tudo a ver com ele. Tanto que Lupércio respondia a cada pegunta com um perfil de imóvel e com assertividade que se espera de todo bom ‘vendedor’.
"Me fascina o meio rural. São pessoas simples e fáceis de lidar. E me dou bem porque sou também meio matuto", brinca. Porém, por segurança, eles não abrem as porteiras a desconhecidos.

"Uma vez, logo que entrei numa fazenda, um carro veio ao meu encontro. Era o dono. Ele me parou e perguntou com ordem de quem eu estava na fazenda dele. Quando falei que fui conferir a fazenda em negociação, ele disse que ela não estava à venda e que eu tinha dez minutos para sair dali", relata o mal entendido.
Profissionalização
O corretor menciona que a imobiliária tem atuado para profissionalizar o setor, para evitar a atuação de pessoas não habilitadas a trabalhar no mercado imobiliário.
A recepção nada calorosa, citada, aconteceu depois dele rodar 150 quilômetros para chegar numa fazenda em Loanda, que estaria à venda por R$ 8 milhões. Segundo ele, esse tipo de constrangimento ocorre em razão de informações repassadas por pessoas que não atuam de forma profissional. "Hoje, falamos diretamente com o proprietário", diz.
Além de chácaras e sítios, a LDS negocia grandes áreas como fazendas em diversos Estados. Na carteira de imóveis atual há fazendas à venda em Itiquira e Paranatinga em Mato Grosso (MT) e Alto Paraíso de Goiás (GO).
São grandes propriedades como a Fazenda Mojolo, com 3.745 ha, com 2.300 ha de pastagens com 1.000 cabeças de gado. Nada que algo em torno de R$ 11,3 milhões não possa comprar, em caso de interesse.
http://www.odiario.com

Na região, setor é carente de profissionais qualificados


Cesumar lança pós-graduação em gestão imobiliária
O mercado imobiliário tem se apresentado cada vez mais dinâmico e atrativo aos investidores e profissionais liberais. É visível o número de empreendimentos que estão em fase de construção em todas as cidades.
Dados do Sindicato da Habitação de Maringá (Secovi) apontam que a valorização média de imóveis em Maringá, em 2010, foi de 24,4%, o maior índice de todo o Paraná. Os terrenos tiveram valorização inferior, mas considerada boa para o período, de 8%. Porém, já se findou a época em que este mercado era informal e sem profissionalismo.
Por conta deste cenário e da falta de profissionais qualificados, o Cesumar oferta, a partir deste ano, o curso de pós-graduação em Gestão em Negócios e Empreendimentos Imobiliários.
As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site do Cesumar (http://www.cesumar.br/posgraduacao/cursos2011). A taxa é de R$ 50 e as aulas começam no dia 25 de março e serão realizadas aos sábados pela manhã e à tarde.
http://www.odiario.com

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Paraná - Setor de decoração de interiores cresceu 500% nos últimos 10 anos

Aumento considera também, serviços de profissionais que atuam nesta área.
Cerca de 200 profissionais se qualificam em Designers de Interiores no PR.
Vendas de decoração teve aumento de até 25% entre

O setor de decoração de interiores apresentou um crescimento de 500% nos últimos dez anos no Paraná, de acordo com dados da Associação Brasileira de Designers de Interiores (ABD).
O aumento considera também a contratação dos serviços dos profissionais que atuam nesta área. Em Curitiba, cerca de 200 profissionais se qualificam por ano na área de Designers de Interiores.
Entre 2009 e 2010, o aumento de vendas em lojas de decoração foi de 20% a 25%, segundo Karin Brenner, vice-diretora da ABD Paraná. "Acredito que a expansão no mercado imobiliário tenha contribuído na busca pelo setor de decoração", afirma Karin.
Ela explica que um dos produtos mais procurados são os utensílios domésticos, que conquistam o cliente pelo colorido e pelas formas diferenciadas. Karin diz também que algumas lojas estão ampliando a variedade dos produtos ofertados, como o caso das lojas de materiais de construção que também investem na decoração. "Seria uma espécie de unir o útil ao agradável, ou seja, o cliente que vai escolher a cor da pintura da sala, já tem a facilidade escolher na mesma loja, outras peças para combinar com o ambiente", finaliza Karin.
http://g1.globo.com

