sexta-feira, 25 de março de 2011
Exposição de imóveis incrementa vendas
2º Feirão Mundo do Imóvel Lopes acontece até o próximo domingo, no shopping center Iguatemi
Até domingo, Iguatemi expõe empreendimentos. O Imóvel Show Fortaleza reúne mais de dez empresas em abril
Em um Estado onde foi investido R$ 1,6 bilhão em habitação ao longo de 2010 somente pela Caixa Econômica Federal, no Ceará, são cada vez mais frequentes as pequenas feiras e exposições de empreendimentos do mercado imobiliário.
Esses eventos vem se evidenciando em espaços de fácil acesso às novidades do setor.
Para gerar negócios
"Nós estamos em outra geração de negócios", ressalta o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Ceará (Creci-CE), Apollo Scherer.
Ele cita esta estratégia como uma das principais vitrines imobiliárias da atualidade, tornando-se "um bom espaço para exposição de produtos e captação de clientes". E, apesar do recuo das vendas nas corretoras sentido pelo Creci neste começo de 2011 e sempre recorrente no primeiro trimestre do ano, segundo seu presidente, as construtoras também aumentam o número de investidores das feiras, que ocorrem no período para conquistar o público e aquecer os negócios na Capital. É o caso da parceria entre a Diagonal Engenharia e a Rossi, que participam do 2º Feirão Mundo do Imóvel Lopes, que acontece até domingo (27), no shopping center Iguatemi.
Durante o evento, as empresas apresentam empreendimentos que contemplam três públicos distintos: Beach Village Residence, que oferece oito opções de plantas com vista para o mar; o VG Fun Residence, um residencial com serviços hoteleiros oferecidos pelo grupo Vila Galé; e o Navegantes Residencial, o qual possui unidades inseridas no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV).
Destaque para o MCMV
Contabilizando os dados do programa federal de habitação no ano passado, a Caixa divulgou 3.801 contratações, chegando a um valor de R$ 280,1 milhões em financiamento.
Na opinião de Apollo Scherer, "a entrada do Minha Casa Minha Vida foi um marco do mercado imobiliário local, pois possibilitou a entrada de um contingente muito grande de pessoas que não tinham acesso a financiamento".
Ainda sobre o programa, ele ressaltou o aquecimento do setor que trouxe aumento nas vendas não só para os contemplados com os financiamentos do MCMV, mas "para todos os subsetores envolvidos no mercado imobiliário".
No patamar nacional, o número de habitações financiadas chegaram a mais de um milhão, de acordo com dados da Caixa.
Mais eventos
Reunindo diversos públicos e subsetores do universo imobiliário, além de reforçar a recorrência da estratégia das feiras na Capital - mas concebendo-a em um porte maior -, ocorre, entre os dias 30 e 3 de abril, o Imóvel Show Fortaleza. O envento acontecerá no Centro de Negócios do Sebrae, onde serão apresentadas as novidades do setor, além de palestras e buscará aquecer as vendas aliando investidores, corretores e o público em geral.
De acordo com a organização do evento, é esperada a movimentação de R$ 150 milhões durante os cinco dias com a visita de 10 mil pessoas.
Estão confirmadas no Imóvel Show Fortaleza as empresas A. Predial, Caixa Econômica Federal, CRD Engenharia, Dias de Sousa, Diagonal Rossi, Magis, Moura Dubeux, Reali, BSPAR Incorporações, SM Incorporações, Rodobens Negócios Imobiliários, Embracon, Viva Imóveis, entre outras.
Financiamento
1,6 bi de reais foi financiado pela Caixa Econômica Federal, no Ceará, para negócios da habitação, em 2010. Já o Minha Casa, Minha Vida contabiliza R$ 280,1 milhões em 3.801 operações.
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quarta-feira, 16 de março de 2011
Crescimento na construção
Em termos nacionais, foram aplicados no mercado de imóveis, procedentes de variadas fontes, US$ 324,5 bilhões, enquanto no ano anterior haviam sido alcançados US$ 250 bilhões de investimentos na construção de moradias, de empreendimentos comerciais e de industriais. Essa sequência de resultados positivos garante a continuidade do desempenho aquecido, por conta do déficit crescente de residências e dos empreendimentos produtivos.
A construção civil exerce papel indutor de uma série de outras atividades situadas no contexto de suas atividades, envolvendo a indústria madeireira, de louças, tintas, materiais elétricos e hidráulicos, ferragens, pisos e lajotas, dentre inúmeros outros itens necessários ao acabamento do produto final. Além do mais, como ela absorve elevado número de mão-de-obra diversificada numa escala variando do projetista ao servente de pedreiro, o giro financeiro proporcionado por cada empreendimento dinamiza as economias locais.
Edifícios residenciais, condomínios e casas, construídos no País, durante o ano passado, representaram 6 mil obras, alcançando um total de área construída de 76 milhões de metros quadrados e investimentos de US$ 36 bilhões. As aplicações industriais, representadas por 1.882 empreendimentos, absorveram US$ 178 bilhões. As inversões financeiras nas edificações comerciais chegaram a US$ 109 bilhões, alcançando, ainda, hotéis, resorts e obras viárias.
Se para a construção civil brasileira, o ano passado representou o seu melhor desempenho, em todos os tempos, no Nordeste, o Ceará foi o Estado onde essa atividade mais cresceu. Um estudo produzido por consultores especializados para o mercado imobiliário aponta a instalação de 251 canteiros de obras já concluídas ou em fase final de acabamento. Na evolução registrada pela indústria da construção civil, o Nordeste acompanhou o ritmo alcançado pelo Centro-Sul.
O Ceará conseguiu deslanchar 120 obras no segmento residencial, com destaque para condomínios fechados e casas isoladas. O setor comercial empreendeu 85 obras dentre as quais shopping centers, supermercados, edifícios corporativos, além de empreendimentos voltados para o turismo. Houve também investimentos em equipamentos de lazer, laboratórios, hospitais, escolas, aeroportos, rodovias e ferrovia, centros de cultura e unidades de saúde pública.
Esse expressivo volume de investimentos, com obras diversificadas, se refletiu no crescimento da economia estadual e na ocupação da mão-de-obra, de tal modo a manter em níveis reduzidos as taxas de desemprego no Estado. Num ano caracterizado por uma grande estiagem, as migrações foram diminutas. As obras públicas evitaram o êxodo rural.
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domingo, 6 de março de 2011
Ceará – Mercado imobiliário aquecido
serão destinados à classe econômica inserida no programa do governo Minha Casa, Minha Vida.
