Mostrando postagens com marcador Pernambuco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pernambuco. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Rigor para Minha casa, minha vida

Empresas que financiam pela CEF devem construir em locais urbanizados
Depois de anunciar o reajuste no valor máximo para os imóveis financiados pelo programa habitacional Minha casa, minha vida, ainda não oficializado pelo conselho curador do Ministério das Cidades, a Caixa Econômica Federal (CEF) resolveu restringir a liberação de crédito imobiliário para os projetos construídos com recursos de empreendedores e vendidos através do programa.
Agora, os financiamentos só serão concedidos pelo banco aos empreendimentos cuja localização já disponha de um plano de urbanização, com vias pavimentadas e estrutura de abastecimento de água, fornecimento de energia elétrica e rede de saneamento básico. Nesse caso, ponto para o consumidor final, aquele que sonha com uma moradia digna, foco do programa federal.
A Caixa oferece duas modalidades para a venda dos imóveis pelo programa: quando a própria instituição financia a obra por completo ou no caso da oferta de crédito para a compra, com o empreendimento sendo bancado pelo empreendedor. Na primeira situação, segundo a CEF, já era exigida a urbanização no local das futuras moradias. Deste modo, as ressalvas se estendem ao segundo exemplo.
A informação pode significar uma ducha de água fria nos planos de famílias que contam com o programa para comprar um imóvel. Para o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco (Sinduscon-PE), porém, a extensão da regra pela Caixa vai beneficiar os consumidores, que necessitam de habitações com o mínimo planejamento urbano.
´O problema está em projetos menores onde empreendedores usam o teto do programa para erguer imóveis em locais sem estrutura, principalmente os populares `, diz Avelar de Castro, diretor de assuntos imobiliários, obras privadas e instalações do Sinduscon-PE. Em nota, a CEF informou que ´a alteração possibilita tratamento igualitário e garante qualidade e condições de habitabilidade dos imóveis`.
http://www.diariodepernambuco.com.br

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Quatro torres, R$ 135 milhões

A Queiroz Galvão Desenvolvimento Imobiliário (QGDI) sinaliza ter inaugurado uma nova era no mercado imobiliário local. A construtora apresentou ontem, simultaneamente, o maior empreendimento residencial do Recife: os projetos dos edifícios Maria Carmem & Maria da Glória e Maria Lina e Maria Lara, com 70% das 412 unidades comercializadas.
A QGDI resolveu apostar na Madalena municiada pela preferência dos clientes. A construtora se baseou nas três últimas pesquisas do Salão Imobiliário da Ademi-PE, onde o bairro foi o segundo mais procurado na intenção de compra de imóvel (17,3% dos entrevistados em 2010). Some-se a isso um terreno de 10 mil metros quadrados para receber dois empreendimentos independentes.
Com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 135 milhões nos dois projetos, a QGDI investiu na dobradinha estande de vendas/apartamento decorado para vender as unidades em pouco tempo. Pelo visto, a estratégia deu certo e nos próximos dias todas as unidades devem se esgotar. No local dos projetos, inclusive, a empresa montou uma plataforma otimizada de atendimento para os clientes.
Com perfis iguais, as torres Maria Carmem & Maria da Glória terão 37 pavimentos tipo com dois apartamentos por andar (148 imóveis no total) de 141 metros quadrados de área, distribuídas em 5 mil metros quadrados (metade do terreno). Os imóveis, frontais para o Rio Capibaribe, terão cinco opções de plantas com quatro quartos.
Já as torres Maria Lina e Maria Lara terão 33 pavimentos tipo com quatro imóveis por piso, totalizando 264 unidades. O residencial vai oferecer área de lazer completa e ambos os projetos terão duas vagas de garagem. Os imóveis têm preços entre R$ 220 mil e R$ 575 mil, mas o plano de pagamento é igual para os dois projetos: 8% de sinal, 22% em 42 parcelas mensais e o restante financiado pelo banco.
http://www.diariodepernambuco.com.br