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Curitiba - Richa libera R$ 10 milhões para obras da Copa em Curitiba e autoriza estudo para reduzir impostos do metrô

O governador Beto Richa liberou nesta sexta-feira (18) R$ 10 milhões para a prefeitura de Curitiba iniciar uma série de obras de melhoria da infraestrutura urbana da cidade para a Copa do Mundo da FIFA-Brasil 2014. Richa e o prefeito Luciano Ducci também acertaram o início dos estudos para conceder isenção de impostos estaduais e municipais para as obras do metrô de Curitiba.
Esta é a primeira parcela de um pacote de investimentos do Governo do Paraná para o projeto da Copa apresentado por Curitiba. Pelo convênio, o governo vai repassar R$ 45 milhões para a prefeitura fazer as obras e o município repassará ao Clube Atlético Paranaense R$ 90 milhões em títulos de potencial construtivo, que podem ser vendidos no mercado imobiliário, para obter os recursos para concluir as obras, atendendo a todas as exigências do caderno de encargos da FIFA e da CBF.
“Temos capacidade para ter em Curitiba a melhor Copa do Mundo entre todas as subsedes do Brasil e para isso estamos iniciando a liberação de recursos para obras de infraestrutura e mobilidade urbana”, disse o governador.
Richa disse também que o metrô é aguardado pelos curitibanos há muito tempo e irá contribuir para a melhoria do transporte coletivo e das condições de trânsito na capital. Como prefeito de Curitiba, Richa foi o responsável por dar início à elaboração do projeto básico do metrô, que está concluído. “Agora entramos na fase de conversas com o governo federal na busca de recursos suficientes para o início das obras”, disse Richa.
Para o prefeito Luciano Ducci, as duas parcerias acertadas no encontro com o governador trazem grandes avanços para a qualidade de vida na capital. “É um passo adiante na possibilidade de ter um metrô em Curitiba, além de avançarmos também com as obras da Copa”, disse Ducci.
Metrô
O objetivo de conceder isenção de impostos para as obras do metrô é reduzir os custos do projeto, que será apresentado ao governo federal em abril, para concorrer com projetos de outras nove capitais. Os recursos estão previstos no PAC 2, o Programa de Aceleração do Crescimento, que tem R$ 18 bilhões para atender as nove cidades. Estudo feito pela Prefeitura de Porto Alegre mostra que a isenção de impostos, no caso da capital gaúcha, pode reduzir o custo das obras entre 20% e 25%.
A primeira fase do projeto do metrô de Curitiba é a Linha Azul. São 14,2 quilômetros entre a estação CIC-Sul, próximo à Ceasa, e a Rua das Flores, no centro da cidade. O projeto está orçado em R$ 2,250 bilhões. No próximo dia 15 de março será realizada a audiência pública do licenciamento ambiental da obra. A previsão da prefeitura de Curitiba é inscrever o projeto no PAC 2 até o dia 3 de abril.
http://www.aen.pr.gov.br

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Maringá - Programa e especulação

Desde que foi lançado em 2009, o Minha Casa, Minha Vida aqueceu o mercado imobiliário em todo o País. Em Maringá, onde o preço já estava pressionado, a iniciativa serviu para acelerar a valorização desordenada dos imóveis.
"Na época do lançamento do programa, encontrava-se terrenos entre R$ 35 mil e R$ 40 mil. Um ano depois, os mesmos terrenos já estavam valendo R$ 50 mil e, agora, estão sendo comercializados por valores entre R$ 75 mil e R$ 80 mil", afirma o corretor Alexandre Mota Fontes, da Imobiliária Lokatell.
Terrenos com preço inferior a esse nível são disputados ferozmente pelo mercado. "Quando aparece um terreno por R$ 65 mil é um presente", comenta Fontes. Ele nota o mesmo aquecimento desordenado em municípios da região metropolitana. "Em Sarandi, acompanhei a negociação de um terreno bom, que custava R$ 15 mil antes do plano", conta Fontes. Agora o imóvel é vendido pelo dobro do valor.
Os proprietários reajustam os valores de acordo com seus próprios critérios. O corretor Jorge Hideki, da Imobiliária Santa Catarina, afirma que isso ocorreu com a correção do valor máximo dos imóveis do Minha Casa.
"O programa financiava imóveis de no máximo R$ 100 mil, mas como não se encontrava unidade nesse valor em Maringá, o valor máximo foi ampliado para R$ 130 mil", explica Hideki. A medida administrativa adotada pela Caixa foi interpretada como licença para aumentar os preços. "Os proprietários automaticamente aumentaram em 30% o valor dos imóveis", conta Hideki.
Mesmo os agentes do mercado desconfiam que o preço cobrado pelos imóveis não corresponde à realidade, crescendo de forma oportunista diante da grande procura por moradia. "Os preços sobem de maneira desordenada, aproveitando o ‘boom’ do mercado imobiliário", avalia Hideki.
http://maringa.odiario.com