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quinta-feira, 3 de março de 2011
Perfil de imóvel para classe C está mais difícil
Segundo o estudo da Quorum Brasil, solução tem sido adquirir as moradias localizadas nas cidades próximas
Encontrar a casa dos sonhos nunca foi tarefa fácil e de rápida solução, especialmente, depois da valorização contínua no preços dos imóveis das principais capitais brasileiras, nos últimos meses. A classe C, por exemplo, tem tido dificuldades para conciliar o que está disposta a pagar pela moradia e o tipo de produto que está sendo oferecido, de fato, pelo mercado imobiliário.
A incompatibilidade entre o desejável e o real tem obrigado essa camada social, em específico, a procurar residência em lugares mais afastados das capitais, mas que ainda ofereçam o mínimo de infraestrutura, além de preço que caiba no orçamento familiar. A solução tem sido as cidades das regiões metropolitanas. A constatação desse fenômeno é da Quorum Brasil, empresa especializada em pesquisa de mercado, que realizou o estudo "Classe C e os imóveis", com 600 pessoas, de faixa de renda entre R$ 1.200,00 e R$ 2.500,00, na capital paulista.Em Fortaleza
Para o diretor responsável pelo levantamento da Quorum Brasil, Cláudio Silveira, que também conhece o setor imobiliário de Fortaleza, a realidade é muito parecida a da Capital cearense. "Tanto faz em São Paulo como em Fortaleza, onde provavelmente seja até mais intensa essa diferença do preço que a classe C está buscando para o que está em oferta", conta.
Na opinião dele, depois dos aparelhos eletrônicos, do carro e da viagem de lazer, chegou a vez desse tipo específico de consumidor se preocupar em encontrar o imóvel desejado. O aumento da procura também ajudou a valorizar o preço das moradias ofertadas no mercado imobiliário. O que já era árduo, encontrar a casa ou apartamento perfeito para morar, logo nas primeiras tentativas, ficou ainda mais raro, principalmente, para a renovada classe média. "Está cada vez mais difícil achar imóveis localizados dentro das capitais e até na sua periferia a preços que as pessoas de mais limitado poder aquisitivo querem pagar", diz Cláudio.
Cidade vizinha
Conciliar a quantia que o futuro morador está disposto a gastar com os demais critérios de escolha tem sido um desafio para a classe C. Para o diretor da Quorum Brasil, a solução tem sido as cidades mais próximas. "O comprador não se importa de morar até 40 quilômetros mais longe do trabalho, contundo que ele tenha infraestrutura necessária para morar, como água, asfalto, saneamento básico, comércio, segurança, transporte e energia", afirma.
Classe D
De acordo com informações da empresa responsável pelo estudo. Apesar dos problemas, o mercado imobiliário deverá continuar crescendo no País. Além disso, é preciso observar a disposição de compra da classe D, que, na opinião de Cláudio Silveira, será a próxima bola da vez. "O déficit habitacional brasileiro é imenso. A demanda reprimida é muito elevada. Tem muita gente com vontade de consumir, mas sem dinheiro para comprar um imóvel", conta, ressaltando que, a maior parte dos consumidores desejam quitar o imóvel e até 30 anos.
Minha Casa, Minha Vida
O levantamento identificou que 88% dos entrevistados querem financiar a compra pela Caixa Econômica Federal. Porém, 72% não sabiam que podiam utilizar o Minha Casa, Minha Vida para adquirir o imóvel.
Conforme o responsável pelo estudo, é preciso que governos municipais e estaduais façam parcerias com soluções produtivas inteligentes, de baixo custo, oriundas da iniciativa privada da construção civil, com suporte de infraestrutura e isenção de impostos para viabilizar o programa federal de habitação.
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Fortaleza - Metro quadrado é o sexto mais caro do País
Obras para a Copa 2014 e propagandas turísticas veiculadas em outros estados fazem setor imobiliário continuar confiante no crescimento em 2011, mesmo com corte no Orçamento e aperto do crédito.
Fortaleza tem hoje o sexto metro quadrado de moradia mais caro do País, avaliado em R$ 3.581, segundo estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O levantamento tem como base 200 mil ofertas de imóveis anunciadas no site Zap.
O Distrito Federal lidera com folga o ranking dos terrenos mais valorizados. Lá o metro quadrado custa em média R$ 7.004. Em seguida aparecem Rio de Janeiro (R$ 5.655), São Paulo (R$ 4.858), Belo Horizonte (R$ 3.847) e Recife (R$ 3.596). Salvador aparece em sétimo lugar, onde metro quadrado é avaliado em R$ 3.323.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Ceará (Sindimóveis), José Maria Cavalcante, os imóveis tiveram uma valorização de 50% nos últimos cinco anos em Fortaleza. “Um apartamento que cinco anos atrás custava R$ 200 mil, hoje fica em torno de R$ 300 mil”, exemplifica. O bairro mais caro da capital cearense é o Meireles, de acordo com o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil, Roberto Sérgio.
José Maria Cavalcante afirma que o aquecimento do setor imobiliário no Brasil é puxado principalmente pelas classes C e D. “A atividade está crescendo em todas as classes, mas a C e a D estão comprando muito e aumentou a demanda”, diz. Além do aumento na demanda por compra de imóveis, a alta no preço de materiais de construção e no terreno influenciaram na elevação do custo de os imóveis.
Crédito na praça
Em 2010 a Caixa Econômica Federal teve índice recorde no financiamento imobiliário: R$ 77 bilhões no País. Em 2004 essa cifra era de R$ 5 bilhões no País.
Apesar do anúncio de corte de R$ 50 bilhões no Orçamento e da previsão de aperto do crédito para este ano, especialistas apostam no crescimento contínuo do setor para 2011.
Para o presidente do Sindimóveis, José Maria, o setor seguirá aquecido e valorizado em Fortaleza, principalmente por conta dos investimentos para a Copa do Mundo em 2014 e propagandas turísticas do Ceará exibidas em outros estados.
O quê
ENTENDA A NOTÍCIA
Para alguns economistas, o valor de imóveis em algumas regiões de Fortaleza, como o Cocó, chegaram ao máximo. Empresários do setor imobiliário afirmam que habitação vai seguir aquecendo em 2011.
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CE: janeiro com saldo negativo no emprego
Ceará perdeu 956 vagas de trabalho formal em janeiro, enquanto a Região Metropolitana gerou 275 novos postos
O mercado de trabalho formal na região metropolitana de Fortaleza (RMF) reagiu ao efeito sazonal em janeiro e registrou saldo positivo na geração de empregos. Foram 275 novas vagas. No Ceará, o saldo ficou negativo, com menos 956 postos de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho (MTE).
Na RMF, a maior influência veio do setor de serviços, que criou 1.983 postos de trabalho, com 13.507 admissões e 11.524 desligamentos. Por outro lado, o comércio eliminou 1.528 vagas, com 5.654 contratações e 7.182 demissões.