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Ano da casa própria

Caixa teve maior investimento no setor imobiliário em 2010, totalizando R$ 77,8 bilhões em todo o país
Se o ano de 2010 foi determinante para tentar solucionar o déficit habitacional brasileiro, já está marcado na história da Caixa Econômica Federal (CEF) como o período de maior investimento no setor imobiliário. Nos últimos doze meses, segundo relatório divulgado pelo banco, ontem, foram investidos R$ 77,8 bilhões, um crescimento de 57,2% comparado a 2009, com o financiamento de 1.231.250 unidades residenciais em todo o Brasil.
Crédito imobiliário cresceu com economia favorável. Foto: Juliana Leitao/DP/D.A Press Na avaliação da instituição, o montante foi responsável por 70% de todo o crédito imobiliário disponível no mercado. Desse total, R$ 27,7 bilhões saíram da caderneta de poupança (203,9 mil unidades financiadas) e R$ 31 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), correspondente a 389,6 mil empréstimos. Foram destinados, ainda, R$ 6,3 bilhões para subsídios e R$ 10,7 bilhões para arrendamentos residenciais. O restante dos recursos atendeu a consórcios imobiliários, Pró-Moradia e repasses.
Em Pernambuco, a superintendência regional da Caixa informou que o volume contratado foi de R$ 2,56 bilhões em 2010, equivalente a 170% de acréscimo em relação ao ano anterior, com 63.128 contratos habitacionais concretizados (115% a mais que 2009). Com R$ 723,4 milhões, os recursos do FGTS financiaram 14.340 contratações e as operações de poupança R$ 675,5 milhões, beneficiando 21.135 famílias.
De acordo com Pedro Santiago, superintendente regional do banco, o momento econômico atual de Pernambuco impulsionou as estatísticas. ´Relacionando o Produto Interno Bruto (PIB) do estado com o volume de crédito concedido pela Caixa em 2010, chegamos à conclusão que o banco contratou além do PIB. Regiões do Litoral Sul aumentaram a oferta de moradia em função dos investimentos em vários setores econômicos e isso contribuiu para o crescimento das estatísticas`, destacou.
Além da estabilidade econômica e da captação de investimentos em vários segmentos, a CEF creditou os resultados favoráveis no estado ao programa Minha casa, minha vida, que em 2010 financiou 45.510 unidades habitacionais (101,8%), ultrapassando a marca de 44.706 imóveis da primeira etapa do projeto. Regiões de Abreu e Lima, Cabo de Santo Agostinho, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes e Paulista, cuja oferta de empreendimentos imobiliários foi maior, segundo a CEF, foram decisivas para bater a meta estabelecida.
www.diariodepernambuco.com.br

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Recife - Uma cidade verticalizada

Recife está em 21º lugar no ranking mundial de edifícios de grande porte. No país, fica atrás apenas de SP e RJ
Metrópoles gigantescas como Nova York, São Paulo e Tóquio dominam o campo imobiliário no mundo, em uma expansão de concreto que abrange todo o território, cada vez mais escasso nas cidades. Mas, exatamente por isso, as projeções de concreto apontam para o céu com edifícios cada vez mais altos, imponentes. Uma produção de larga escala, muitas vezes além do controle do plano diretor. Aliás, nem o céu parece ser o limite. No Recife, o embalo da construção civil é uma realidade. Essa impressão vertical pode ser percebida nas fundações de novas obras em cada esquina e prédios em fase de acabamento aglomerados no mesmo quarteirão. O impacto de tantas ações imobiliárias resultou em uma estatística impressionante. O que era impressão, virou fato. O Recife é uma das cidades mais verticais do mundo, muito além do que se imagina. A cidade, outrora portuária há alguns séculos, avançou, mudou os seus conceitos urbanos e optou pela verticalização, ocupando agora o 21º lugar entre as cidades com mais prédios em todo o planeta, de acordo com um estudo de uma consultoria internacional. No Brasil, o Recife está abaixo apenas de São Paulo e Rio de Janeiro, com um 3º lugar que divide opiniões, entre defensores da evolução acelerada dos centros econômicos e os críticos do crescimento desenfreado, com o surgimento de ilhas de calor, além do trânsito asfixiado.
Segundo o detalhado levantamento da Emporis, companhia alemã especializada em dados sobre edifícios desde 1996, o Recife tem 1.103 construções considerando os dois modelos conhecidos de prédios de grande porte. A lista engloba os arranha-céus conhecidos como high-rise buildings, com prédios de 35 a 100 metros, e skyscrapers, acima de 100 metros. Vale ressaltar que o dado leva em conta apenas os imóveis da capital, sem considerar toda a RMR. A estatística coloca a cidade na frente de metrópoles chinesas em franco desenvolvimento, como Xangai e Pequim.
Top 20
O aquecimento do mercado imobiliário no Recife foi bastante acentuado na década recém-finalizada. Dos 20 maiores prédios da cidade - uma vez que o estudo dispõe de informações sobre todas as construções inseridas nas duas categorias citadas - 19 foram construídos entre 2001/2010. A exceção foi o Edifício Porto Seguro, em Boa Viagem, erguido em 1997. O bairro da Zona Sul, um dos três mais populosos da cidade além de ser um polo econômico, concentra grande parte dos arranha-céus. No entanto, os dados com as demais construções de grande porte mostram uma expansão para outros 11 bairros, preenchendo todas as lacunas de uma cidade de 217 quilômetros quadrados, com apenas 1/3 do território de Salvador, por exemplo. Ao todo, nove prédios tem pelo menos 40 pavimentos. O mais ´antigo` deles foi construído em 2003. Se o ritmo de crescimento for mantido, o Recife deverá entrar no Top 20 em breve, pois a venezuelana Caracas tem apenas seis edifícios a mais.
http://www.vermelho.org.br

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Confiança mantém setor imobiliário em alta em Pernambuco

Quem juntou as economias e está mirando a compra de um imóvel pode ficar tranquilo, pois são grandes as chances de o sonho virar realidade. A confiança dos consumidores nunca esteve tão forte para investir no mercado imobiliário e, em 2011, a expectativa é que o setor se mantenha aquecido, segundo a Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE).