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Jantar marcará lançamento do Iº Salão de Imóveis do Paraná

O Iº Salão de Imóveis do Paraná vai estrear em grande estilo. O lançamento oficial do evento será com um jantar na próxima quarta-feira, dia 16 de fevereiro, no Restaurante Maggiore. Na programação, terá uma breve apresentação da Feira, além do sorteio de uma carta de crédito entre os presentes, conforme regulamento a ser apresentado no momento do sorteio.
Diretores e marqueteiros do setor imobiliário serão os principais convidados. De acordo com a organização do evento, são esperadas mais de 150 pessoas. Localizado no Parque Barigui, o principal parque da cidade e um dos mais importantes cartões postais da cidade, o Restaurante Maggiore tem fácil acesso e amplo estacionamento e é comandado por Gian Michel, profissional da área gastronômica com ampla experiência internacional. O cardápio vai ser assinado pelo Cheff Antônio.
Na ocasião, o participante será muito bem recebido. Antes do jantar serão servidos canapés e coquetéis e terá chope a vontade.
Salão de Imóveis do Paraná: nasce uma nova alternativa para o mercado
O ano de 2011 mal começou e já nasce uma nova alternativa para o mercado: O Salão de Imóveis do Paraná, que surge em um momento propício no setor imobiliário, segmento que vem puxando o crescimento da economia brasileira.
De acordo com o executivo do ramo de eventos e idealizador da Feira, Pedro Rocha, o Iº Salão de Imóveis do Paraná veio para ocupar uma lacuna existente no setor. “Até então tínhamos dois eventos: A feira da Ademi-PR (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) do Paraná e o Feirão da Caixa. O primeiro, por sua história e tradição; pelas suas instalações, ricas montagens e sofisticados planos de mídia, remetem ao topo da pirâmide e no outro lado, tem o Feirão da Caixa quer pela sua mídia singela e despojada, além da própria limitação em valores dos produtos expostos, com um valor máximo de R$ 130mil, que busca e atrai a base da pirâmide. Já o Salão de Imóveis nasce para preencher a lacuna do meio dessa pirâmide. O evento foi projetado visando potencialmente a classe média, com uma mensagem de alerta para o cidadão de que esta é a hora dele comprar seu tão sonhado imóvel! Todos os esforços serão cumpridos no sentido de se obter resultados junto a essa classe”, destaca.
Pedro Rocha sabe bem do que está falando, o executivo acumula quase trinta anos de experiência no ramo imobiliário. Na sua trajetória profissional foi diretor de eventos da Diretriz, onde participou da realização da primeira à sexta edição da Feira de Imóveis do Paraná, que posteriormente passou a ser organizada pela Ademi-PR, no Estação Embratel Convention Center, onde participou da comissão organizadora da décima terceira a décima nona edição do evento. Ou seja, teve participação efetiva em treze das dezenove edições da feira de imóveis mais antiga e tradicional do Brasil. Na década de 1990 também dirigiu as três edições do Salão de Imóveis do Rio de Janeiro (Ademi-RJ) e as três edições do Salão de Imóveis de SP (Secovi-SP).
O Iº Salão de Imóveis do Paraná será oficialmente lançado no dia 16 de fevereiro, em jantar no Restaurante Maggiore, localizado no Parque Barigui. Na ocasião serão feitas as primeiras reservas de espaços do evento que vai acontecer entre os dias 10 e 14 de agosto no Marumby Expo Center, mesmo local onde a Caixa Econômica Federal realiza seu Feirão desde 2005. O público esperado na feira é de 30 mil pessoas.
A escolha do local foi outro ponto levado em conta para a realização do I Salão de Imóveis do Paraná. “Considerando-se que o Estação Embratel Convention Center está encerrando suas atividades, e o mesmo deve acontecer com o Pavilhão do Parque Barigui pelo menos por um período, o Marumby Expo Center é hoje o único local em Curitiba com tradição em Feiras imobiliárias. É ali que a Caixa vai realizar este ano, a sétima edição do seu evento e todos com irrepreensível sucesso. Sua proximidade com o centro, seu estacionamento farto e seguro e o fácil acesso, transformam aquela praça de eventos numa excepcional opção”, afirma Pedro Rocha.
Com o mercado imobiliário aquecido, a expectativa do executivo Pedro Rocha é muito positiva. “Estamos muito otimistas. Os indicadores apontam que ainda há espaço para crescimento desse mercado, face ao recente período de estagnação que passou”, avalia.
Rocca Eventos
Criada em 2010, a ROCCA EVENTOS nasce com 25 anos de experiência no mercado. Formada por profissionais altamente qualificados e experientes, sua equipe traz no portfólio a história das feiras imobiliárias do Paraná e do Brasil, além de dezenas de eventos realizados no país nos mais variados segmentos.
Mesclando ousadia com vasta experiência, a Rocca Eventos forma um time de primeira grandeza, que trabalha seriamente na elaboração de eventos com resultados positivos! Além de ser especialista na realização de feiras do setor imobiliário, a Rocca Eventos também atua no segmento de móveis e decoração, com eventos de repercussão nacional, como as Feiras DECORAR e a DECORMÓVEIS, ambas realizadas em Curitiba, no Pavilhão de Exposições do Parque Barigui. [smarapedro@gmail.com]
Serviço:
Lançamento Oficial do 1º Salão de Imóveis do Paraná
Local: Restaurante Maggiore, localizado no Parque Barigui
Data: 16 de Fevereiro de 2011
Horário: 19h30m
http://www.paranashop.com.br