Serviços em alta
Segundo o analista do mercado de trabalho do IDT (Instituto de Desenvolvimento do Trabalho), Mardônio Costa, o desempenho do setor de serviços na RMF deve-se ao aquecimento do mercado imobiliário, e ao período de férias e de alta temporada do turismo. "Já o comércio, apesar das promoções, reduziu o quadro de pessoal, eliminando as vagas temporárias", explica o analista do IDT
O resultado de janeiro na RMF é o melhor desde 2005, quando o saldo ficou positivo com 1.815 novas vagas. De 2006 a 2010, todos os meses de janeiro foram negativos, como também em 2004. Antes disso, não há registro no Caged pelo site do ministério.
Postos eliminados no Ceará
No Estado, o saldo negativo é o segundo menor desde 2005, quando foram eliminados 552 postos de trabalho formal. Desde 2004, segundo os dados disponíveis, o Ceará registra saldo negativo em janeiro. Em relação a igual mês do ano passado, o saldo é menor, quase a metade. Há um ano, foram cortadas 2.254 vagas no mercado de trabalho cearense.
Impacto menor
Mardônio Costa afirma que o impacto da sazonalidade foi menor e, com isso, houve uma redução no fechamento de postos. Ele destaca que o resultado decorre do crescimento econômico do Estado. "Como tem ocorrido no País, a economia está impulsionando o mercado de trabalho formal", avalia.
"Em geral, verificamos crescimento na oferta de emprego ao longo dos anos. A sazonalidade, normalmente em dezembro, janeiro e fevereiro, é um ajuste no mercado de trabalho como um todo. A retração da atividade econômica é efeito sazonal".
Comércio corta vagas
Em janeiro último, os setores com perdas foram o comércio (-1.206), agropecuária (-670), administração pública (-569), indústria de transformação (-498) e construção civil (-196). Os saldos positivos vieram do setor de serviços (2.109), extrativa mineral (56) e indústria de utilidade pública (18).
De acordo com o analista do IDT, a expectativa de crescimento de 4,5% da economia do País, a construção do Centro de Eventos do Ceará, a ampliação do porto do Pecém, a infraestrutura turística e refinaria elevam as perspectivas para o mercado de trabalho. Costa diz ainda que o Estado apresentou o menor saldo negativo do Nordeste em janeiro deste ano.
Nordeste
A região Nordeste foi a única do País a apresentar uma variação negativa na geração de vagas celetistas em janeiro. O declínio foi de menos 611 postos. "Refluxos sazonais relacionados ao complexo sucroalcooleiro foram os principais responsáveis pelo resultado na região", informou o ministério.
As maiores reduções ocorreram nos estados de Pernambuco (-5.957 postos), Rio Grande do Norte (-2.243), Paraíba (-1.112) e Maranhão (-1.060). A Bahia foi o estado que obteve melhor desempenho no mês de janeiro ocupando a 8ª posição no ranking entre todos estados brasileiros com saldo de 7.438 empregos celetistas.
Sergipe e Alagoas também registraram bons saldos no mês de janeiro. Sergipe criou 1.730 postos de trabalho e Alagoas 1.395 postos. Ocupando a 13ª e 14ª posição respectivamente no ranking de janeiro. O saldo do Piauí foi de 154 postos.
Brasília. O mercado de trabalho já dá sinais de desaceleração, as medidas do governo para conter a inflação devem diminuir o ritmo de atividade do País, mas mesmo assim o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, mantém a projeção de criação de 3 milhões de novos empregos com carteira assinada este ano. Em janeiro, foram gerados 152 mil de postos, já descontadas as demissões, uma diminuição em relação às 181 mil vagas líquidas formais vistas no mesmo mês de 2010.
Com a nova série histórica apresentada ontem pelo Ministério do Trabalho, a distância entre os meses de janeiro de um ano para o outro é ainda maior. O governo incluiu as informações das empresas que enviaram seus dados de contratação com atraso. Isso elevou o saldo, que registrou 240 mil novos empregos em janeiro de 2010, acima dos desligamentos.
Para Lupi, o que vale é que o número divulgado ontem é o segundo melhor para o mês, perdendo apenas para o do ano anterior. O saldo de janeiro foi fruto de 1,650 milhão de profissionais admitidos contra 1,498 de desligados - os maiores resultados para o mês em questão.
O ministro não enxerga, no entanto, a diferença de um ano para o outro como uma desaceleração e defende que janeiro de 2010 foi fortemente influenciado pela contratação de funcionários pela indústria brasileira, que acabou dispensando seus quadros no auge da turbulência econômica. "Atipicamente, em janeiro de 2010, a indústria bombou mais porque tinha demitido mais na crise."
Na avaliação de Lupi, o quadro atual da economia brasileira é passageiro. "Essa fotografia de taxa de juros maior e crédito menor deve começar a mudar em três ou quatro meses"
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Imobiliária Luciano Cavalcante lança Clube do Investidor em THE
A Imobiliária Luciano Cavalcante realizou na noite desta quarta-feira(23/02) um coquetel para seus clientes e investidores com o objetivo de divulgar o mais novo projeto da empresa, o seleto Clube do Investidor. O Clube do Investidor é um projeto inovador de Luciano Cavalcante Imóveis criado para facilitar a entrada de novos interessados em realizar negócios no segmento imobiliário.
Também no evento foram apresentados as novidades e lançamentos no ramo imobiliário para este ano de 2011. Participaram do coquetel, vários empresários, investidores e convidados. O evento aconteceu em um espaço da imobiliária e contou com um serviço gastronômico sob comando do chef Valdir Burim.
CLUBE DO SERVIDOR
O Clube do Investidor visa ampliar e dinamizar mercado imobiliário, oferecendo mais facilidade e segurança a quem deseje participar. Na prática, o Clube do Investidor é a porta de entrada para uma grande seleção de oportunidades do mercado imobiliário.
O Clube do Investidor é direcionado e atende a vários níveis de interesse, um deles corresponde ao seu. A seleção de oportunidades tem a garantia de Luciano Cavalcante Imóveis, empresa sólida, confiável, com mais de mais de 28 anos de experiência, e hoje referência no setor.
Empresário Luciano Cavalcante Neto fala dos empreendimentos
“ O cartão do investidor é um cartão representativo, ele não funciona como cartão de credito, mas permite ao cliente vários descontos, porque iremos fazer parcerias com várias empresas e aquele cliente que desejar, por exemplo, um ar-condicionado poderá comprar mais barato em uma empresa que seja parceria do Luciano Cavalcante.” Disse o empresário.