A certeza se respalda, de acordo com a entidade, nos dados da pesquisa do Índice de Velocidade de Vendas (IVV), realizada pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe). Em novembro passado o índice registrou percentual de 68,3% nas vendas de imóveis na planta ou durante a fundação. Traduzindo: o consumidor mantém a credibilidade na conclusão dos empreendimentos pelas construtoras.

Para a Ademi-PE, a equação é simples. Diante da oferta de crédito imobiliário que alimentou o setor no último ano, o preço dos imóveis, mesmo elevado, se alinhou ao perfil dos consumidores por conta do crescimento econômico de Pernambuco. Isso refletiu, inclusive, no valor do metro quadrado, que na Região Metropolitana do Recife (RMR) é o segundo mais barato do Nordeste, atrás somente de João Pessoa, na Paraíba.

Pelas estatísticas, o IVV registrado em novembro de 2010 foi de 15,3%, equivalente a 594 unidades vendidas, e 19,8% superior ao mês de outubro. O perfil de compra também se modificou, já que desse total 52,7% dos negócios fechados foram de imóveis com áreas entre 50 e 100 metros quadrados e grande parte com um (20,5%) e três quartos (53,5%).

´O mercado apresenta uma tendência de empreendimentos compactos causada, entre outras razões, pela dificuldade de terrenos em algumas regiões`, explicou o presidente da Ademi-PE, Alexandre Mirinda. No balanço parcial de 2010, foram comercializados 8,4 mil imóveis, contra 5.484 em 2009. Com o incremento, a média de vendas no acumulado foi de 695 unidades, resultando num índice de 13,5%.

Mirinda dise que a tendência do mercado da construção civil para 2011 é de crescimento, embora o governo federal tenha sinalizado reduzir a oferta de crédito. ´O consumidor passou a acreditar nas empresas do setor por que ele compra o seu imóvel na planta ou na fase inicial de obras e sabe que vai recebê-lo. Além disso, os bancos entenderam a necessidade de democratizar o crédito`, destacou.

http://www.diariodepernambuco.com.br

domingo, 2 de janeiro de 2011

Mercado Imobiliário atrai empresas de outras regiões

O crescimento do setor imobiliário, impulsionado pela demanda de investimentos em infraestrutura e, principalmente, por moradias, tem levado as empresas do segmento a se mobilizarem para expandir as suas atuações para diversas regiões do País, nas áreas de construção, incorporação, vendas e administração de imóveis. Pernambuco é um dos estados que mais vem atraindo investimentos nessa área. A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário em Pernambuco (Ademi-PE) estima que houve um crescimento de 25% no Estado, enquanto no restante do País se verificou um aumento de 10% a 15%.

Essa ascensão do mercado imobiliário de Pernambuco no cenário nacional tem atraído a atenção de empresas de outros estados, que aqui se instalam a partir de parcerias, joint venture e aquisição do capital de outras empresas. A iniciativa tem gerado inúmeros benefícios para o setor, fortalecendo o mercado interno e ampliando as opções e ofertas de imóveis para clientes de diferentes perfis.

O caso mais recente é o da Immobilis, a maior empresa do segmento de lançamentos imobiliários de Fortaleza (CE), que neste mês de dezembro entrou no mercado pernambucano a partir da aquisição de 100% da participação da Lopes Imobiliária (LPS Pernambuco Negócios Imobiliários). Esta, aliás, já havia incorporado a imobiliária Sérgio Miranda, que tinha cerca de 50% do seu faturamento obtido com a comercialização de imóveis para a classe econômica. A empresa cearense passou a operar no mercado local como Lopes Immobilis.

A empresa é líder no mercado de Fortaleza - onde detém uma fatia significativa do market-share - e já figura como uma das maiores imobiliárias de Natal (RN). “Sempre buscamos parcerias locais com as líderes do mercado. Chegamos para somar e trabalhar com seriedade em busca de resultados”, afirma o diretor-executivo da empresa, Ricardo Bezerra. Ele antecipa as metas da Lopes Immobilis: ser, dentro de um ano, a maior imobiliária do Nordeste e em três anos estar liderando o mercado pernambucano de intermediação imobiliária. ”Hoje, o Estado é uma das economias mais pujantes do País. Se queremos crescer na região, precisamos ser grande em Pernambuco”, sentencia.