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Maringá - Universitários começam a trocar Zona 7 por Novo Centro Vinícius Carvalho

A Zona 7 reinou absoluta durante anos em Maringá quando o assunto era imóvel para estudantes. Depois de anos de especulação imobiliária e saturação de acadêmicos, os preços de aluguel na região chegaram às alturas. No início de 2011, estudantes que vêm estudar em Maringá começam a migrar para outras regiões.
O Novo Centro está se consolidando como a principal alternativa na oferta de pequenos imóveis para locação, procurados por estudantes e profissionais de grandes empresas que se para Maringá. A região é a vitrine do boom imobiliário local e tem a vantagem de se localizar entre o Centro, alguns dos principais shoppings da cidade e a Universidade Estadual de Maringá (UEM).
Menor preço
O bairro foi o local escolhido por Leila Hirakuri e Silvia Tamura, ambas com 18 anos. Elas vieram de Assaí (a 140 km de Maringá) para cursar na Ciências Contábeis na UEM. Depois de procurar por imóveis na Zona 7, as estudantes chegaram à conclusão que o Novo Centro apresenta vantagens.
"O preço é menor, dá para ir a pé até a universidade e estamos bem no centro da cidade", comenta Leila. Elas dividem um apartamento na Rua Piratininga, por R$ 450 mensais. "Fica mais fácil para me dedicar a outros cursos durante a tarde", afirma Silvia.
Concorrência
O presidente da seção regional de Maringá do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), Téo Granado, afirma que a Zona 7 ainda é a principal região de procura de imóveis, mas o Novo Centro está se tornando o principal concorrente do bairro universitário.
"Está aumentando a procura no Novo Centro porque os imóveis que começaram a ser construídos de cinco anos para cá começaram a ser entregues", explica Granado. O mercado imobiliário já pensava nos estudantes quando planejou os prédios. "Temos cerca de 100 unidades com um novo modelo: apartamentos com dois quartos e preço de condomínio baixo", aponta Granado.
Na Zona 7, o modelo mais procurado é o apartamento com três ou quatro quartos, com uma ou duas vagas de garagem. A região continua sendo a campeã de procura, não apenas pelos estudantes da UEM. "Notamos que os estudantes de outras faculdades, como o Cesumar, preferem morar na Zona 7", afirma Granado. "A região tem mais oferta de supermercados e outras facilidades", acrescenta.
Profissionais
No início do ano, não são apenas os estudantes que procuram imóveis em Maringá. O tecnólogo Odenir Finkler Geraldo, 22, veio de Palmas, no sul do Estado, junto com a família, para trabalhar, e alugou um imóvel no Jardim Oásis, fora das regiões com preços mais elevados.
Eles escolheram Maringá pelas opções na área de educação, emprego e devido ao clima – bem diferente de Palmas, considerada a cidade mais fria do Estado. "O imóvel tem a metragem ideal pra mim, meu pai, minha mãe e meu irmão: são três quartos e um banheiro, além de uma sala grande, cozinha e lavanderia", conta.
O tecnólogo compara o preço do aluguel de Maringá com o de Palmas. "O valor é o que eu esperava, R$ 550 mensais – o mesmo de Palmas", afirma Geraldo.
Oferta
100 unidades, pelo menos, já estão disponíveis para locação na região do Novo Centro.
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Aumento dos limites do programa Minha Casa, Minha Vida aquece o setor imobiliário