O empresário pretende realiza durante esse ano quatro eventos referentes ao clube do investidor. “ Nosso diferencial é a exclusividade, todos nossos empreendimentos são exclusivos, não fazemos parceria com qualquer empresa, prestamos consultoria imobiliária de forma totalmente diversificada, por isso vamos realizar quatros eventos como esse durante o ano de 2011."
Os convidados participaram de um sorteio para passar um final de semana com acompanhante no Beach Park no Porto das Dunas em Fortaleza, no Ceará. O grande ganhador da premiação foi Valdinar Gonçalves.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Ceará - Minha Casa, Minha Vida atinge menos de 40% da meta no Ceará, diz jornal
Apenas 9 das 27 unidades da Federação conseguiram atingir, até 27 de dezembro, a meta de construção de moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida. Segundo balanço da Caixa Econômica Federal, divulgado pelo jornal O Estado de S.Paulo, o segundo pior desempenho foi do Ceará, que contratou apenas 37,6% das moradias previstas no programa.
A situação mais grave foi verificada no Amapá. Do total de 4.590 moradias previstas, foram contratadas 1.645 unidades (35,8%). O terceiro pior resultado veio do Distrito Federal (41,3%).
Segundo matéria do O Estado de S.Paulo deste sábado, 19, até 27 de dezembro, o País havia contratado 937.250 mil unidades. Dois dias depois, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o cumprimento de 1 milhão de moradias contratadas.
Além disso, o principal programa habitacional do governo tem sido alvo de venda irregular de imóveis e calote, conforme revelou o Estado no mês passado.
O Minha Casa, Minha Vida foi lançado por Lula em março de 2009 para atender famílias com renda de até R$ 4.650. O compromisso era contratar 1 milhão de casas até o fim de 2010. Na campanha eleitoral, a presidente Dilma Rousseff prometeu construir 2 milhões de unidades abitacionais em quatro anos.
Preços
Uma das justificativas para a baixa execução nesses Estados, segundo a Caixa, é "a questão da falta de terrenos com infraestrutura adequada em preços compatíveis" com os critérios do programa. No Amapá e Distrito Federal, houve outro fator: os escândalos políticos por conta de desvio de recursos. Para completar, falta interesse dos empresários em construir nesse Estado da Região Norte.
"É uma questão de mercado que acabou interferindo", afirmou a secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães. Para a secretária, assim como ocorreu com o Acre, o mercado imobiliário deve se desenvolver ao longo dos próximos anos.
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Domus vai investir em linha de crédito
Apesar de estar apenas iniciando em operações no País e no Nordeste, Home Equity deve crescer neste ano
Incrementar uma linha de crédito bastante utilizada em países desenvolvidos do mundo, mas que ainda está quebrando paradigmas no Brasil, sobretudo, no Ceará. Essa é a ideia da companhia hipotecária Domus, que pretende expandir, neste ano, a carteira de clientes (pessoas física) que disponibilizam a residência como garantia em troca da concessão de crédito. O objetivo é chegar a uma carteira de R$ 50 milhões até junho.
A modalidade de empréstimo, conhecida como Home Equity no resto do planeta, é chamada pelo presidente da empresa, Geraldo Majela, de Financiamento Domus. Segundo ele, há um grande potencial no Brasil e no Nordeste para o crescimento do setor, tanto que a Domus está ampliando a rede de correspondentes imobiliários.
"Apesar de ter sido o pivô da crise americana, é uma linha que deve pegar no País ao longo dos próximos meses, já que várias empresas e bancos como a Caixa Econômica já têm tido experiências positivas", afirma Geraldo Majela.
Ele acredita que a barreira cultural tende a ser ultrapassada com informações que mostram as vantagens e a segurança do tipo de empréstimo. "Quando você tem uma taxa abaixo da média disponível mercado, com longos prazos de financiamento e com um criterioso estudo das condições de comprometimento de renda do tomador, o crédito passa a ser absolutamente responsável, com risco mínimo, sem perigos para a empresa e para o cliente", comenta Geraldo, destacando que a ideia da Domus é que a pessoa tenha condição de pagar seu compromisso firmado no período determinado.
"Isso traz segurança para os dois lados e a pessoa consegue pagar direitinho. A questão do imóvel é uma segurança exigida pelo Banco Central. Nosso negócio não é montar uma carteira de imóveis. Queremos conceder crédito que a prestação caiba no bolso", ratifica.
Ele diz o valor cedido não deve ser obrigatoriamente atrelado para a utilização no mercado imobiliário. Isso representa outra vantagem em relação a determinadas linhas de crédito, já que, dessa forma, as pessoas podem concretizar diferentes sonhos, como fazer a primeira viagem internacional ou comprar um carro, por exemplo.
A Domus também atua no mercado corporativo. Segundo a empresa, a previsão para este ano é de elevar em 50%, totalizando R$ 1,5 bilhão, as operações estruturadas ante o ano passado. Entre 2009 e 2010, a empresa fechou com volume de R$ 1 bilhão.
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Franquia imobiliária chega ao CE

Recém-chegada ao Ceará, a rede de franquias imobiliárias Re/Max, o "McDonald´s imobiliário", aposta no crescimento do setor no Estado
Chega ao Ceará a marca internacional de concessão de franquia imobiliária Re/Max. A previsão de vendas de imóveis no Estado por escritório é entre R$ 3 milhões e R$ 4 milhões por mês, segundo o presidente da Re/Max Brasil, Renato Teixeira.
“Depois de ingressar na rede, saber operar o sistema e o empreendimento, a estimativa de rentabilidade em VGV (valor geral de vendas) bruto por mês é em torno de três e quatro milhões”, explica. O valor previsto em venda no mercado brasileiro para os próximos inço anos é de R$ 15 bilhões.
A franqueadora atua em 85 países e 16 estados brasileiros, incluindo o Ceará, desde ontem. O diretor comercial Apollo Scherer define a marca como o “McDonald’s imobiliário”. “Da mesma forma que o McDonald’s vende franquias no mundo todo para vender sanduíches, nós trabalhamos como imóveis”, diz.
A rede de franquias imobiliárias vende concessões para novos corretores que visam entrar no setor imobiliário e também faz migração de marcas já efetivadas para o modelo Re/Max. Para o diretor comercial Apollo Scherer, “optar pelo modelo de franquia já estabelecido no mercado é um negócio mais seguro e requer menor investimento’.
Renato Teixeira destaca que o mercado imobiliário local e nacional “ainda tem muita lenha pra queimar” e deve continuar crescendo nos próximos 15 anos. “O setor imobiliário viveu muitos anos em crise. Hoje não. Há grandes empresas se formando, corretores se especializando, e a categoria está se rejuvenescendo com ingresso de novos corretores”, afirma.