A expectativa da Immobilis é, em 2011, firmar grandes parcerias com as construtoras que operam no segmento imobiliário no Estado. Atualmente a empresa já comercializa imóveis da Moura Dubeux, Rossi, Queiroz Galvão, Modesto e Gabriel Bacelar.

CONSTRUTORAS REALIZAM PARCERIAS

O segmento imobiliário cresce em Pernambuco, sobretudo na Região Metropolitana, em função das dezenas de empreendimentos estruturadores que vêm se instalando nos últimos anos, especialmente no complexo industrial e portuário de Suape. Por conta disso, aumenta cada vez mais a demanda por imóveis, principalmente residenciais. De olho nesse filão, empresas com atuação nacional começaram a derrubar as fronteiras do mercado imobiliário, instalando-se no Estado a partir de parcerias com as construtoras locais. Um exemplo é a joint-venture entre a Rossi (São Paulo), uma das maiores incorporadoras de imóveis do Brasil, e a Gabriel Bacelar.

O presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário em Pernambuco (Ademi-PE), Alexandre Mirinda, afirma que, além dos investimentos estruturadores feitos nos últimos anos pelos governos Federal e Estadual e a instalação de diversos empreendimentos em Suape, o crescimento da economia aumentou a renda das classes C e D e trouxe profissionais de outras regiões para trabalhar aqui. “Tudo isso chamou a atenção dos investidores de fora”.

Para ele, apesar de enxergarem Pernambuco como um campo fértil para novos investimentos, as empresas vindas de outros estados não conseguiram realizar, sozinhas, os seus empreendimentos. “Elas têm um volume elevado de capital, mas não conhecem as especificidades do nosso mercado. Algumas até tentaram vir sozinhas, mas tiveram uma série de dificuldades. A solução foi estabelecer parcerias, buscar a expertise das empresas pernambucanas para se consolidarem no mercado local”, justificou.

Mirinda enumera como exemplos as parcerias feitas entre a paulista Cyrela e a baiana Andrade Mendonça, com o Grupo JCPM, e a sergipana Cosil com a MC Brasil. Cita também a Moura Dubeux, que apesar de já atuar como parceira externa de incorporadoras em outros estados no Nordeste, em Pernambuco firmou uma parceria com a mineira MRV Engenharia para a construção de imóveis econômicos. “Para eles, o benefício da parceria foi ter ao lado uma empresa que conhece o mercado local. Para nós, o benefício foi incorporar à nossa empresa toda a tecnologia e técnica utilizadas pela MRV em outros estados. A parceria tem proporcionado uma troca de experiências entre as duas incorporadoras”, garantiu o diretor regional em Pernambuco da Moura Dubeux, Eduardo Moura.

As vantagens também se estendem às imobiliárias. Segundo o diretor comercial da Eduardo Feitosa, Roberto Rios, depois das parcerias, o volume de imóveis a serem comercializados cresceu consideravelmente. “Grandes lançamentos começaram a acontecer e isso trouxe para nós um maior investimento em divulgação e mídia, entre outras estratégias para atrair os clientes. O mercado cresceu muito com as parcerias”, disse. De acordo com Rios, o maior beneficiado é o consumidor. “Ele agora está tendo acesso a mais ofertas e tem mais opções de escolha”, completou.

Por:

ALEXANDRE ACIOLI

Fonte:

http://recantodasletras.uol.com.br

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Férias de janeiro movimentam o mercado imobiliário em Pernambuco

Há aluguel de imóveis para romper ano ou para romper ano e passar janeiro e o Carnaval; com isso, os preços das casas variam entre 2 mil e 15 ou 20 mil reais

O mercado imobiliário está aquecido com a proximidade das férias de janeiro. Muitas pessoas migram para o litoral do Estado e alugam casas para passar esse período do ano. Imóveis em Tamandaré e São José da Coroa Grande são os mais procurados.

Grande parte dos contatos de aluguel começou a ser fechada em outubro. Os preços dos imóveis são variados. “Tem dois tipos de aluguel: para romper ano, é um preço, e para romper ano e passar janeiro e o Carnaval é outro preço. Então pode ser casa de 2 mil reais até 15 ou 20 mil reais”, explica o corretor de imóveis Moisés de Almeida (foto 3).

Para evitar que as despesas fiquem altas, algumas pessoas optam pela divisão do aluguel entre os membros da família. É o caso do caminhoneiro Clementino José de Lima (foto 4), que alugou uma casa em Tamandaré, no Litoral Sul, para passar o Réveillon e o mês de janeiro. “Para uma pessoa só fica pesado. A gente reúne a família, faz uma feira, paga o aluguel da casa e fica maneiro para todo mundo”, conta Clementino.
Fonte:
http://pe360graus.globo.com