O aumento do teto de financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida anunciado, na última semana, pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) elevou as expectativas do setor imobiliário brasileiro. No Paraná a decisão foi recebida com entusiasmo pelos corretores de imóveis e pela população. Em Curitiba, o valor máximo foi elevado de R$ 130 mil para R$ 150 mil reais. Outras cidades, como Londrina, com mais de 250 mil habitantes o valor passou de R$ 100 mil para R$ 130 mil.
Esta é a segunda vez que o Conselho Curador do FGTS anuncia aumento no teto do Programa Minha Casa, Minha Vida. A primeira ocorreu no final de 2009, devido à iniciativa do presidente do Creci/PR Alfredo Canezin, com a ajuda da coordenadoria Jurídica do Conselho, presidentes das entidades do setor imobiliário e do deputado federal André Vargas.
O novo aumento do teto foi justificado pelo Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, como uma forma de proporcionar a equivalência aos valores praticados pelo setor imobiliário. Canezin concorda com a opinião do Ministro e relata que esta segunda elevação dos valores veio em ótima hora. “Os incorporadores já estavam com dificuldades de conseguir terrenos para construção, agora com o aumento do teto de financiamento os imóveis se enquadram no programa, portanto isto vai facilitar a vida de quem constrói e de quem compra”.
A corretora de imóveis, Izabel Maestrelli, comenta que este aumento já era esperado pelas construtoras e que a divulgação do Conselho Curador do FGTS movimentou o setor. “Esta notícia veio para aquecer ainda mais o mercado e alavancar as vendas, com certeza 2011 será um ótimo ano para os profissionais do ramo imobiliário”.
http://www.paranashop.com.br

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Cinema 3D chega ao mercado imobiliário de Curitiba

Brookfield Incorporações, Neorama e Neotix inauguram o primeiro apartamento em realidade 3D da cidade
Para apresentar ao público seu novo lançamento em Curitiba, o residencial Younique, a Brookfield Incorporações, em parceria com a Neorama Studio e a Neotix agência digital, inaugura uma sala de imersão em 3D em complemento aos tradicionais apartamentos decorados. O visitante, utilizando óculos especiais, poderá vivenciar o futuro empreendimento, os ambientes internos e as inúmeras opções de lazer. A tecnologia utilizada é a mesma de sucessos em 3D, como Avatar e Alice no País da Maravilhas.
“O objetivo é proporcionar aos clientes uma experimentação diferente durante a compra do imóvel dando a eles a oportunidade de fazer um tour em terceira dimensão, com a sensação de estarem circulando realmente no imóvel”, afirma Luiz Angelo Zanforlin, diretor da Unidade Sul e Interior de São Paulo da Brookfield Incorporações.
Segundo o arquiteto Márcio Carvalho, diretor da Neorama, a tecnologia do 3D imersivo é extremamente eficiente para transmitir idéias e conceitos. “Para o mercado imobiliário, é um recurso que permite formas inéditas de interação entre o público comprador e o ambiente dos apartamentos”, diz.
O estande do Younique está localizado à rua Romédio Dorigo n° 105, no bairro Água Verde, um dos mais nobres da cidade. Será construído em um terreno de 4,5 mil m2 e composto por duas torres, uma com 19 e outra com 22 pavimentos, com unidades que variam entre 77 m² e 119 m², com dois ou três dormitórios. O residencial oferecerá aos clientes mais de 15 opções de lazer, entre elas salão de jogos teen, lounge bar, home cinema, brinquedoteca, espaço gourmet, ofurô, piscina coberta climatizada, entre outros.
http://vidaativa.horahnews.com.br