Na avaliação de Renato Teixeira, o Ceará deve crescer na mesma proporção que o Brasil nos próximos anos. “E o Ceará tem atributos que nem todos os estados proporcionam, que são as praias e clima que trazem muito o investidor de fora para o Ceará”, acrescenta.
O quê
ENTENDA A NOTÍCIA
A crise financeira mundial, que se arrasta desde 2008, teve início com a bolha no setor no imobiliário nos Estados Unidos. Desde então, empresas internacionais como a Re/Max voltaram os olhos para países como Brasil.
NÚMEROS
15 BILHÕES DE REAIS
É a estimativa de venda bruta da Re/Max no Brasil até o ano 2016.
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Franquia imobiliária chega ao CE

Recém-chegada ao Ceará, a rede de franquias imobiliárias Re/Max, o "McDonald´s imobiliário", aposta no crescimento do setor no Estado
Chega ao Ceará a marca internacional de concessão de franquia imobiliária Re/Max. A previsão de vendas de imóveis no Estado por escritório é entre R$ 3 milhões e R$ 4 milhões por mês, segundo o presidente da Re/Max Brasil, Renato Teixeira.
“Depois de ingressar na rede, saber operar o sistema e o empreendimento, a estimativa de rentabilidade em VGV (valor geral de vendas) bruto por mês é em torno de três e quatro milhões”, explica. O valor previsto em venda no mercado brasileiro para os próximos inço anos é de R$ 15 bilhões.
A franqueadora atua em 85 países e 16 estados brasileiros, incluindo o Ceará, desde ontem. O diretor comercial Apollo Scherer define a marca como o “McDonald’s imobiliário”. “Da mesma forma que o McDonald’s vende franquias no mundo todo para vender sanduíches, nós trabalhamos como imóveis”, diz.
A rede de franquias imobiliárias vende concessões para novos corretores que visam entrar no setor imobiliário e também faz migração de marcas já efetivadas para o modelo Re/Max. Para o diretor comercial Apollo Scherer, “optar pelo modelo de franquia já estabelecido no mercado é um negócio mais seguro e requer menor investimento’.
Renato Teixeira destaca que o mercado imobiliário local e nacional “ainda tem muita lenha pra queimar” e deve continuar crescendo nos próximos 15 anos. “O setor imobiliário viveu muitos anos em crise. Hoje não. Há grandes empresas se formando, corretores se especializando, e a categoria está se rejuvenescendo com ingresso de novos corretores”, afirma.
Na avaliação de Renato Teixeira, o Ceará deve crescer na mesma proporção que o Brasil nos próximos anos. “E o Ceará tem atributos que nem todos os estados proporcionam, que são as praias e clima que trazem muito o investidor de fora para o Ceará”, acrescenta.
O quê
ENTENDA A NOTÍCIA
A crise financeira mundial, que se arrasta desde 2008, teve início com a bolha no setor no imobiliário nos Estados Unidos. Desde então, empresas internacionais como a Re/Max voltaram os olhos para países como Brasil.
NÚMEROS
15 BILHÕES DE REAIS
É a estimativa de venda bruta da Re/Max no Brasil até o ano 2016.
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Marquise investe na versão on-line do Diário
Maior agilidade e interação com os clientes fazem com que as empresas apostem nas novas tecnologias
A Marquise Construtora é a mais nova empresa a aderir a nova ferramenta de publicidade para dispositivos móveis fornecida pelo Diário do Nordeste. Desde 2010, o jornal oferece aos seus leitores a possibilidade de acompanhar notícias, blogs, serviços e conteúdos multimídias em formatos digitais especiais para smartphones e tablets.
Agora sua versão on-line para celular possibilita também o acesso a anúncios e propagandas, o que mostra um jornal em sintonia com às exigências de uma sociedade cada vez mais conectada às novas tecnologias.
Com o anúncio sobre o seu mais novo empreendimento Splendido, a construtora aposta na publicidade em mobiles para atingir seu público. "Nós queríamos um canal que fugisse do tradicional, uma outra forma de comunicar. Como nosso público alvo nesse empreendimento utiliza os mobiles para ter acesso à informação da Internet, vimos nessa mídia o meio ideal para alcançá-los", explica Reginaldo Santos, diretor de Incorporações da Marquise.
A campanha
A estratégia tem como título "Splendido. Viver pode ser assim" e é assinada pela agência Acesso. Com esse conceito, a campanha busca expressar aquilo que um cliente exigente procura e ressalta a exclusividade como ponto principal e um dos fatores decisivos na hora de realizar a compra.
"A gente acredita que, mais do que abusar de adjetivos ou palavras de efeito, para se construir um conceito forte é preciso usar a simplicidade como base. Procuramos desenvolver algo com leitura fácil e sonoridade marcante, agregando valores positivos para o empreendimento", explica Luisa Gontijo, do setor de atendimento da agência Acesso.
Tendo como público alvo as classes A e AA de Fortaleza, a campanha tem o objetivo de mostrar ao consumidor que existe um lugar para se viver com tudo aquilo que as pessoas buscam como qualidade de vida ideal. Para isso, a ação buscou desenvolver estratégias inteligentes que não forçassem uma abordagem indesejada.
Assim, a campanha usa cores sóbrias e uma fonte clássica que além de facilitar a leitura transmite a ideia de elegância. Nas peças desenvolvidas ganha destaque os ambientes, além da presença de famílias para transmitir a ideia de felicidade.
Tendo como base o estilo de vida do seu público alvo, as ações da campanha foram desenvolvidas de acordo com o hábito cotidiano dessas pessoas. Além da versão para smartphones e tablets como o Ipad, a estratégia envolve também ações em restaurantes e salões de beleza. Pratos exclusivos em homenagem ao Splendido e uma caixa com chocolate que abre-se em um folder foram desenvolvidos para divulgar o empreendimento.
Anúncio para jornais e e-mail marketing também foram estratégias de divulgação utilizadas pela a campanha, que será veiculada até o dia 8 de março.
Integrante do Grupo Marquise, a construtora atua desde 1974 no mercado imobiliário do Ceará e de todo o País.
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
“A sociedade precisa saber comprar”
Como foi iniciada a conversa entre a BSPar e a Delphi?
Houve, inicialmente, um interesse recíproco das empresas. Eu conheço o pai da Cintia (Delfino – diretora da Delphi) há muito tempo, que é o Raimundo Delfino, o admiro muito como empresário, e soube do trabalho, da seriedade e do profissionalismo da Delphi, no mercado de Natal. Em Fortaleza, estamos desenvolvendo, além das atividades financeiras, na atividade da construção e da incorporação, um movimento muito forte. Assim, resolvemos passar a atuar em Natal e, casualmente, eu e Cintia nos encontramos em Fortaleza, começamos a conversar e depois de alguns novos encontros, terminamos por acertar a parceria.