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Lopes adquire 60% da consultora de imóveis paranaense Thá

Operação estimada em R$ 20,9 milhões inclui dez lojas do grupo

A LPS Brasil ou imobiliária Lopes, como é conhecida a empresa paulista de consultoria de imóveis, adquiriu 60% da Imobiliária Thá Pronto, localizada em Curitiba (PR). Com a aquisição, a LPS passa a ter exclusividade, por meio de sua empresa CrediPronto!, nos financiamentos de imóveis comercializados pela Thá.
A empresa paranaense é especializada na comercialização de imóveis de médio-alto padrão e possui dez lojas. Nove unidades estão localizados em Curitiba, sendo oito exclusivas para imóveis prontos e uma específica para comercialização de lançamentos. A imobiliária ainda detém uma nova loja em Santa Catarina.
Segundo a LPS, o valor da negociação é estimado em R$ 20,9 milhões, sendo paga inicialmente uma parcela fixa de R$ 7,4 milhões. Os R$ 13,6 milhões restantes serão pagos em três parcelas variáveis, a partir do primeiro ano da aquisição, podendo a transação alcançar o valor máximo de R$ 45 milhões.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Thá e Rossi entregam condomínio de alto padrão no Alto da Glória

Inspirado nas antigas mansões de Curitiba, o Vintage faz alusão a elementos que marcaram época

A Thá e a Rossi estão entregando mais um empreendimento na cidade. O Vintage - Alto da Glória ficou famoso por seu conceito, com referências a elementos que marcaram época. Os futuros moradores do condomínio estarão reunidos em um coquetel privativo para conhecer de perto o projeto, que acaba de se tornar realidade. O evento será realizado na próxima quarta-feira, dia 26 de janeiro, às 20 horas, na Avenida João Gualberto, 610.

Inspirado nas antigas mansões curitibanas, o Vintage está localizado no bairro Alto da Glória, que conta com excelente infraestrutura de serviços e está bem servido de opções de lazer. O empreendimento apresenta quatro imponentes torres de 10 pavimentos, totalizando 144 unidades. É composto por unidades com 112 e 140 metros quadrados, respectivamente de três e quatro dormitórios - com direito a duas vagas de garagem. Destaca-se também por suas coberturas duplex, com quatro vagas de garagem.

Seguindo a tendência do mercado imobiliário, o residencial de alto padrão apresenta estrutura digna de clube, com espaços comuns dedicados ao bem-estar dos moradores. Entre as opções de lazer do Vintage estão a piscina adulta e infantil; piscina com raia coberta; fitness center; spa; sauna; gazebo zen, com espaço para fazer e receber massagens; pista de caminhada e corrida; sala de descanso; e praças de lazer. Além disso, o condomínio apresenta uma área de lazer inédita, um boliche para garantir a diversão de toda a família.

Sobre o Grupo Thá

Fundado há 115 anos, o Grupo é composto pelas seguintes empresas: Thá Engenharia, com atuação em todo Brasil; Thá Incorporadora, com atuação em Santa Catarina e no Paraná; e a Imobiliária Thá, com sede em Curitiba. Com aproximadamente 6 milhões de metros quadrados construídos a Thá é o maior grupo imobiliário do sul do Brasil. Para mais informações, visite: www.tha.com.br.

Sobre a Rossi

Completando 30 anos em 2010, com presença em mais de 80 cidades do País, mais de 200 empreendimentos em construção e mais de 36 mil unidades entregues, a Rossi é uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil. A empresa atua em diversos segmentos do mercado imobiliário e tem no seu portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda. Com base em valores como inovação, valorização das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e acionistas. A Rossi entende que sua missão vai além da construção de residências e locais de trabalho. Seu compromisso é com projetos de vida. Visite: www.rossiresidencial.com.br ou acesse pelo celular o portal mobile da Rossi:

www.rossiresidencial.com.br/mobile.