Quanto tempo durou essa negociação?
Foram 90 dias. Esse processo teve início em 2010 e culminou durante a semana passada. Agora, com toda a documentação assinada, nós somos parceiros.
O que atraiu o senhor, no mercado do Rio Grande do Norte?
Natal está passando por um período pujante para a construção civil. O que mais me atraiu foi o histórico da Delphi, com aquilo que já foi realizado e de que forma foi realizado, o respeito que empresa tem pelo mercado e que o mercado tem pela empresa. Eu tenho a pesquisa de todos os empreendimentos da Delphi, mas antes de recebê-las, já prevalecia a confiança que eu tenho na direção da empresa. Esta foi a razão motivadora para eu entrar no mercado de Natal. Eu sempre digo que, embora sejamos parceiros meio a meio, a Cintia (Delfino) será a nossa presidente em Natal, pois ela que tocará as obras na capital potiguar, em conjunto com os diretores de Fortaleza, que se for necessário estarão com ela, decidindo sobre as mais diversas áreas.
De que forma o senhor acompanhará os 20 empreendimentos previstos para serem erguidos pela empresa em Natal?
Nós montamos uma gestora em Natal e os nossos diretores de Fortaleza irão se revezar. O diretor de suprimentos se reunirá com a Cintia Delfino, depois será o diretor técnico de engenharia, o de suprimentos e outros profissionais ligados às áreas de atuação que se fizerem necessárias. Dessa forma, a diretora da Delphi estará sempre cercada de pessoas da minha mais alta confiança e, tenho certeza, hoje também da mais alta confiança dela. Também poderemos conversar via videoconferência. É assim que iremos interagir, compartilhando as ações nessa caminhada.
Este é o seu primeiro investimento no Rio Grande do Norte?
É o nosso primeiro investimento no estado, sim. Já temos planos de realizar novos, pois a nossa vontade é de não parar nunca, até que o mercado nos dia “não”. Mas enquanto o mercado estiver promissor, crescendo É isso que vemos hoje em Natal, por causa da renda da população que é bastante estável, também pelo sistema bancário, que hoje entrou no mérito dos financiamentos da cada própria e não apenas para a população de baixa renda. Assim, tenho a impressão de que vamos continuar por bastante tempo. O nosso negócio é para valer.
Como o senhor avalia o programa habitacional Minha Casa Minha Vida?
O programa ajudou muito o setor da construção civil a crescer. O déficit habitacional brasileiro é em torno de oito milhões de residências e esse é um programa político social, que não tem fim. O Minha Casa Minha Vida atua em uma questão de dignidade da sociedade e não pode mais parar. Todo mundo tem o direito à casa própria e o governo foi muito inteligente em criar esse programa, pois ele dará acesso à casa para milhões de pessoas no nosso país, além de estar contribuindo para o desenvolvimento da nossa economia e do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.
Na quarta-feira passada, o teto para os financiamentos foi aumentado. O senhor acredita que essa medida ajudará o setor?
No nosso negócio, provavelmente não. Mas ajudará a construção civil como um todo.
O 20 empreendimentos previstos pela parceria da BSPar com a Delphi serão voltados para qual público?
Para o público de média e alta rendas. Serão todos em Natal. A nossa expectativa para o período entre 2011 e 2012 é de lançar aproximadamente 1,5 mil unidades habitacionais.
Quantos empregos a empresa irá gerar na capital do RN?
Acho que iremos contribuir para a manutenção. Não quero nem dizer na geração de novos empregos, porque a Delphi já vem, de forma importante, participando deste processo. Então, essa nova empresa irá ajudar a aumentar a quantidade de empregos, sim, porque agora dará uma maior velocidade aos empreendimentos. Eu não sei qual será o volume do aumento, mas isso irá acontecer e também haverá uma maior estabilidade aos empregos em questão. A mão de obra na construção civil está começando a ficar escassa. Às vezes a gente tem 100 pedreiros, precisa de mais 100 e tem uma certa dificuldade em contratar. Dessa forma, temos que lançar agora os empreendimentos de acordo, inclusive, com essa disponibilidade da mão de obra. E uma das limitantes que poderemos encontrar é exatamente essa capacidade de gerar empregos e qualificar os trabalhadores. Em Fortaleza, por intermédio da BSPar, estamos criando um centro de formação profissional.
Como será a atuação do centro profissional da BSPar?
Queremos profissionalizar as pessoas, tentar melhorar o nível de todos. Será uma forma de dar para os funcionários mais conhecimento, e ao mesmo tempo, de fidelizar. No Ceará, estamos começando essa ação, como iniciativa própria.
Votando à negociação entre a BSPar e a Delphi, há uma parceria ou uma sociedade?
Nós criamos uma nova empresa, chamada BSPar Delphi gestora imobiliária. A participação é de meio a meio. A empresa traz para o seu bojo 20 novos empreendimentos. Isso dará para a Delphi, a possibilidade de imprimir velocidade e encerrar todas as suas obras antigas.
Quais foram os valores envolvidos nessa negociação?
Eu não queria falar em valor. Mas o valor envolvido de VGV (Valor Geral de Vendas) é de R$ 600 milhões. O VGV de obras, que nós vamos fazer em 2011 e 2012. Esse é o valor que posso te passar. O valor da negociação em si, não. Acho que isso é um pouco mais nosso.
Falando do mercado imobiliário como um todo, o senhor acredita que a insegurança jurídica é uma questão superada ou ainda há muita preocupação do setor em relação a isso?
Eu acho que a sociedade, não apenas de Natal, mas do Brasil todo, precisa saber comprar. Ela precisa comprar das empresas que têm um bom histórico patrimonial. Não é somente o histórico de construção já realizada, mas a sua condição econômica atual. Hoje, a sociedade compra com base na confiança na incorporadora. Então, é preciso que antes da compra, se conheça quem é a incorporadora, quem são seus sócios, qual é o caráter dos seus sócios, qual é a sua condição econômica, se a empresa é forte e se tem lastro para poder dar continuidade. Isso é o que dá tranquilidade e segurança a todos.
A insegurança jurídica é uma realidade no Ceará?
Hoje, todo lançamento está sustentado por uma sociedade de propósito específico (SPE). É só as pessoas terem o cuidado de entrar na SPE, lerem os instrumentos contratuais cuidadosamente, para poder ter segurança. Na nossa gestão, por exemplo, cada SPE, cada edifício, cada lançamento, terá a sua administração financeira. Dessa forma, não vai haver possibilidade de contaminação de qualquer natureza passiva. Então, todo recurso que está no caixa daquela empresa é intrafegável entre as empresas. A maior segurança que podemos dar à sociedade do Rio Grande do Norte e de Natal é justamente a incomunicabilidade dos ativos das nossas SPE.