http://www.segs.com.br

domingo, 23 de janeiro de 2011

Universitários aquecem o mercado imobiliário em Maringá

As empreendedoras do ramo imobiliário de Maringá já entenderam que a cidade se tornou um polo educacional há muito tempo. A ótima qualidade de ensino e as opções de cursos, bem como de universidades, atraem estudantes de diferentes regiões do Brasil, movimentando ainda mais o setor de locação e compra de imóveis na cidade.
Para citar um exemplo, na Zona 7 e em bairros próximos da Universidades Estadual de Maringá (UEM), prédios voltados ao público estudantil são erguidos a todo instante. A procura por imóvel, seja para compra ou locação, é acirrada por lá. Segundo Claudiomar Sandri, proprietário e gerente da Imobiliária e Construtora Sandri, o mercado imobiliário nesses bairros está aquecido.
O gerente conta que os principais consumidores deste tipo de imóvel são principalmente os investidores, que adquirem apartamentos para locar posteriormente, pais de estudantes universitários, jovens recém-casados que procuram um imóvel menor e mais em conta e ainda pessoas que querem morar sozinhas.
Por já haver muitas quitinetes nas regiões onde os estudantes costumam morar em Maringá, o mercado imobiliário vem apostando também em modelos de imóveis compactos, com cerca de 40 metros2 e com um quarto, ou então com dois quartos, medindo um pouco mais de 70 metros2.
Um bom negócio
Investir em imóveis, seja em bairros próximos às universidades, seja em qualquer outra área, é um bom negócio em Maringá e une uma série de vantagens ao investidor.
De acordo com Sandri, o imóvel pode ser usado para os filhos estudarem e ainda ser locado ou vendido facilmente posteriormente, caso o jovem queira se mudar do local. "Por ser mais barato, esse tipo de imóvel (compacto) tem bastante liquidez no mercado. Além disso, a procura para a locação é interminável".
O empresário do ramo imobiliário tem notado também que a vinda de universitários de outras localidades, por vezes, geram ainda outros negócios. Há vários casos de pais que também se simpatizam com a cidade e, tendo o desejo de ficar mais próximos dos filhos, resolvem comprar o segundo imóvel para fixar residência no município.
Locação é disputada
O professor Murilo Citelli Dutra, 25, resolveu morar em Maringá há quatro anos. Cansado de ir e voltar todos os dias de ônibus, mudou-se de Santa Fé (a 50 quilômetros de Maringá) e procurou um apartamento na zona 7 para morar.
Assim como muitos estudantes, reuniu amigos e parentes para formar uma república e assim dividir as contas mensais de água, luz, condomínio e aluguel.
Há um ano, Dutra teve de se mudar, o que, segundo ele, não foi tarefa das mais fáceis. "Não é fácil achar apartamento bom e barato, especialmente nesta área que tem os imóveis supervalorizados. Além disso, alguns locatários têm restrições em alugar imóveis para repúblicas", recorda-se o professor, que hoje divide apartamento com a irmã (universitária), um primo (que faz o ensino médio em uma escola particular) e com um colega (aluno de mestrado), todos vindos de Santa Fé.
Mas, Silvinho Iwata Neto, que atua no setor de locações da Imobiliária Silvio Iwata, não vê motivos para recriminar os estudantes que desejam formar república. Para ele, desde que atendam a todos os requisitos exigidos na hora de fechar o contrato de locação, não há porque não alugar o imóvel.
Ele calcula que cerca de 20% do total de locações fechadas na imobiliária onde atua seja direcionada ao público estudantil, que quer morar principalmente próximo à UEM e ao Centro Universitário de Maringá (Cesumar). A procura é tão grande por imóveis que, na zona 7, há lista de espera por residências.
http://www.odiario.com

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Os números da construção civil continuam apresentando desdobramentos positivos para Curitiba.