Para que os potiguares conheçam um pouco sobre a BSPar, o senhor pode dizer desde quando ela está no mercado e qual a área de atuação?
Eu já tenho muitos anos de empresário. Sou oriundo da química agrícola, tinha uma fábrica de defensivos agrícolas, que operava no Brasil todo e tornou-se a maior indústria de agroquímicos nacional, a Agripec. Em 2007, vendi essa fábrica para um grupo australiano. E, como em 2005, eu já tinha iniciado alguns movimentos na área imobiliária, me voltei para o setor de imóveis e estou achando muito bom, estou muito feliz. O nosso nome é extremamente respeitado em Fortaleza e acho que é o grande patrimônio que eu, como pessoa física e jurídica, tenho. A sociedade toda acredita em tudo o que nós fazemos, na solidez do nosso grupo. Somos um grupo antigo como pessoa e é isso o que nós fazemos. Temos hoje, em Fortaleza, um volume de obras a ser lançado nos próximos dois anos, superior a R$ 1,5 bilhão. É muita coisa.
Quantos empreendimentos a BSPar possui em Fortaleza?
Se não me falhe a memória, hoje estamos com 32 empreendimentos lançando e sendo preparados para lançar até 2012.
Qual o volume de empregos gerados na capital cearense?
Até meados de 2011, deveremos chegar a um total entre 1,1 mil e 1,2 mil empregos.
A qualificação será trabalhada junto a todos os empregados?
Sem dúvida. Dentro do possível, é tentar fazer do mestre de obras um engenheiro ou qualificá-lo melhor como mestre de obras, tentar levar o pedreiro a mestres de obras. Ou seja, ajudar essas pessoas a crescer dentro do mercado. Acho que isso oferece dignidade ao trabalhador.
O senhor gostaria de fazer mais alguma consideração?
Queria apenas deixar claro que a minha satisfação e a minha crença nos valores éticos são fundamentais. Foi por isso que construímos tanta coisa no Ceará. Também foi por causa desse meu pensamento, que me aliei à Delphi, pois os princípios da diretoria são extremamente fortes e éticos.
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
Dominado pela comercialização de lançamentos, a redução da burocracia incentivará a compra de seminovos
"O imóvel novo subiu de preço, porque os terrenos valorizaram, os insumos tiveram alta nos valores, e a mão-de-obra também. O salário de um pedreiro custa atualmente R$ 1.300, por exemplo. Com isso, o imóvel usado está começando a crescer, porque o novo está chegando em situação de saturação", explica o presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Locação do Ceará (Secovi-CE), Sérgio Porto.
Além disso, expandiu-se também o acesso aos financiamentos de imóveis seminovos, o que não ocorria com facilidade há poucos anos, burocracia que espantava potenciais compradores. Tal fato era apontado como um dos maiores entraves ao setor. "A burocracia para o crédito e a cultura de financiamento que não se instalou no Ceará dificultam. No Brasil todo, somente 25% dos financiamento realizados são para a compra de imóveis usados. 75% são voltados para adquirir lançamentos. Ainda está baixo", argumenta o diretor comercial da Luciano Cavalcante Imóveis, Luciano Cavalcante Neto.
Qualidade
Com a desburocratização crescente, para Cavalcante, a tendência é que a venda de imóveis, tanto novos quanto usados, mostre um aquecimento ainda maior nos próximos anos. A força dos seminovos será mais expressiva em três anos, já que esse tipo de imóvel vem apresentando preços bem mais atrativos. "Ainda é vantagem adquirir um imóvel usado. De dez anos pra cá, a qualidade do acabamento melhorou muito", recomenda o diretor comercial da imobiliária.
Em alta
A Luciano Cavalcante Imóveis comemora as boas vendas registradas em 2010. Os negócios fechados somente na Capital, no ano passado, foram superiores em 45% aos assinalados em 2009. Conforme Luciano Cavalcante Neto, a expansão decorreu por conta de uma demanda reprimida ainda existente desde 2009, quando os orçamentos imobiliários foram segurados por conta da crise econômica mundial de 2008.
Para 2011, a imobiliária prepara o lançamento do "Green Building", o primeiro prédio verde comercial do Norte-Nordeste. Apenas no pré-lançamento, em dezembro, foram vendidos mais de 40% das unidades. Outra novidade é um edifício, na região do Cocó, direcionado à classe média.
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Empresa norte-americana pretende esquentar mais ainda o mercado imobiliário cearense com nova franqueadora
A franqueadora atua no Brasil em todos os segmentos imobiliários. A expectativa é que, no prazo de cinco anos, a rede de franquias da empresa no País atinja um volume geral de vendas de R$ 12 bilhões. O mercado brasileiro de franquias é um dos mais sólidos do mundo e com alto índice de nacionalização do serviço.
O Brasil ocupa a quinta posição no ranking mundial de franquias, atrás dos Estados Unidos, China, Coreia do Sul e Índia.
Setor desponta
Beneficiado pela característica empreendedora do brasileiro, o setor despontou como alternativa de investimentos no final de 2008. Em 2009, a variação no faturamento do setor de franchising foi de 14,7% em relação a 2008, o equivalente a uma movimentação acima de R$ 63 bilhões, de acordo com dados consolidados da Associação Brasileira de Franchising (ABF).
Atualmente a franqueadora é conhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar nos Estados Unidos e uma das mais agressivas em vendas.
De acordo com o ranking de 2009 da Revista Entrepreneur, a Re/Max está entre as Top 10 franquias de baixo custo. Em 2008, ficou em 7ª posição no ranking mundial de franquias, sendo sempre a primeira no setor imobiliário.
Com sede em Denver, Colorado (EUA), a Re/Max está presente em todos os continentes, em 84 países, com mais de 100 mil corretores em sete mil franquias. A Re/Max realiza anualmente cerca de 1,5 milhão de transações imobiliárias em todo o mundo. O segredo do sucesso da marca está no número de agências e no treinamento dado aos corretores.
A Master Franquia Regional será apresentada à Imprensa, no dia 15 de fevereiro, em um café da manhã no La Maison Dunas, pelo presidente da Re/Max Brasil, Renato Teixeira.
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domingo, 30 de janeiro de 2011
Desafios e crescimento no mercado imobiliário em 2011
O evento será gratuito, e pretende nortear profissionais e interessados expandir negócios no segmento imobiliário no ano de 2011, principalmente com o crescimento do setor até o ano de 2014, com as obras para a Copa do Mundo no Estado e na capital cearense.
Os interessados devem ligar para (85) 3231.6744 e obter outras informações.