O Perfil Imobiliário 2010, elaborado pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), revelou que só em Curitiba já foram entregues 30 mil unidades residenciais até outubro deste ano. Como se isso não bastasse, o estudo também apontou que a capital deverá bater recorde neste ano no que diz respeito à liberação de alvarás para a construção, que deve atingir até dezembro um número próximo a 35 mil unidades.
De acordo com o presidente da entidade, Gustavo Selig, o número é três vezes maior que a quantidade de alvarás, para o mesmo tipo de construção, liberados de 2005 a 2007, que totalizou 11,4 mil unidades. Em 2009, foram liberados alvarás de construção para 25, 6 mil unidades residenciais. A maior parte das autorizações se concentra para edifícios residenciais com unidades compactas, correspondendo a 65% da total de imóveis. "O aquecimento do mercado, fortemente impactado por uma maior oferta de crédito, não apenas para o cliente, mas também para a produção", avaliou Selig. Vale destacar que dentre os imóveis entregues, a maioria absoluta foi adquirida por meio de financiamento bancário (68%) que permite, em alguns casos, até 30 anos de parcelamento. O restante foi comprado á vista ou retirado junto às construtoras. Segundo o estudo, o número de apartamentos lançados na capital paranaense deve superar em 10 vezes o volume total de unidades lançadas em 2005, chegando à marca de 10.435 novos imóveis neste ano. Entre eles, merecem destaque os apartamentos de dois dormitórios que continuam sendo maioria entre os lançamentos, com 46% de participação no mercado. "As famílias estão encolhendo mas também percebemos que as pessoas com maior poder aquisitivo estão migrando para imóveis menores, quando moram sozinhas ou são um casal que já criou os filhos", observa Selig. O Ecoville é o bairro com o maior número de unidades ofertadas (13,2% do total), correspondendo a 3.420 imóveis. Em seguida, aparece o Portão (8,9%), com 2.301 unidades e a região central (8,8%), com 2.286 unidades. Selig diz que um grande destaque da pesquisa é o crescimento da produção imobiliária da região sul da capital que, além do Portão, contempla os bairros Capão Raso, Novo Mundo e Fazendinha. "Há uma escassez de áreas para construir na região central. Está na hora da Prefeitura fazer um novo zoneamento", defende o presidente da Ademi-PR.
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Gustavo Selig é reeleito para a presidência da Ademi-PR

Fortalecer as parcerias com as entidades de classe e as empresas, em especial as incorporadoras, que atuam no mercado imobiliário e na construção civil do Estado. De acordo com o diretor-presidente da Hestia Construções e Empreendimentos, Gustavo Selig, reeleito por unanimidade para mais um mandato a frente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), estes são os principais projetos da entidade para 2011 e 2012.

Selig conta que, em conjunto com os sindicatos da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-PR) e da Habitação e Condomínios (Secovi-PR), a associação pretende ampliar e detalhar as pesquisas sobre a produção imobiliária na Região Metropolitana de Curitiba, bem como incluir no Perfil Imobiliário dados sobre o mercado de imóveis prontos da capital paranaense.

“A partir de 2011, começam a ser entregues os grandes empreendimentos lançados há dois ou três anos em Curitiba e nós pretendemos monitorar este segmento, principalmente em relação à quantidade de revendas, para identificar o tamanho do mercado”, explica Selig. Segundo o presidente reeleito da Ademi-PR, o setor deve continuar a crescer em 2011, com uma tendência à estabilização do número de lançamentos imobiliários, valorizando entre 15 e 22% ao ano.

A entidade também prevê novidades para o Troféu Incorporador do Ano e para a Feira de Imóveis. Selig conta que associação pretende tornar a premiação dos destaques do setor anual, em vez do formato atual cuja realização é a cada dois anos, e ampliar as categorias, num trabalho conjunto com a Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea-PR).

O diretor-presidente da Ademi-PR também adianta que, em 2011, a tradicional Feira de Imóveis terá novo endereço, e será realizada na Expo Unimed, no câmpus da Universidade Positivo. “A mudança tem a finalidade de criar um espaço maior para o evento, com mais estandes e produtos qualificados”, explica Selig. Tradicionalmente, a feira era realizada no Estação Convention Center, no Shopping Estação.

Além disso, a associação pretende empreender um trabalho mais consistente junto às empresas nacionais, com atuação em Curitiba, para que ingressem no quadro social da entidade, e incentivar a troca de experiências entre os associados, por meio de palestras com os principais especialistas do setor no país.

“A ideia é que estas companhias que vêm de outros Estados se integrem e participem efetivamente do mercado local, se estabelecendo em definitivo na cidade. Desta forma, poderemos dar o apoio de que elas necessitam”, afirma Selig.

Perfil - O engenheiro civil Gustavo Selig é o segundo presidente da Ademi-PR reeleito, em 30 anos de fundação da entidade. Neste período, apenas seu pai, e também engenheiro civil, Volmir Selig, assumiu dois mandatos, em 1991-1992 e em 2003-2004. Gustavo também é Mestre em Administração de Empresas e Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-PR). De 2005 a 2006, foi o representante do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).

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