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Construtoras apostam forte no desenvolvimento da Praia do Futuro em Fortaleza
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Mercado imobiliário cresce 30% em janeiro
Todos os tipos de imóvel, de acordo com Apollo Scherer, tem tido incremento nas vendas e aluguéis em janeiro
No primeiro mês do ano, consumidor cearense retoma busca por novos lares e bens imóveis na Capital
Mal termina o ótimo ano de 2010 para o setor imobiliário, 2011 já começa com mercado aquecido. No primeiro mês do ano, as vendas e aluguéis já devem superar em 30% o mês imediatamente anterior, de acordo com o presidente do Creci-CE (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Ceará), Apollo Scherer. O crescimento é apontado como normal no período, já que dezembro costuma ter um freio na demanda, devido às festas e compras de fim de ano.
De acordo com o presidente do Creci, o desempenho do mês de janeiro tem sido também superior ao mês de novembro, que já havia sido acima das expectativas para o setor. "Temos feito reuniões, e concluimos que tem aumentado bastante a busca por imóveis. No mês de dezembro, tradicionalmente, a procura fica reprimida, por conta do fim das festas, das ompras, há uma queda nas vendas. Mas em comparação a novembro, que já foi positivo, calculamos um número de vendas e aluguéis 15% maior", analisa.
Para João Carlos Gondim, diretor da imobiliária A Predial, o crescimento nas vendas esse período ano já era esperado. "Janeiro é o mês conhecido como sucesso de vendas e locação aqui na empresa e os resultados podem ser medidos, entre outros fatores, pela ampliação dos negócios, pelo aumento e capacitação dos colaboradores", comemora.
Para o Leste
Seguindo a mesma tendência do ano passado, a busca por imóveis em Fortaleza tem sido maior para o lado Leste da Cidade. Mas para Apollo Scherer, outros bairros também tem aparecido com bons negócios, como Maraponga, Montese e Mondubim. "Existe imóvel para vendas em todos os segmentos e em todos os bairros. Tem havido muita procura pelo Minha Casa Minha Vida". "A região Leste é a mais procurada, mas Maraponga, Montese e Mondubim também tem movimento forte", explica Sherer.
No ano passado
Em 2010, por exemplo, a A Predial incrementou em 25% o volume de vendas e de locações em janeiro quando comparado ao mesmo período de 2009. "Ano passado, o mercado se manteve em alta durante quase todo ano. Alcançamos números além das nossas metas quanto a locações e a vendas tanto de imóveis avulsos como de lançamentos", destaca João Carlos Gondim, diretor da imobiliária A Predial.
Em 2011
Com o ano começando de forma positiva, a estimativa do setor imobiliário é de vendas ainda maiores que o ano passado. "A expectativa é que o mercado cresça 10% em média em relação a 2010, que já foi acima da expectativa. O nível de vendas deve se manter bem alto. É o que prevê as imobiliárias e corretoras da capital cearense", afirma Scherer.
ATÉ JULHO
Procura por imóveis para locação será mais difícil
Apesar de afirmar que o crescimento no número de negócios tem sido parelho tanto para venda como para aluguéis de imóveis, Apolo Scherer, presidente do Creci-CE destaca que a procura pelo imóvel próprio tem sido maior e- alerta a escassez de bens para aluguel nos próximos meses. "Cresceu muito a procura para comprar imóveis do que para alugar. A locação já está mais escassa. Vai faltar imóvel até julho para alugar. Por um lado temos aumento de preços nos aluguéis, já por outro lado já há uma escassez. Várias pessoas também estão querendo comprar imóveis para deixar alugado", explica.
Mas outro fator que tem incentivado o consumidor na busca da casa própria é o crédito mais fácil que se tem nos últimos anos em comparação ao passado. Mesmo pagando uma prestação por décadas, as pessoas tem percebido que esse valor pode ser até menor que o aluguel, além de que o valor está sendo referente a um bem próprio do consumidor.
É o caso da pedagoga Vilany Capistrano, que comprou um apartamento no bairro Cajazeiras em novembro do ano passado. "Resolvemos comprar em vez de alugar. Prefiro pagar a prestação para um coisa que é minha", explica.
Vilany avalia como descomplicada a busca pelo financiamento. "A Caixa Econômica veio avaliar o imóvel e liberou o dinheiro. Não teve problema. A parte burocrática a pessoa resolveu toda a papelada. O preço valia a pena e cabia no bolso. Procuramos durante um mês. Quase fechamos em outro condomínio. As prestações são decrescentes. Fizemos o financiamento para pagar em 30 anos", conta a pedagoga.
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Janeiro é o mês do mercado imobiliário
Nesta época do ano, o setor imobiliário tem muito o que comemorar. Janeiro é considerado o melhor mês para esse mercado. Algumas imobiliárias registram até 25 % de aumento nas vendas e como a procura é grande, se você está precisando comprar ou alugar um imóvel, deve ter alguns cuidados para não cair em armadilhas.
Janeiro é o melhor mês do ano para o mercado imobiliário. Muita gente aproveita as férias para procurar um imóvel com mais tranquilidade. A boa expectativa aumenta também o número de funcionários. O reforço na equipe de uma imobiliária foi de 20%.
Faltam imóveis para atender tanta procura, principalmente para locação. Quem está a procura de um imóvel precisa ficar atento a alguns detalhes. Um lugar que parece ideal pode esconder alguns problemas. Um apartamento, por exemplo, que pareça tranquilo de manhã, pode ser barulhento à noite.
Acompanhe as dicas para fugir das armadilhas:
Visitar o lugar mais de uma vez, em diferentes horários;
Conversar com vizinhos para saber de problemas do prédio ou da região;
Não comprometer mais de 30% da renda com aluguel ou prestações;
Procurar empresas conhecidas no mercado;
Para quem está na busca por um imóvel é preciso ficar atento a alguns detalhes. Às vezes, um lugar que parece ideal pode esconder problemas. Um apartamento aparentemente tranquilo durante a manhã, por exemplo, pode ser barulhento à tarde. O gerente da imobiliária João Carlos Gondim, tem algumas dicas para escapar dessas armadilhas.
sábado, 22 de janeiro de 2011
CONSTRUTORAS NEGOCIAM R$ 48 MI EM INSUMOS
"Por conta do aquecimento do mercado, para 2011, a nossa meta é alcançarmos os R$ 60 milhões nas negociações de materiais para o setor", prevê o presidente da Coopercon/CE, Otacílio Valente. Segundo ele, a projeção tem por base a demanda crescente de obras do Programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e de empreendimentos voltados para a Copa de 2014.
Sobre a marca histórica alcançada no ano passado, Valente atribui o crescimento ao melhor momento da Construção Civil de todos os tempos. "O setor cresceu 14% no Nordeste e 10% no resto do País", observa.
Fonte: Diário do Nordeste Online